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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

03
Nov16

Em Coimbra.

A viagem a Coimbra durou dois dias inteiros e a manhã de um terceiro. Foi boa que só visto e eu fiquei fascinada pelos sítios que vi e engoli em memórias. Graças à Smartie risquei da minha lista a ida ao Portugal dos Pequenitos, ao Jardim da Quinta das Lágrimas e ao Jardim da Sereia e conheci tantos outros que me deixaram pelo beicinho.

O que tenho a salientar da visita? Eu procurei na minha mente coisas que não me tinham agradado e a única coisa que encontrei nos meus arquivos mentais foram mesmo as ruas. Não o facto de serem inclinadas - e de cada passo até ao ponto mais alto da cidade ser uma facada nos pés - ou até o estado das próprias. Os caminhos no coração da cidade são antigos e estreitos e incomodou-me o facto de a passagem ser tanto para peões como para veículos. No tempo que lá estive vi carros a acelerarem por subidas super íngremes e as pessoas a precisarem, literalmente, de se espalmarem contra as paredes para que os carros pudessem passar. Eu mesma tive de o fazer mais do que uma vez. Talvez isto seja algo que mude com o tempo. Mas coisas positivas tenho a apontar aos montes.

Coimbra é uma cidade bem disposta, bem preenchida com espírito académico. Percebi o grande destaque ao fado e à aprendizagem, estando as próprias ruas a incitarem o povo a pensar e a comunicar (ruas com as paredes escritas por todo o lado: adorei isto!). Satisfiz o meu espírito no Portugal dos Pequenitos. Entrei em todas as casas minúsculas que quis e diverti-me imenso porque me senti Alice. Também adorei conhecer os jardins da Quinta das Lágrimas. Vi a famosa fonte manchada com o sangue de Inês, pirei quando vi um esquilo e morri de medo ao vaguear pela mata e encontrar uma cobra. Ainda que a visita tenha sido recheada de sítios maravilhosos o que não posso nem quero deixar de mencionar é como a Universidade de Coimbra me maravilhou até à medula e que a Biblioteca Joanina quase me fez chorar de tão-tão-tão maravilhosa que é. Eu entrei lá dentro e toda a minha cabeça derreteu em Bela e o Monstro. O meu coração, a certo ponto, chorou.

Tirei imensas fotos no tempo que passei na cidade e em escolha para o post eu realizei a missão (im)possível de seleccionar vinte e cinco. É isso que vão encontrar aí em baixo: vinte e cinco registos do meu ponto de vista sobre Coimbra, mas o instagram vai ser palco de uma data delas por uns tempos. Está tudo tão fresco na minha mente... Já disse que adorei as ruas cheias de mensagens nas paredes? E entrar em casas minúsculas? E visitar sítios com centenas de anos de existência? E AQUELA BIBLIOTECA, MEU DEUS: já mencionei como virei líquido com aquela biblioteca? Não há nada que segure estas memórias.

 

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