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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

19
Mar16

Pai.

A minha mãe foi passar o fim-de-semana ao Algarve para o aniversário do bebé mais novo da minha prima e cá em casa só ficaram as irmãs e o pai. O dia de hoje? Foi inteiramente dedicado a ele, claro. Tentei, por tudo, agradá-lo com o mais pequeno dos gestos até porque decidimos o que lhe proporcionar mas isso só poderá ser feito no primeiro domingo do próximo mês. Hoje tratei do almoço. Fiz arroz de cenoura com bifes de peru e ele ficou contente. Eu e as minhas irmãs passámos a tarde ao lado dele, na sala, a ver Simpsons e um bocado de Disney antes de sairmos para ir comer um hambúrguer. Daqui a duas semanas iremos presenteá-lo com a sua surpresa, atrasada, do dia do pai: a sua primeira ida ao planetário de Lisboa.

Já ficou decidido que, para o ano, o seu presente será uma ida ao cinema: ele adora-o e o número de vezes que vai chega a ser menos do que aquelas vezes em que eu vou ao chinês-japonês (são mesmo, mesmo poucas). Apostamos sempre em coisas simples e com a certeza de que ele vai gostar: que é o mais importante. Este ano comprámos-lhe um marcador de livros sobre viajar à volta do mundo, para não o deixar sem nada no próprio dia do pai, e neste momento, já em casa, está um bolo de laranja no forno que desconfio ter ficado um desastre apesar de ter sido feito com todo o amor do mundo.

Ainda que seja dia do pai, a sua atitude não difere daquela que tem no resto do ano. Ele olha para mim, para as minhas irmãs, e está sempre a sorrir. Diz piadas para nos fazer rir e depois ri-se também. Diz que gosta de nós vezes sem conta e agradece-nos porque diz que se não fosse por nós não era que de o melhor lhe aconteceu na vida: ser pai. Ele é um máximo, eu adoro e, aos meus olhos, continua a ser o melhor do universo.

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