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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

24
Dez16

Diz que hoje é véspera de Natal.

A minha época festiva favorita! Este ano, fascinada pelo Natal, como de costume, recordei-me do hábito que os adultos incutem nas crianças de escrever uma carta ao pai Natal com os seus desejos. Percebi que é uma coisa tão própria da época e tão mágica que deveria ser mantido mesmo quando a criança cresce. Eram os meus planos este ano: escrever, no início do mês, uma espécie de carta ao Pai Natal com alguns desejos em forma de presente. É um facto que fiz anos há dois meses. A coisa deu-se tão recentemente que me é difícil afirmar qualquer coisa que eu queira para agora. Porém, o meu telemóvel começou a querer a dar de si e isso tornou um bocado óbvio o que eu iria escrever na carta. Isso e chupa-chupas com pastilha porque nunca ultrapassei o quão bom isso é. Mas (!), o mundo troca-nos as voltas.

Desejava muito um telemóvel porque o meu não está, de facto, em condições, no entanto depois de pensar sobre as aventuras desconhecidas do próximo ano, limitei-me a ficar no meu canto e a reservar a ideia de carta para 2017 porque em relação ao Natal presente eu já me sinto bem servida: tipo bem alimentada, tipo quem comeu um hambúrguer gigante e não precisa de comida até ao próximo ano. A minha banda favorita vai lançar um novo álbum e, além de ter recebido uma música nova como prenda de Natal antecipada, já tenho a minha cópia física do CD garantida. A minha pseudo árvore de Natal está bem recheada. Depois disto, depois de saber que em Março vou receber a minha box Dream Machine, fogo, sinto que pedir mais é um abuso desnecessário quando já estou tão satisfeita, tão encantada, tão feliz. Estou curiosa em relação a determinados presentes, no entanto. E mal posso esperar por ver a cara dos meus pais e irmãs ao desvendarem as suas prendas. Feliz Natal a todos! Espero que o pai Natal tenha sido simpático. Ho ho ho!

 

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