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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

29
Set16

Estava aqui a pensar...

Na última vez que fui à Fnac esta estava a fazer promoção sobre um CD dos Gorillaz. Eu gosto da banda há séculos e vibro de verdade com determinadas músicas deles. Tenho os CDs todos no computador, mas nunca me achei movida a arranjar cópias físicas quando acabo por ouvir sempre as mesmas músicas, basicamente. Ora, o que tem de diferente este que a Fnac tem em promoção: além do preço, que foi de um estãodoidos para um nãopossodeixarescapar, este CD dos Gorillaz é na verdade uma colectânea dos seus singles: as músicas que estou sempre a ouvir (jackpot!). Estava a pensar que eu com este CD em minha posse era algo que devia acontecer. Estava a imaginar-me a conduzir ao som de Gorillaz e a ideia está a parecer-me cada vez mais certa. São sugestões de aniversário. Tenho de perguntar se ninguém me quer oferecer... Ninguém?

28
Set16

Hoje.

Current mood: a desfrutar da fantasia em que o meu cérebro está metido, com receio da agulha que pode arrebentar a minha bolha. Hoje não acredito que posso acreditar. É, sequer, seguro? Estou confiante. E confusa. E abananada. Não sou BFF da Katy Perry, mas...

 

27
Set16

Outubro.

Ontem dei-me conta que o décimo mês do ano está ao virar da esquina. A ideia que eu tinha era de que faltavam duas semanas para lá chegar, mas a realidade deu-me uma pancada na cabeça e já abri os olhos. Afinal Outubro está mesmo aí e juntamente com ele: o meu aniversário. No ano passado não invoquei nenhuma ideia em particular do que queria. Um dia antes da data fui para o centro comercial e com base no que via - e no meu orçamento - acabei por decidir o que usar. É disso que estou a falar: roupa. Este ano a coisa já se deu de um modo diferente. Faltam vinte e sete dias para eu fazer anos (fui ao calendário: não estou a contar os dias) e já ando a pensar no que quero, o que me poupa à pressão de arranjar roupa na véspera. Os meus pensamentos estão virados para algo simples mas também estou em busca de...qualquer coisa. No ano passado usei calças e acho que este ano vou escrever história na mesma linha. Estou a ir um bocado na onda disto aqui. Acho que usar umas calças assim está definitivamente na lista de ocorrências do meu dia de anos. Veremos.

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24
Set16

"It's like the final of the X Factor. Dial 01 if you want it to be Mark and 02 if you want it to be Jack."

Bridget_Jones_Trio_1Sht_Teaser_UK.jpgQuando soube deste filme eu já fazia intenções de o ver. Vi os dois primeiros (quer dizer: quem não?) e dita a tradição de quem tem curiosidade que esta tem de ser satisfeita. Com um bebé a caminho, eu precisava de conhecer as novas peripécias da dona Bridget. A minha ideia era ver o filme em casa quando fosse possível mas a Pandi apitou-me com uma ida ao cinema que eu não recusei e quinta-feira meti-me numa sala de cinema com ela e a Smartie.

As minhas expectativas para com este filme rondavam a garantia de que ia levar com um filme light. Fui movida pela curiosidade e não saí da sala de cinema desiludida com o que tinha visto, bem pelo contrário, até acho que saí surpreendida por a longa-metragem me ter agradado tanto. Conhecendo o que conheço da Bridget Jones estava certa de que ia ser engraçado e não me enganei: a minha surpresa residiu em ter achado mais piada do que o esperado. Não que achasse a comicidade de antes forçada, mas a ideia com que eu fiquei com este Bridget Jones's Baby foi que houve muito mais espontaneidade, por assim dizer...além de que não a achei tão tonta como nos dois primeiros e mesmo quando dizia/fazia das suas pérolas a coisa mostrava-se tão bem feita, tudo tão próprio de Bridget, que soava a natural; verdade seja dita: a personagem também está mais madura, assim como os seus amigos...que não perderam a falta de censura e a loucura: YES!.

É uma longa-metragem bem-disposta, muito na onda dos outros filmes (talvez até melhor, (mas de novo: acho que tenho de rever os dois primeiros)) e vejo-me mesmo satisfeita por a ter ido ver ao cinema: valeu a pena. Tenho coisas a salientar em relação ao filme numa secção mais pormenorizada que não quero deixar passar:

  1. A participação do Patrick Dempsey neste filme. Socorro. O tempo está a fazer-lhe maravilhas e o homem, só agora, está a parecer qualquer coisa aos meus olhos. Há potencialmente uma probabilidade de eu estar a querer dizer que o filme poderá, com certeza, ser visto só com a desculpa de ver a cara do Dempsey no grande ecrã.
  2. Quando vi que desta vez a Bridget iria ser disputada pelo Colin Firth e pelo Patrick Dempsey perguntei-me o que era feito do Daniel, o ex interpretado pelo Hugh Grant nos outros filmes. Sou cocózinha o suficiente para me importar com pormenores como esse. E PUFF: fiquei satisfeita por ele ser sim mencionado no filme e não ser esquecido como se nunca tivesse dado o ar da sua graça na história da Bridget. Pontos para a realização e afins (e para os livros, calculo).
  3. Já falei nos amigos dela, não já? Porque desde que vi o Harry Potter e a Câmera dos Segredos fico à espera de encontrar a Moaning Myrtle como uma das bff da Bridget Jones.
  4. Quero confessar que me traí a mim mesma à medida que ia vendo o filme. Desde o primeiro filme que me fio que o homem da vida da Bridget é o Mr. Darcy. Para mim não há outro homem certo para ela que não esse. Porque, por favor(!): tratam o homem por Mr. Darcy (!). Até descobri, só neste último filme, que o nome completo do personagem do Colin Firth é Mark Fitzwilliam Darcy: se isto não é uma clara referência ao Mr. Darcy da Miss Bennet não sei o que é (será que o nome dele já tinha sido todo mencionado anteriormente? Fogo, tenho mesmo de rever os anteriores). Contudo, à medida que o filme ia desenrolando e dando a conhecer mais do personagem do Patrick Dempsey eu bem ia lutando comigo mesma: chegou a ser difícil manter-me fiel às minhas crenças. Cheguei mesmo a perguntar-me sobre quem seria a melhor pessoa para a Bridget, MAS...ela bem sabe o que quer para a sua vida e eu fiquei contente. Surpreendente foi eu ter percebido que estava a favor tanto de uma escolha como da outra.
  5. Não posso acabar de falar sobre o Bridget Jones's Baby sem referir a banda sonora que eu achei fantástica, além de bem colocada: tudo tão apropriado, tudo tão no momento certo. Adoro quando encalho com bandas sonoras assim. Cheguei a casa depois da meia-noite e ainda vim ao PC e a primeira coisa que fiz foi arranjar a BS. At the moment? Estou completamente viciada na música da Ellie Goulding que dá o ar da sua graça logo no início do filme. Em suma: o filme começou bem, manteve o nível até ao fim. Fez-me rir, suspirar por querer homens assim e sair da sala de cinema a querer pensar positivo porque a Bridget é a prova de que nunca é tarde para nada.
20
Set16

Upgrade na contagem.

Quando eu comecei o ano lectivo anterior, 2015/2016, senti que o desafio que tinha pela frente era mais intenso e preocupante que todos os outros por que já tinha passado. Seria como enfrentar um touro pelos cornos, lidar com um leão numa savana, ser encurralada por um molho de agrafadores assassinos, prontos a disparar e a crucificar-me. Eu não me enganei. Quando recebi a nota do trabalho a respeito do final do meu curso fiz um post aqui na minha miss. Mencionei como foi - literalmente - uma luta extenuante, que me doeu até às tripas, que chegou a levar-me às lágrimas tamanho era o meu sufoco e frustração. Foi uma luta que acabou em bem... E ainda que um novo ano lectivo tenha começado, ainda me vejo a lidar com folhas soltas (linhas tortas) do ano que passou e é por isso que os meus dedos têm estado quietinhos. Só na quinta-feira passada voltei a respirar (novamente) fundo. E espero. Simplesmente espero: agora faço isto. Faço-o com medo porque quero ler que o exame que fiz correu bem ao ponto de eu ter, por fim, terminado o curso, como tenho medo de ler e encarar exactamente o oposto. Contudo, agarro-me facilmente à ideia de que não me saí nada mal no ano lectivo passado, tendo em conta que só tive possibilidade de ir às aulas a um mês e meio do primeiro semestre terminar. Apesar disso, consegui pôr-me a par das cadeiras e lidar, com a espada em riste, com o meu monstro: o seminário (também conhecido por: trabalho de fim do curso).

Enquanto estava em aulas, por estar na recta final, - que é como quem está a querer dizer: como quando jogamos um jogo e temos de enfrentar um super mau para encerrar aquela parte da aventura: tal e qual -, eu decidi desde cedo que se eu conseguisse fazer o trabalho final, se mo aceitassem, avaliassem e eu tivesse um bom feedback do mesmo ao ponto de marcar a cadeira como feita, eu iria fazer algo para o celebrar. O que eu queria era marcar-me com a prova de que apesar de ter caído de tantas pedras no meu caminho, apesar dos arranhões no meu coração, dos tiros na minha auto-estima, eu tinha conseguido, tinha conseguido chegar longe e superado um Bowser, surpreendendo-me a mim mesma. Queria uma marca de que tinha vencido, algo que me lembrasse que as quedas tinham doído mas eram superadas. Então, depois de deixar passar a chama do Charmander - que é como quem diz Verão -, depois de ter conseguido encontrar o tatuador na sua loja, fui lá, sexta passada, e fiz a minha quarta tatuagem, a minha primeira citação, uma referência pessoal a uma tough mission accomplished. Nem a propósito: no próximo domingo vai dar na televisão Meet the Robinsons, o filme cujo motto eu acabei por tatuar. Bendita hora em que essas palavras se cravaram no meu cérebro - Disney ♥ -. Foram o meu pensamento positivo na minha aventura com o anel para Mordor, de verdade.

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