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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

24
Set16

"It's like the final of the X Factor. Dial 01 if you want it to be Mark and 02 if you want it to be Jack."

Bridget_Jones_Trio_1Sht_Teaser_UK.jpgQuando soube deste filme eu já fazia intenções de o ver. Vi os dois primeiros (quer dizer: quem não?) e dita a tradição de quem tem curiosidade que esta tem de ser satisfeita. Com um bebé a caminho, eu precisava de conhecer as novas peripécias da dona Bridget. A minha ideia era ver o filme em casa quando fosse possível mas a Pandi apitou-me com uma ida ao cinema que eu não recusei e quinta-feira meti-me numa sala de cinema com ela e a Smartie.

As minhas expectativas para com este filme rondavam a garantia de que ia levar com um filme light. Fui movida pela curiosidade e não saí da sala de cinema desiludida com o que tinha visto, bem pelo contrário, até acho que saí surpreendida por a longa-metragem me ter agradado tanto. Conhecendo o que conheço da Bridget Jones estava certa de que ia ser engraçado e não me enganei: a minha surpresa residiu em ter achado mais piada do que o esperado. Não que achasse a comicidade de antes forçada, mas a ideia com que eu fiquei com este Bridget Jones's Baby foi que houve muito mais espontaneidade, por assim dizer...além de que não a achei tão tonta como nos dois primeiros e mesmo quando dizia/fazia das suas pérolas a coisa mostrava-se tão bem feita, tudo tão próprio de Bridget, que soava a natural; verdade seja dita: a personagem também está mais madura, assim como os seus amigos...que não perderam a falta de censura e a loucura: YES!.

É uma longa-metragem bem-disposta, muito na onda dos outros filmes (talvez até melhor, (mas de novo: acho que tenho de rever os dois primeiros)) e vejo-me mesmo satisfeita por a ter ido ver ao cinema: valeu a pena. Tenho coisas a salientar em relação ao filme numa secção mais pormenorizada que não quero deixar passar:

  1. A participação do Patrick Dempsey neste filme. Socorro. O tempo está a fazer-lhe maravilhas e o homem, só agora, está a parecer qualquer coisa aos meus olhos. Há potencialmente uma probabilidade de eu estar a querer dizer que o filme poderá, com certeza, ser visto só com a desculpa de ver a cara do Dempsey no grande ecrã.
  2. Quando vi que desta vez a Bridget iria ser disputada pelo Colin Firth e pelo Patrick Dempsey perguntei-me o que era feito do Daniel, o ex interpretado pelo Hugh Grant nos outros filmes. Sou cocózinha o suficiente para me importar com pormenores como esse. E PUFF: fiquei satisfeita por ele ser sim mencionado no filme e não ser esquecido como se nunca tivesse dado o ar da sua graça na história da Bridget. Pontos para a realização e afins (e para os livros, calculo).
  3. Já falei nos amigos dela, não já? Porque desde que vi o Harry Potter e a Câmera dos Segredos fico à espera de encontrar a Moaning Myrtle como uma das bff da Bridget Jones.
  4. Quero confessar que me traí a mim mesma à medida que ia vendo o filme. Desde o primeiro filme que me fio que o homem da vida da Bridget é o Mr. Darcy. Para mim não há outro homem certo para ela que não esse. Porque, por favor(!): tratam o homem por Mr. Darcy (!). Até descobri, só neste último filme, que o nome completo do personagem do Colin Firth é Mark Fitzwilliam Darcy: se isto não é uma clara referência ao Mr. Darcy da Miss Bennet não sei o que é (será que o nome dele já tinha sido todo mencionado anteriormente? Fogo, tenho mesmo de rever os anteriores). Contudo, à medida que o filme ia desenrolando e dando a conhecer mais do personagem do Patrick Dempsey eu bem ia lutando comigo mesma: chegou a ser difícil manter-me fiel às minhas crenças. Cheguei mesmo a perguntar-me sobre quem seria a melhor pessoa para a Bridget, MAS...ela bem sabe o que quer para a sua vida e eu fiquei contente. Surpreendente foi eu ter percebido que estava a favor tanto de uma escolha como da outra.
  5. Não posso acabar de falar sobre o Bridget Jones's Baby sem referir a banda sonora que eu achei fantástica, além de bem colocada: tudo tão apropriado, tudo tão no momento certo. Adoro quando encalho com bandas sonoras assim. Cheguei a casa depois da meia-noite e ainda vim ao PC e a primeira coisa que fiz foi arranjar a BS. At the moment? Estou completamente viciada na música da Ellie Goulding que dá o ar da sua graça logo no início do filme. Em suma: o filme começou bem, manteve o nível até ao fim. Fez-me rir, suspirar por querer homens assim e sair da sala de cinema a querer pensar positivo porque a Bridget é a prova de que nunca é tarde para nada.

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