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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

30
Dez16

O melhor de 2016 - Filmes.

(Estou a seguir o meu plano dos três posts com sucesso e isso está a deixar-me contente). Eis o segundo post dos três a respeito do melhor deste ano. Estava e não estava ansiosa por este ponto. Ainda que seja sobre algo que gosto mesmo muito, sei que vi muito menos filmes (novos: não estou a contar com rever filmes) que no ano passado ou até outro ano qualquer. Chegaram a haver meses em que vi apenas um filme e esse foi visto porque fui ao cinema. Nem me lembro de uma temporada em que passei tanto tempo sem ver filmes. Talvez isso mude com a chegada de 2017. Desde o Natal, por acaso, vi quatro filmes que ainda não tinha visto, tudo com a temática de Natal. Isso já foi mais do que faço há meses.

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Dia vinte e oito vi esse Holidaze e durante a tarde de hoje vi os outros dois. Eu não costumo atirar-me para este tipo de filmes com grandes expectativas; só por serem a respeito da minha época festiva favorita já me satisfaz. Contudo, sou honesta quando digo que estes três, os últimos filmes (novos) que vi neste 2016, (acho), foram bem melhores do que eu estava à espera, com pequenas reviravoltas que dão outro ar ao previsível que se adivinha logo no início do filme. Esse The Christmas Secret foi uma pérola de confusões que chegou a dar-me um aperto no coração e eu, por acaso, já o devia ter previsto a partir do momento em que vi que se tratava de uma mãe solteira, quase falida que além de ter de cuidar dos dois filhos tem de lidar com o ex que é uma abécula: tudo na época de HoHoHo. Enfim, adoro filmes sobre o Natal, mesmo quando estes não são mais do que uma história fofinha de amor. O Holidaze, por exemplo, fez-me abrir os olhos e admitir que tipos perfeitos não existem só em livros como em filmes também. Foi, parece-me, uma boa maneira de terminar 2016. Uma boa-maneira ainda melhor por me ter deixado com vontade de ver mais filmes. Isso é óptimo para quem não anda a ver nada de nada fora do cinema.

Este ano, segundo as minhas contas, fui ao cinema 16 vezes - Zootopia foi o único filme que eu fui ver mais do que uma vez ao cinema este ano -. Graças aos registos da miss pude contar quantos filmes vi este ano (com o cinema) e, meu Deus, foi igualmente graças à minha miss que percebi que o caso não foi assim tão-tão mau. No ano passado achei uma miséria ter visto apenas 88 filmes. Este ano vi um total de 79 filmes. Vi menos que no ano anterior mas já engoli as minhas frustrações quando passei meses a não ver nada de nada.

Ora, vi vários filmes que me deixaram indiferente, outros menos bons e outros que me fizeram chorar até mais não de tão bons. Há semelhança de 2015, fiz uma colagem relativamente às coisas boas porque é disso que este post se trata: o melhor de 2016:

 

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Nos poucos filmes que vi deparei-me com longas metragens realmente boas quer em história, em realização, pelo conjunto ou simplesmente pelo objectivo ser alcançado com êxito: entreter-me. A Disney/Pixar foi mais uma vez o que arruinou o meu coração. No início iria apenas colocar o À procura de Dory Moana no segundo top por terem sido aqueles que me levaram às lágrimas, contudo, é um facto que o Zootopia me impressionou imenso e até se tornou num dos filmes que mais gosto pela originalidade. Por isso, e muito mais, coloquei-o igualmente aí. Zootopia não me levou a chorar desalmadamente mas sem dúvida que tocou o meu coração pelo reforço da máxima: devemos seguir e lutar pelos nossos sonhos.

No ano passado, fiz ainda uma pequena colagem com alguns filmes que viriam com 2016 e por que estava ansiosa por ver. Vi-os a todos. Metade cheguei a fazê-lo até no cinema e alguns chegaram a superar as minhas expectativas até. Muitos são os filmes que 2017 vai trazer e vários são aqueles por que estou morta de curiosidade. Aí em baixo estão alguns que não quero deixar de ver. Ahhh, mal posso esperar!

 

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