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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

20
Mai17

"Serve in Heaven or reign in Hell?"

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Quinta-feira em cinema significa: estreiaaaassss. Estava a morrer por ver este novo filme da série Aliens. Estava tão entusiasmada, tão ansiosa por ver os progressos na história, que decidi, quando soube da longa-metragem, alistar-me como uma espectadora no grande ecrã. Hell yeah: decidi ver o filme no cinema. Não é algo que toda a gente goste: das pessoas com quem me dou sou a única que gosta deste tipo de coisas...exceptuando o meu pai. Eu sugeri-lhe ir ver o filme comigo, mas mesmo que ele não quisesse: eu ia ver sozinha. Ele aceitou a minha sugestão e acompanhou-me nesta quinta, estreando-se no 4DX. Pois é, pois é: não fiz as coisas pela metade. Fui ver um filme de Aliens ao cinema e atirei-me ao estrondo que é uma experiência a 4DX. Foi a minha terceira vez (completa) numa sessão assim e a primeira do meu pai que, pelo que me apercebi, gostou imenso.

Este Alien - Covenant ainda trata de antecedentes dos filmes Aliens: é, como já deve ser sabido, continuação do Prometheus que, por acaso, eu achei fraquinho. Este? Foi melhorzinho. Quando este filme começou, cheguei a pensar que estava super enganada, que não se tratava da continuação da prequela coisa nenhuma porque referências estava quieto. Contudo, estas existiram...mas já quando o filme contava com, pelo menos, trinta/quarenta minutos (ou mais) de exibição. Não é uma sequela literal, coisa que eu pensei que fosse. O que quer isto dizer: ainda que seja continuação do Prometheus, e que venha a explicar o surgimento das criaturas de duas bocas - que eu acho fantásticas - o filme quase parece independente: não relacionado com o seu antecedente e, verdade seja dita, mais do mesmo não só face ao Prometheus como a todos os outros: uma nave grande, uma tripulação à procura de sarilhos, uma exploração que dá para o torto e BAM: temos papa para criaturas que portam ácido nas suas veias.

Em termos de história, o filme não é nada de mais. Nenhum é: é um facto, (fora o primeiro Alien porque foi a novidade); eu sinceramente já contava com este ponto por isso não houve panos para mangas que me fizessem sentir desiludida. O meu fascínio, mais do que tudo, vai para as criaturas. Estava morta pelo tempo de antena dos neomorfos, ansiosa como tudo porque a evolução cinematográfica trás coisas bem feitas e toda a gente o sabe. Há uns tempos atrás deparei-me com um artigo sobre o filme e o que me saltou à vista foi a afirmação do produtor de que a criatura estava mais perversa e...caraças porque, para mim, se houve algo que fez o filme valer algo foram exactamente os bichos de duas bocas: mais inteligentes, mais articulados (ao estilo Samara Morgan), mais mortíferos. A-do-rei. Até agora, foi dos filmes que presentou melhor o público com o terror das criaturas mas, de novo: com as tecnologias de hoje em dia para efeitos especiais não era de se esperar outra coisa. O filme, portanto, mostrou um bom aproveitamento dos recursos para proporcionar ao espectador um filme com bons efeitos visuais.

Por ter ido ver o filme a 4DX fui presenteada com o melhor: cadeiras a mexerem-se como tudo, luzes a simular relâmpagos, fumaça dentro da sala e água a fazer referência à própria e a sangue: cada vez que alguma pessoa morria e sangue era projectado eu levava com água em cima. E quando os neomorfos atacavam? Oh meu Deus: a cadeira atirava-me para os lados, uma fita batia-me nas pernas à medida que os bichos mexiam e atacavam com as caudas. Foi um máximo e potencialmente o melhor da experiência. Já mencionei que levei com água a simular sangue, não já? E que levei com muita água, não é? Quanto mais avançamos no tempo, mais a censura em cinema é posta de parte: é o que é.

Não foi um mau filme, portanto. Fui entretida e o meu gosto, alimentado pela curiosidade, foi elucidado em relação ao aparecimento dos aliens - o propósito da longa-metragem, relembro -. Houve muitas coisas previsíveis, outras um bocado mal feitas, mas tudo é suportado e ignorado pelo tempo de antena dos aliens. São, de facto, a estrela do filme (quando por fim aparecem) e brilham em todo os planos em que aparecem. Em relação à origem das criaturas até que fui surpreendida. Não estava à espera que a coisa tivesse mão de alguém e que [SPOILER] a coisa tivesse sido propositada. Cheira-me que este segmento do que antecede os filme alien a ainda não vai ficar por aqui, o que tecnicamente não é uma coisa má: mais aliens para mim: ah!

07
Mai17

Como assim estive quase uma semana sem postar nada?

Oh-Meu-Deus. Tenho a sensação de que não ponho os pés aqui há milhares de anos e...fogo, porque é mesmo verdade. Cuscar? Isso estou sempre a fazer. Conseguir estar mais do que cinco minutos atenta ao mundo virtual? Só mesmo instagram. Tudo o resto tem sido um bocado difícil quando passei a preencher o meu tempo com uma formação e passei a chegar a casa perto da meia-noite. As energias que gastei durante esta semana não foram bem repostas, mas arranjei finalmente um tempinho para me vir actualizar no mundo virtual. Eis que estou finalmente em frente ao pc decentemente e dou liberdade aos meus dedos para me exprimir. Por isso: olá Miss! Novidades? O que tem acontecido? Bem: cinema.

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Nos últimos dias de Abril, na mesma altura em que os meus pais foram aproveitar o fim-de-semana prolongado, eu fui ao cinema ver o Guardians of the Galaxy 2. Não sou muito de ver filmes da Marvel no cinema, mas sobre este não pensei duas vezes quando soube da sua vinda. O incentivo? Groot. Levei com imensas fotos e trailers com o pequenito adorável e resisti-lo num grande ecrã pareceu-me impossível. Não fiquei nada-nada-nada arrependida da minha decisão quando fui tão bem servida com aquilo que eu vi.

Um dia antes de eu me atirar ao cinema eu vi uma entrevista aos actores em que afirmavam que este filme era melhor que o anterior - confirma-se -; houve quem dissesse que a banda sonora deste era melhor - não sei se é superior mas está muito ao nível da presente no primeiro filme: ambas são fantásticas -; e também foi dito que o principal desde filme eram os próprios personagens e a jornada que os unida mais como família: foi isso mesmo que eu vi. Foi, aliás, isso que me fez gostar realmente desta sequela do Guardians of the Galaxy. Senti que neste segundo estava presente tudo o que faltou ao primeiro e que em termos de história me preencheu muito mais. Está sem dúvida mais engraçado. E mais adorável porque é impossível resistir ao Groot bebé - o início do filme? Está demais -. Inteirar-me sobre os personagens soube-me a tudo e fez-me compreender e aceitar ainda mais a história. Fui para a sala de cinema sedenta pelo tempo de antena do pequeno Groot e acabei a desejar que cada elemento dos guardiões tivesse o seu merecido destaque. Levei com um filme bem feito, cheio de acção, com uma aventura do caraças, surpreendente e que merece um grande nível de recomendação. Com filmes assim é muito fácil perceber o sucesso do universo Marvel.

 

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Sexta-feira fui desafiada pela Daniela para uma ida ao cinema a que eu não disse que não. Falámos e averiguámos o que ver quando os planos estavam a ser feitos todos em cima do joelho, do nada, porque sim e perante o horário tardio acabámos por nos atirar ao The Shack. Quando dos vários em mesa decidi apostar no The Shack eu acreditei que iria ver um filme de mistério. Queria desanuviar a cabeça e achei que o filme se tratava de um thriller dramático que me iria proporcionar uma boa dose de entretenimento, como só um bom mistério cheio de suspense consegue. Bem, eu estava enganada. O filme foi bom: entreteve-me, cumprindo assim o objectivo de um filme, no entanto, o drama nada teve de mistério e eu, em vez de desanuviar, sobrecarreguei a mente com perspectivas sobre o mundo. A carga filosófica que este filme porta fez-me ir para a cama a pensar em como as pessoas encaram a vida, o que esta porta e acordar da mesma maneira.

Estava convicta de que ia ver um filme sobre um homem que fica sem a filha e ao dar com as suas roupas numa cabana ele iria começar a descobrir coisas relacionadas com desaparecimentos de pessoas e, quem sabe, desmantelar o esquema de um assassino ou assim. Aquilo que o filme me brindou foi a história de um homem que vive atormentado pela culpa de ter perdido a filha de vista e levado a que ela fosse levada e morta e ao voltar ao lugar onde as roupas da menina foram encontradas embarca numa viagem de compaixão e perdão pela necessidade de seguir em frente. Não deixou de ser um filme bonito e que contém uma grande carga emocional: [SPOILER] cheguei mesmo a pensar me iria desmanchar quando ele deu com o corpo da filha e tratou de o limpar e deixar apresentável para um merecido enterro. Se há algo que tenho a destacar é o sofrimento que personagem principal conseguiu transparecer. Cada vez que ele enfrentava alguma situação que levava o espectador a pensar, pelo embrulho filosófico que era atirado, eu tentava colocar-me na sua pele e doía. Há coisas que acontecem na vida que não são facéis e é preciso coragem para conseguir lidar com elas.

23
Abr17

"What have we done?"

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Sexta-feira fui ver o Life (Vida Inteligente em português (estas traduções maravilhosas...)). Estava muito curiosa porque adoro filmes de ficção científica que metem vida alienígena ao barulho. Este tinha tudo para me agradar. Não estava muito bem integrada na história, mas sabia que a acção decorria no espaço e que havia um extraterrestre: para mim bastava.

O que mais apreciei foram os efeitos especiais sobre como as coisas devem ser no espaço (apanhei pormenores realmente interessantes neste ponto), a vida alienígena e as mortes. Certo, isto soa mesmo mal...contudo, foi uma boa amostra de como as coisas estão evoluídas e a censura está a ficar para trás: os detalhes dos resultados dos ataques do extraterrestre são curiosos e estão bem feitos.

Senti IMENSAS vibrações de Alien, principalmente do primeiro filme, o que torna muito fácil de pensar que este Life é uma resposta às criaturas de duas bocas, constituídas por ácido e que se multiplicam conforme eu pisco os olhos; uma resposta aquém, mas interessante: eu gostei de ver uma aposta de vida alienígena diferente do que é costume ver-se. Este Life também apresenta algumas cenas demasiado descabidas a que revirar os olhos foi obrigatório. O final: totalmente, completamente, previsível, porém emocionante pelo emprego perspicaz da música que ficou mesmo, mesmo bem.

Eu sabia que o filme contava com a participação do Príncipe da Pérsia, mas, pelos vistos, andava a dormir para não saber que o Ryan Reynolds também dava o ar da sua graça. Fiquei tão bem impressionada com o Deadpool que cada vez que o actor abria a boca era-me impossível não pensar no Wade Wilson: sempre que estava em cena ficava à espera de dicas e que aparecesse de fato vermelho. É o tipo de filme que ao começar já se pode fazer apostas sobre quem irá sobreviver e [SPOILER] ainda que o Deadpool não fique até ao fim, o tempo de antena que lhe foi concedido foi o suficiente para ele se sobrepor aos outros. O Ryan Reynolds tem demasiada presença: é um facto. E eu não me queixo. Melhor do que isto foi entrar nos cinemas e aperceber-me de que estavam a passar Love who loves you back da minha banda favorita. Tipo, what?! Ahhh!

03
Abr17

"They created me. But they can not control me."

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Sinto que a minha miss está a ver a luz do dia depois de vários dias de tanta rebaldaria (o que importa que hoje, mais cedo, tenha feito outro post?). Foram dias de saídas sem intervalos e graças a isso a sensação que eu tenho é que não coloco os pés aqui há uma eternidade. Sexta-feira foram os anos do meu baixista preferido e eu saí à noite com a Smartie para marcarmos os anos do rapaz. Calhou mesmo bem porque a saída fez com que estivéssemos juntas à meia-noite e eu pude dar-lhe pessoalmente os parabéns no início do seu dia de anos. Durante o fim-de-semana também estive ocupada, o que fez com que eu mal ligasse o pc. Sábado foi a comemoração do aniversário da Smartie (sou a mais nova, mais uma vez!). Ela quis aproveitar o dia para satisfazermos a curiosidade em relação ao Ghost in the Shell e quando me informou das suas intenções eu até fiz festa.

Quando fomos à Comic Con no ano passado um dos filmes de que mais ouvimos falar foi o Ghost in the Shell. Vi o trailer vezes suficientes para ficar curiosa e decidir que assim que estreasse eu tinha de ver. Graças à Smartie eu pude ver a longa-metragem pouco depois do seu dia de estreia. Soube, na altura, que era baseado num mangá e que já havia um anime baseado no mesmo, no entanto, eu mantive a minha curiosidade concentrada no filme que ia sair e nada fiz para investigar o que já havia. Fui para a sala de cinema com a mente aberta em relação ao que eu iria ver, sem expectativas e completamente convicta de que o filme que eu iria ver tinha como base a questão da identidade: o saber quem sou. O decorrer do filme fez-me pensar que eu não estava tão enganada quanto isso. Houve várias questões levantadas que giraram em torno do quem somos e também sobre o que faz com que nós sejamos quem somos (aiaii...nem depois de eu ter acabado o curso...).

O que vi deixou-me muito entusiasmada pelos efeitos visuais que estão mesmo muito bons e que me fizeram pensar durante todo o filme em como as tecnologias evoluíram e como a indústria aproveitou bem essa evolução. Foi-me impossível não fazer comparações com aquilo que se vê em filmes antigos e o que se vê nos filmes de hoje em termos de efeitos especiais. Este Ghost in the Shell é um óptimo exemplo da aplicação dessa evolução. Achei a história interessante e as questões sobre o eu bastante óbvias e esperadas (tal como eu disse anteriormente) assim que as notas introdutórias surgiram no início do filme, contudo, não senti a sombra do previsível a pairar sobre a longa-metragem por isso. A interpretação da Scarlett Johansson foi boa e sublinhou no meu cérebro que ela tem jeito para este tipo de papéis. Num qualquer momento do filme foi-me impossível não me lembrar do seu papel como Lucy no filme da mesma autoria: encontrei, de facto, semelhanças na representação das duas personagens.

Senti-me tão bem servida com o filme que a curiosidade com o que já existia despertou em grande. O filme acabou comigo a refilar por não concordar com algumas teorias que eram afirmadas e comigo a dizer que precisava de ver o anime para constatar até que ponto o filme se assemelhava à versão animada. A minha intenção era vê-lo ontem mas no meio de tanta limpeza isso acabou por não acontecer. Decidi que de hoje não passava e, assim que consegui, afiambrei-me ao anime, tornando-se claro, com o decorrer do mesmo, para onde as minhas preferências iriam cair no final de tudo.

Se no filme eu encontrei algumas linhas que achei confusas, no anime dei por mim a precisar de rever e ouvir determinadas cenas porque a minha confusão era maior. Existem várias diferenças, claro. Na opinião que eu formei a diferença de anos entre o anime e o filme nem chegou a ser ponderada; concentrei-me no modo de como a história foi apresentada e não de como esta fora feita em 95.

Senti que em filme a história foi oferecida ao público com mais sentido relativamente a pormenores que, esmiuçados, podem fazer a diferença. Como se nesta versão houvesse a preocupação de criar algo também com cabeça e tronco e não só pés. Foi essa a impressão que o anime me deixou: uma máxima concentração na criminalidade, colocando para um segundo plano (bem grande) o facto da personagem principal ser um robô com cérebro humano, tanto que se no filme isso me pareceu uma questão importante até para a própria Major, no anime isso não chegou a saltar-me à vista e senti tantas coisas por explicar...como a personagem principal passar de Major a ser tratada por Motoko: ou isso me passou ao lado ou então foi mesmo do nada.

O facto de ter achado o filme melhor que o anime não significa que este não tenha apresentado os seus quês. Não percebi, de todo, porque raio falavam em inglês excepto um velhote que falava japonês. Percebi muito menos porque é que todos se comunicavam em inglês com esse velhote e tudo era percebido como se da mesma língua se tratasse. Um só personagem a falar japonês... Não percebi o sentido disto. E discordei na quantidade de vezes que se afirmou que o indivíduo não se afirma pelas suas memórias mas sim naquilo que faz. É uma afirmação que dá muito pano para mangas: não me façam falar...

Mas há coisas boas que tiro desta longa-metragem e que devem (voltar a) ser mencionadas: 1) gostei e achei realmente interessante o que vi, 2) depois de ter visto o anime considero que, em filme, Ghost in the Shell foi melhor explorado, (pelo menos esteve mais ao meu gosto), e 3) a química entre a Major e o Batou. Sou parvinha pela ideia do amor e posso ver coisas onde não existem: é um facto. Mas eu bem senti ali uma tensão que me agradou e essa esteve presente tanto em filme como no anime: yey!

24
Mar17

Uma rosa encantada (no meio de tulipas).

Pois é, pois é. Estou de volta... Nunca um olá me foi tão complicado de dizer, acho. Ainda que por vezes eu me ponha com ausências devido a viagens desta vez foi diferente por a ausência se ter dado para o estrangeiro. Fui a Amesterdão, voltei e o regresso teve um gosto tão amargo...não estava pronta para abandonar aquela cidade e para definir a mesma como memória. Amesterdão ganhou mesmo um pedaço do meu coração, tal como eu esperava, e eu sinto falta do seu frio (ainda que por vezes insuportável) dos seus canais, dos sinos das igrejas, da animação da praça principal, da sandes de peixe típica de lá que era mais que boa. A minha mente ainda é toda ela uma tulipa, mas nada como uma história com uma rosa encantada para me ajudar a suportar as saudades daquele pedaço que vi da Holanda.

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Quando digo que estava para morrer com a ideia de ver este filme eu não brincava. Porque finalmente, FINALMENTE, a Disney tinha decidido pegar numa das minhas histórias preferidas desde sempre. Isto é tão pouco usual. Ainda que tenha gostado do live-action da Cinderella a verdade é que a história não me trouxe satisfação em proporções desmedidas. Sim, adorei o filme. Sim, adorei que estivesse tão parecido à animação. Não, não me desiludiu nem um pouco. Contudo, convenhamos: a história da Cinderella e da Branca de Neve são aquelas em que mais se pega para fazer filmes e eu estava sedenta por uma oportunidade à Bela e o Monstro.

Fiquei tão feliz quando foi anunciado, ainda mais feliz e ansiosa quando comecei a ver fotos, teasers, trailers e afins. A coisa estava mesmo a tomar forma de longa-metragem e a Disney iria presentear o público com um monstro nada aldrabado! No seu dia de estreia eu já tinha nos meus planos a Disney no Gelo e por isso não consegui ver o filme logo-logo que saiu. Nem nos dias seguintes porque, pronto, fui para Amesterdão (aiiii!). Então quando fui ver esta preciosidade? Quarta-feira. Um dia depois de voltar a terras lusas, a morrer ainda mais de curiosidade porque na altura já uma data de pessoas tinha visto e eu andei a cuscar opiniões e comentários: tudo o que eu vi foi uma garantia de que a Disney, mais uma vez, iria deitar-me por terra: nada que eu não estivesse à espera.

Isto sou eu a fazer um post a recomendar um filme, não para dizer que já vi e que, basicamente, chorei do início ao fim...ainda que isso tenha acontecido assim que apareceu o castelo que deixa claro que o filme é da autoria da Disney. O filme tem diversos momentos que me deixam sensibilizada na versão animada e foi impossível não ficar de olhos aguados ao ver isso tudo tão bem posto em live-action.

As minhas expectativas estavam mesmo muito elevadas por uma data de componentes: o elenco, o facto de ser Disney, gostar tanto e ter sido tão bem servida durante anos com a versão animada... No entanto, a preciosidade que está este Beauty and the Beast superou o que eu esperava. Fui presenteada com uma história que eu adoro e que conseguiu ganhar mais forma, aperfeiçoada com pormenores. Tudo parece ter ficado mais esclarecido no live-action. Houve, sem dúvida, mais atenção dada aos detalhes, à história dos personagens que os levou até ao ponto em que nós os conhecemos. Eu gostei mesmo muito disto.

Este Beauty and the Beast não deixou de ser composto pelas músicas características da animação e até por falas: há um todo que remete uma pessoa ao filme de 91 e eu toda me tornei líquido ao apaixonar-me por esta versão da história. Foi como se me tivesse a inteirar da história pela primeira vez, como se eu nunca tivesse conhecido o Monstro e a Bella e todos os objectos animados que durante anos me fizeram as delícias. O filme está muito-muito fiel à versão animada, ainda que não a siga à risca. Reconheci coisas que sempre conheci, mas também fui capaz de identificar aquilo que, para mim, corresponde a situações da versão original. Então, posso dizer que este filme corresponde a uma perfeita combinação entre o que é dado da história original e do filme da animação com aperfeiçoamentos nos próprios personagens, fazendo com que estes façam mais sentido e, por sua vez, acabem por melhorar a história em si.

Recusei-me a sair da sala de cinema até o castelo da Disney voltar a aparecer após o fim dos créditos. Até lá, fui chorando porque não há muito mais que eu consiga fazer quando oiço a Beauty and the Beast, recordando os meus momentos preferidos do filme tão bem feitos neste live-action. Tem tudo para ser um dos melhores do ano e sem dúvida que o é para mim. Quando penso no que vi toda a minha mente explode em cores e em loiça dançante...no meio de tulipas (owww). Estou tão mortinha por ver o filme outra vez! E está super recomendado! Este é um daqueles filmes em que dizer que amei parece pouco.

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