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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

04
Dez16

Guerra (por) Sangue

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Hoje tive a oportunidade de ver o novo filme da série Underworld. Até ao fim. Na quinta-feira passada, dia um de Dezembro, fui vê-lo ao cinema com a Smartie no seu dia de estreia. Ao contrário de hoje, atirámo-nos ao filme na sua versão 4DX - aquela coisa fantástica que oferece ao filme o bónus de cadeiras que mexem, luzes, cheiros, água, relembro -. Nesse dia, e dessa vez, vimos metade do filme por duas vezes devido a problemas técnicos: as cadeiras vibratórias e o resto dos efeitos não estavam sincronizados com o filme. Não estavam da primeira vez, nem da segunda: o que levou a que o filme fosse realmente interrompido e que o dinheiro fosse devolvido às pessoas. Nunca assisti a uma sessão de cinema que, devido a problemas, voltavam a rodar o filme do início, voltavam a interrompê-lo, pediam às pessoas para sair e devolviam o dinheiro. Quer dizer: há sempre uma primeira vez para tudo. Hoje, então, foi o dia. Numa versão normal e igualmente boa.

Estava ansiosa pela vinda deste filme não só porque tenho acompanhado a guerra entre vampiros e lobisomens, mas pela forma como o Underworld: Awakening, o anterior, acabou. Finais em aberto não combinam comigo. Principalmente quando depois destes não há data de estreia para o que se segue. Vá lá que não tive de esperar taaaannnttoooo assim para saber mais das lutas da Selene. Esse é realmente o grande ponto por que me interesso por esta saga: não só por a Selene ser uma badass do caraças mas por aquilo com que ela tem de lidar no meio de uma guerra entre espécies.

A saga, conforme avança, não fica aborrecida. O que mais gostei continua a ser o primeiro de todos, mas agrada-me que os seguintes tenham sempre um factor novo que influencia o seguimento da guerra e da história. Não achei este Blood Wars um filme digno de óscar, mas, também, não acho que qualquer filme Underworld seja feito com esse propósito. No entanto, para quem gosta, talvez não deva ser deixado de se ver. Eu gostei do que vi e acredito não estar enganada quando afirmo que gostarei do que ainda vem (ainda que, baaahhhh: já não tenha o factor que impulsionou o meu interesse). É impressionante como a cada filme a Selene ganha sempre uma nova característica que a torna mais ambicionada e odiada. E posso só dizer como gosto do novo look? O cabelo preto com madeixas brancas até lhe dá um ar mais perigoso: bonita a mulher já é e muuuiiittoooooo.

Ver a Kate Beckinsale em acção é sempre qualquer coisa que sabe bem. E neste Blood Wars, tal como o anterior, ainda se pode contar com a participação do Theo James. Só coisas boas, portanto. PORÉM: tenho de o dizer: nem um nem outro são razões para se levar crianças de seis, sete anos a ver um filme destes no cinema. Há muita violência explícita e, pelo amor de amor: criaturas que ficam sem cabeças, morrem queimadas e ainda outras que são cortadas ao meio: as tripas dos lobisomens a afogar o ecrã de cinema! Há filmes de animação, recentes, que valem a pena ser vistos. Levem os vossos filhos a verem as aventuras da Moana pelo pacífico em vez de os confinarem numa sala de cinema para verem [SPOILER ] uma vampira a arrancar a coluna a um lobisomem mutante cujos restos mortais, - tudo o que o significado tripas tem direito -, estão num bom plano sem censura.

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