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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

14
Fev16

"Let me teach you how to be single."

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 A minha primeira super recomendação de 2016. O filme do Deadpool foi um máximo, é um facto, fez-me rir como o caraças, também é um facto, todavia, compreendo que não esteja apto a toda a gente - pufff - porque nem todos gostam de filmes do tipo. Mas toda a gente se adapta a filmes de tardes de fim-de-semana. Este How to be single está simplesmente genial, um upgrade maravilhoso de um desses filmes de domingo à tarde, o que só o torna melhor.

Os trailers que andavam a passar já fazem uma pessoa adivinhar umas horas bem passadas, mas a minha principal razão para o ver foi a Dakota Johnson. Depois do que ela ofereceu no Fifty Shades of Grey passei a estar mais atenta ao seu trabalho, interiorizando, cada vez mais, quão boa actriz é. Ela agradou-me como Ana Steele e não me decepcionou em outros filmes em que a vi, por isso estava curiosa e ansiosa por este filme. E também, claro, por contar com a participação da Rebel Wilson que é só um abuso, das melhores actrizes de comédia que anda por aí.

Fui ver o filme com a ideia de que iria ser um filme divertido e que mais apropriado era impossível uma vez que é dia dos namorados e não há Valentino nenhum na minha vida. O que faz de mim uma (super) solteira e, como tal, o filme estaria à minha altura. Contudo, fui superada. O filme foi o que eu pensava: leve e engraçado, mas, ainda assim, melhor do que isso.

Estava realmente convencida de que o filme iria ser um manual ao estilo "ser solteiro, para totós", cheio de dicas para borga e de incentivos para casos de uma noite. É preciso dizer como estava enganada?

A longa-metragem retratou o ser solteiro como o problema que a maior parte das pessoas vê e é capaz de compreender porque, lá está: é bom ter alguém que gosta de nós e nos faz sentir especial. Mas eis o ponto engenhoso do filme: És solteiro? Óptimo, e então? Qual é o problema? É interessante pensar em como a maior parte das pessoas vê o estar só como um problema; mais interessante ainda é ter sido feito um filme com a ideia de mostrar que na verdade não é problema nenhum.

Super recomendado. É divertido - com a Rebel Wilson como podia não ser?! -, leve, bem disposto e inteligente, daquele tipo de filmes que leva uma pessoa a agradecer aos céus pela demonstração de que ainda fazem fazer filmes bons que valem a pena ver. Recomendado, já o disse? Re-co-men-da-do.

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