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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

29
Fev16

"Finalmente!"

Eu juro que consegui ouvir a plateia inteira a gritá-lo mentalmente quando anunciaram o nome do Dicaprio. Pensei mesmo que ele ia fazer um reparo cliché em relação ao feito, mas naa...ficou-se por um sorriso. Acabaram-se oficialmente as piadinhas do Dicaprio com a inexistência de Óscares ganhos na sua vida porque, bom, agora este já existe. Eu não gosto dele como actor, já desde pequena. Sem exagero, vi apenas quatro filmes do seu reportório. Excluo automaticamente da minha lista must see o filme que contar com a sua participação. Ai e tal, não devias fazer isso, podes estar a perder filmes geniais! E então? Só me obrigo a levar com a fronha do homem caso eu ache imperativo...e esse é o caso deste último filme que lhe garantiu o amado Óscar. Já o podia ter visto há muito tempo mas é difícil passar por cima de uma pedra quando esta está dentro do nosso sapato. Contudo, sei reconhecer a possibilidade de levar com um filme bom - por favor: não quero desiludir! -, mesmo quando este é com o Dicaprio. Com isto tudo, vomitei um parágrafo sobre a parte final dos Óscares e saltei por cima de tantas outras coisas, como o facto de eu ter assistido à cerimónia e de tudo o que estava nomeado só ter visto - ainda - o Joy.

Não sou o tipo de pessoa que se obriga a assistir a filmes só porque estão nomeados para os Óscares. Sou mais do tipo de ver os Óscares e com o que passam na cerimónia decidir se vale a pena o esforço de gastar horas de olhos pregados numa tela sem fazer mais nada além de comer pipocas. Ou batatas fritas. Ou uma sandes. Ou sobras do jantar do dia anterior. Ou beber só uma coca-cola. Os Óscares fomentaram a minha curiosidade sobre a maior parte dos filmes falados e agora sim: sinto-me capaz de entrar no mundo de algumas longas-metragens nomeadas. Room está em lista, assim como Carol, The Danish Girl e Mad Max para começar.

O que posso dizer mais sobre os Óscares...

Há a apontar as dicas que quase se tornam clichés de quem vai agradecer o seu prémio: temos de dar mais oportunidades às mulheres, temos de deixar de ser racistas e, claro, os gays também podem ganhar prémios. Ainda assim, achei o discurso do Dicaprio inspirador. O aquecimento global é um assunto de que toda a gente parece sofrer amnésia e é bom ouvir uma voz e outra a trazer à baila este assunto. No geral, nadando na minha ignorância, opinando por impressões, acredito que todos os prémios foram bem entregues, exceptuando (em grau elevado) aquele para onde a Lady Gaga estava nomeada. Pronto, eu gosto muito ela, é verdade, contudo, a música por que ela foi nomeada era forte, feita em prole de um assunto destabilizador que não deve ser calado e sim combatido. Quando a Gaga actuou e eu acabei de derramar a minha lágrima eu acreditei mesmo que ela ia ganhar. Lembrei-me do ano passado, da plateia em pé e a chorar quando o John Legend e o Common foram cantar Glory, música igualmente emotiva e que tocava em assuntos delicados, se bem me lembro. Caiu-me tudo quando foi dito que quem ganhara foi o Sam Smith com o seu Bond's theme. Ui! Este foi, realmente, o ponto fraco da cerimónia para mim, juntamente com aqueles 45 segundos que dispensam aos actores para fazerem os seus agradecimentos - juro que me passo sempre que a música começa, literalmente, a correr com eles -. Os pontos fortes? Deixa ver: as categorias de animação serem apresentadas por Minions e pelo Woody e pelo Buzz - AHHH! EU SEI! - e as pausas, as saídas e entradas em palco, preenchidas pelas músicas principais e características de determinados filmes. Eu bem apanhei algumas da Disney! Também apareceram em palco o 3PO, o R2D2 e o BB-8. Só queria fazer uma menção a isto para deixar claro que tive o meu momento de fangirl quando os vi. E o Inside Out levou para casa o Óscar de melhor filme de animação! Melhor que isto é impossível, ha!

Pela primeira vez desde que me lembro as vestimentas tocaram-me em zona neutra, o que me surpreendeu mil. Não houve nenhum vestido em particular que me fizesse arrancar os olhos. Eis alguns dos que foram usados:

 

56d38dd11e0000950070eed8.jpeg[Brie Larson]

Quando quieta, achei o vestido ligeiramente irritante, mas, quando andava, o vestido até era bonito. Gostaria, no entanto, que ela tivesse feito algo diferente com o cabelo.

 

56d39abb1e0000220070eefa.jpeg[Taylor Kinney & Lady Gaga]

Adorei assim para o muito dos muitos. Ela mudou de roupa para a sua actuação e para o resto da cerimónia e a after party. Manteve-se no branco e neste conjunto de calça com cauda. Gostei mesmo.

 

56d39b151e0000950070eefb.jpeg[Charlize Theron]

Liiiinnnnddddaaaaaaaaa!

 

56d381e41500007f000b0dc8.jpeg[Alicia Vikander]

Andaram por aí a dizer que ela parecia a Belle d' A Bela e o Monstro só porque levava um vestido amarelo. Coloquei a foto aqui para dizer: não.

 

56d3935f1e00002200702f6b.jpeg[Cate Blanchett]

Não é algo que eu usasse mas a verdade é que acho que lhe caiu muito bem.

 

56d3951a1e00008700702f6f.jpeg[Tina Fey]

A Reese Witherspoon também levava um vestido roxo. Gostei mais da escolha da Tina. Já a sua compincha, Amy Poehler, estava de fechar os olhos e só os abrir quando desligado o alerta de perigo.

 

56d390001e0000220070eedb.jpeg[Chrissy Teigen & John Legend]

A Chrissy anda a mostrar que é uma grávida cheia de estilo. Ao vê-la lembrei-me da Kim Kardashian e do vestido florido que usou no Met Ball de 2013 quando estava grávida da North. A Chrissy deu-lhe de 10.

 

Que mais posso dizer? A Margot Robbie estava jeitosa. A Rachel McAdams também não estava de se deitar fora. A Mindy Kaling parecia inofensiva mas o seu vestido trazia um laço gigante na traseira que eu achei horrível. Houve uns que gostei mais do que outros, como se espera destas coisas, mas não achei as escolhas horripilantes ao ponto de criar uma categoria para deixar o aviso de que pelo caminho vomitei pela agonia que me foi transmitida pelo massacre aos tecidos. Ah! Thumbs up ainda para a Jennifer Garner e a Sofia Vergara (podem ver os visuais mencionados e restantes aqui [x]).

Dormi cinco horas esta noite mas valeu a pena. Já estou curiosa quanto à cerimónia do próximo ano; este 2016 está recheado de estreias e conto que aqueles que mereçam tenham o seu destaque nos próximos Óscares. Argh, adoro estas coisas!

Mais uma vez, parabéns ao Dicaprio. Há que reconhecer o que parece um trabalho excelente mesmo quando este é de um actor que não apreciamos.

28
Fev16

Ontem vi...

PicMonkey Collage.jpgPus-me a par da história do Kung Fu Panda. A história nunca me despertou grande fascínio, tal como o Madagascar. São filmes que acho minimamente engraçados mas nada por aí além; não são o tipo de filme que me faz guinchar de felicidade, são mais do tipo que está a dar e eu acabo por ficar a ver porque não está a dar nada mais interessante. Contudo, dei uma oportunidade ao Madagascar 2 e 3 e achei que era injusto não o fazer com a história do Po. Ontem vi o segundo do panda porque a minha mente já andava a tocar o alerta graças ao poster do Kung Fu Panda 3. Os pandinhas pequeninos pareceram-me uma delícia e eu queria saber mais deles, contudo, não o iria fazer sem me inteirar do que aconteceu entre a primeira esta terceira parte da história. Foi melhor do que eu recordava e melhor do que eu esperava, tenho de o dizer. A estupidez do panda fez-me rir e até me remeteu para a maneira de ser do Deadpool com o seu fangirl para com os mestres de Kung Fu. Aliciou-me e animou-me o suficiente para eu ir ver o terceiro, que em breve irá estrear em Portugal. Já com opinião formada: aqui estou a dizer que foi engraçado e que não considerei um desperdício de tempo.Toca em questões que fazem pensar e que, com certeza, não está ao alcance de todas as crianças, mas nada como a passagem do tempo para as fazer entender o que é a identidade pessoal e a importância desta. Foi aprovado. E os pandas são fofos. Ah, antes de ir dormir fui saciar a minha curiosidade em relação a esse último filme que também poderão encontrar com o nome Perfect Mothers. Um contraste completo: animações com animais peritos em Kung Fu para um drama onde duas melhores amigas têm uma relação amorosa, nada secreta, com o filho da outra. Dramático, claro, como é de se esperar.

27
Fev16

7ª arte.

PicMonkey Collage.jpgO meu recreio está quase-quase a terminar, snif. Na semana que vem vou retomar as minhas aulas e já adivinho o que aí vem tão intenso que o meu espírito se sente doente. Arranjo sempre espaço para um filme ou outro, é um facto: tenho de me agarrar a escapes para não dar em maluca, contudo, a coisa não se vai dar estilo a semana de 13 a 21 deste mês em que consumi 12 filmes - argh, tão pouco -. Alguns vi de manhã. Troquei a preguiça na cama por manhãs frias no sofá a ver dois filmes antes de arrumar a casa e almoçar. A Little Chaos foi uma surpresa perfeitinha que me agradou imenso; a banda sonora deu-me alguns ares de Orgulho e Preconceito e eu não preciso de dizer o quanto gosto dessa história. Decidi, também, dar finalmente oportunidades a clássicos que toda a gente conhece mas a que ainda não tinha dirigido cinco segundos da minha atenção. Saciei-me com o Jaws - nada mau para os anos que tem - e o Labyrinth, (ganhei estofo com tanto falatório e tributo ao David Bowie). O segundo da lista, La traversée de l'atlantique à la rame, é uma curta metragem francesa. E está para chegar a Portugal o Pride and Prejudice and Zombies, mas eu já me adiantei. Vi-o por se tratar, a bem ou a mal, de Orgulho e Preconceito mas foi pobrezinho. Quer dizer, tenho assente no meu coração que a Lizzie e o Darcy se amam profundamente e que, por muito que tentem, não o conseguem esconder. Aqui, não senti nenhuma química entre os actores e, em consequência, os personagens, algo que considero essencial. Também não achei muita piada à escolha do actor para Darcy. O Sam Riley estava bem para Diaval na Maleficent. Para o amado da Elizabeth Bennet? Bom, podia ter comido mais danoninhos. Ainda gostava de perceber como é que houve êxito suficiente para uma adaptação deste tipo virar filme. Dizem que o Pan foi um fiasco. Bem, de certeza que foi ligeiramente melhor que esta luta com zombies que ora são racionais e não querem comer ninguém ora atacam toda a gente. Enfim.

23
Fev16

Após quatro dias sem internet...

Depois de um fim-de-semana sem internet o meu espírito agiu como o Mushu e gritou "ESTOU VIVO" à primeira ligação com o mundo virtual. Sobrevivi sexta, sábado, domingo e segunda porque, sei lá, sei atar as sandálias sozinha; e também não é a primeira vez que isto acontece, já passei muito mais tempo sem internet, é um facto. Não posso dizer que estas pausas de um mundo virtual sejam muito-muito más: iniciei, FINALMENTE, a leitura de um novo livro, andei a ver filmes até mais não, andei a gastar as primeiras horas das minhas madrugadas com escrita e a ocupar o meu tempo, também, com Sims 3: a desfrutar, portanto, dos meus últimos cartuchos antes de regressar às aulas. Não ter net é um tira palas dos olhos, mas estar em contacto com um mundo que abrange todo o real com um só click é tão bom.

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