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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

31
Mai17

Vem aí a Feira do Livro.

É o último dia do mês e com isso já se avizinha aquela altura do ano que vira o Parque Eduardo VII o centro das atenções. Dá mesmo para acreditar que a Feira do Livro começa amanhã? O meu espírito está ao rubro pela ideia antecipada do que vai acontecer: o passear entre os livros, olhar como quem não quer a coisa para alguns escritores e marcar na lista mental que já vimos x e y ao vivo, a ronha no parque com uma bebida fresca e um saco na mão já fruto de compras, música ao ar livre e a certeza e que há poucas coisas melhores que aquilo. Este ano já me organizei antecipadamente. A uma semana e qualquer coisa já tinha feito uma lista com os meus interesses, devidamente marcados por editora, preços e se já entram na promoção louca da Hora H. Não me espalhei ao comprido e compus uma lista de quilómetros, a minha, com um bom espaçamento duplo, não tem mais de uma página e meia. Dou sempre margem para aqueles livros que depois em feira encontro e acabo por levar porque sim. Este ano também há a novidade de eu levar mais dinheiro do que é costume devido há formação que me ocupou durante este mês. Eu sei o que toda a gente está a pensar: é desta que ela se espalha ao comprido. Eu também poderia pensar que sim, contudo, o meu lado racional ainda me mantém com os pés assentes em terra. Estou, no entanto, curiosa: o que terá a Feira do Livro de Lisboa reservado para mim este ano?

12
Jun16

Feira do Livro.

20160612_153034.jpgA Feira do Livro em Lisboa vai terminar amanhã e eu já fechei a minha loja, sem planear voltar. Para o ano há mais. Muito, muito mais, principalmente porque muitos dos livros que desejo vão ficar a metade do preço no próximo ano. Então, sim, preciso de ter um orçamento semelhante ao deste ano em 2017 - argh, estas projecções temporais fazem-me sentir como se o tempo escapasse por entre os meus dedos, socorro! -.

A última vez que lá coloquei os pés foi na quinta-feira, o último dia das promoções a metade do preço, acho; imagino que não o vão fazer amanhã, no último dia, certo? Porque isso já me aconteceu. Ir lá com o intuito de usufruir da Hora H e não ir haver porque a feira estava prestes a terminar. Anyway, fui depois de um ataque de nervos por causa de um trabalho que estava a fazer que me levou a um choro desgraçado. O meu pai teve de interferir e tudo para me ajudar a colocar a cabeça no lugar; levar-me à feira do livro também ajudou a apaziguar-me. Cheguei lá a faltar 15 minutos para a feira terminar e, em consequência, a Hora H, mas consegui o livro que queria. O melhor de tudo? Foi oferecido. O que levou a que eu ficasse com dinheiro no bolso.

Desde o meu último post sobre a feira do livro eu apenas li mais um - ontem, por acaso -. Estive a semana toda sufocada com trabalhos para entregar e por isso mantive os bálsamos para a alma afastados das minhas mãos. Ontem devorei o Paixão sem Limites e ainda que não tenha achado uma leitura de 5 estrelas, foi agradável e eu gostei muito. Gostei o suficiente para me ir pôr ir ler o segundo e terminar ontem também. Falta-me, então, o último relativamente ao casal deste Paixão sem Limites, no entanto, acho que em vez de me atirar já a ele vou ler um dos pequenos da Nora Roberts que eu comprei.

Ora bem, balanços: este ano concluí o meu saque à feira do livro com 16 livros. Oh-meu-Deus: 16. Porque, relembro, esse livro da Linda Howard corresponde, na verdade, a 5. Comprei tudo o que desejava e constava na minha lista como prioridade. A única coisa que acabei por não levar foi só mesmo Gerge R.R. Martin pelos preços. Mas várias são as vezes que há promoções em relação à saga de A Guerra dos Tronos: é manter-me atenta e, quiçá, até ao final do ano arranje o segundo volume (aka, a outra metade do primeiro livro).

Dos 16 livros, 3 foram ofertas, portanto, o que eu gastei corresponde à compra de 13 livros. Gastei mais em relação ao ano passado, mas trouxe mais livros em relação a 2015 e o meu orçamento também era maior. Os meus gastos ficaram acima dos 70 euros, o que me deixa azul. 77,42 euros, na verdade. Contudo, nada que um balanço de poupança para me acalmar o espírito: segundo a soma dos preços de editor de tudo o que adquiri, os meus gastos seriam exactamente 183,63 euros. (Pausa para recuperação). Subtraí o que na verdade gastei na Feira do Livro este ano e a poupança foi nada mais do que 106, 21 euros. Nada, nada, nada mal mesmo! Assim vale super a pena, uhuhhhhh!

07
Jun16

86ª edição da Feira do Livro - parte 2, 3 & 4.

No dia 1 de Junho aventurei-me na minha segunda ida à feira do livro. Era dia da criança e eu queria aproveitá-lo para dar mimos a mim mesma, depois de ter percebido que as coisas com as aulas e o trabalho que tenho tido com a escola tem, de facto, corrido bem e isto ser reconhecido por professores. Eu quis comemorar. Quis brindar o meu esforço com algo que eu gosto e nada melhor que livros novos para acarinhar o meu espírito.

20160603_001949.jpgFui com o propósito de usufruir da Hora H, aquela hora mágica em que determinados livros ficam a metade do preço. Eu estava com a minha lista: às 22h comecei a riscar. Pude levar mais do que contava porque o meu pai ofereceu-me um e o meu avô deu-me um mimo monetário por ser dia da criança. O resultado da hora H? Cinco livros. Um foi oferecido, o Emoções Proibidas, e outro, o Amor por Encomenda, saiu-me a preço de feira porque, além de ser recente, pertence à Topseller que não participa nesta hora-da-loucura. Poderia ter levado mais livros se não tivesse levado este último, contudo, estava muito ansiosa por o ter. Em casa, já tinha lido dois capítulos para saber o que o livro me iria reservar e acreditando que não iria levar mais livro nenhum que entrasse na hora das promoções, e fosse prioridade, eu comprei-o. Bem, enganei-me. Duplamente, por acaso: porque percebi que vou levar mais um livro na hora H e, sim, afinal vou comprar mais um livro da Nora Roberts.

Actualizei, finalmente, a minha colecção de livros cá em casa com Sylvia Day e faço planos de assim o fazer de novo no próximo ano com os restantes que não entraram na Hora H deste ano. Para minha felicidade, aquele que eu estava mais ansiosa por ler entrou na promoção dos 50% ainda este ano.

Como requisito obrigatório eu tinha o livro a Samantha Young. Infelizmente, que eu saiba, ainda não saiu mais nada desta autora cá em Portugal o que é realmente uma chatice. Fiquei tão bem impressionada com o seu Não te conto o meu segredo que estou mais do que ansiosa para me afiambrar a este Tatuado em mim. As minhas leituras não param e ainda que eu esteja mortinha para ler este último a verdade é que estou a tentar fazer render o peixe: quando mais tempo demorar a pegar no livro, por mais tempo ele me vai durar.

20160604_204859.jpgVoltei a colocar os pés mais duas vezes na feira depois de ter ido a esta Hora H. Sábado e Domingo. Foi no primeiro dia do fim-de-semana que trouxe mais um bichinho para casa. Quando este livro da Abbi Glines saiu eu mantive-me atenta a ele. Pareceu-me um livro light que eu haveria de gostar mas o facto de não ser muito grande e de se pedir quase 20€ por ele, e de ter continuação, desmotivou-me a fazer a sua compra. Nesta feira eu encontrei-o a 5€ na banca da Saída de Emergência na zona dos livros usados e sábado trouxe-o para casa. Como sou uma totó, só depois de o comprar é que me dei ao trabalho de ir à internet e constatar que, ao contrário do que eu pensava, foi o único livro da saga que foi editado em Portugal. Mas, ao mesmo tempo, desembaraçada, já solucionei o meu problema e já arranjei meios para ler a continuação.

Foi no sábado, também, que passei em vista por uma data de escritores conhecidos. O meu pai foi com os seus livros para a feira com três autores em mente que iriam marcar presença para sessões de autógrafos. Eu? Fui com a máquina fotográfica atrás, divertindo-me a registar-lhe as memórias em provas visuais.

IMG_4266.JPGTive o prazer de ver o Simon Scarrow a falar e a responder a perguntas sobre a sua escrita e os seus livros. A atenção que lhe dispensei não foi muita porque para poupar tempo aproveitei o seu tempo de antena para ir à banca da Saída de Emergência comprar o Paixão sem Limites. Perdi mil anos para levar um livros de 5€ porque os funcionários se lembraram todos de abandonar a ponta onde eu estava e a única funcionária que ali estava achou que seria muito mais pertinente pôr-se a contar dinheiro em vez de atender uma cliente. Depois, quando por fim achei que iria ser atendida, um velho passou-me à frente e ocupou a minha vez, ignorando completamente o facto de a rapariga que me ia atender ter afirmado várias vezes que eu estava ali há muito mais tempo e à frente do senhor. Estava um calor desgraçado, o sol queimou a minha pele o suficiente para me deixar os ombros castanhos, eu estava a derreter a olhos vistos e mesmo assim mantive-me na minha, à espera que alguma alma caridosa tivesse pena de mim e me viesse atender. Pelo tempo que estive à espera, recebi mais uma bolsa da Nora Roberts e um pacote de chá: obrigada.

IMG_4323.JPGTive igual oportunidade de voltar a ver o Domingos Amaral. O meu pai já tinha trocado dois dedos de conversa com o senhor numa outra edição da feira do livro, mas este ano estava precavido com os seus livros para assinar. Registei igualmente o seu tempo de antena com o escritor, pronta para o terceiro encontro com outro escritor: António Lobo Antunes.

IMG_4352.JPG Não estou familiarizada com o trabalho do senhor, mas sei o quanto o meu pai o adora, sei como o meu pai o considera seu ídolo. Estava nervosa por ele, por ir falar e desfrutar da companhia de alguém que significa tanto para ele. Até à vez do meu pai, eu fiquei a observar o sr. ALA para com os outros admiradores. Ri-me com a sua simplicidade e honestidade e assim que o meu pai se sentou a seu lado: click, click, click: registar tudo. Apercebi-me do momento em que ele falou ao sr. ALA do meu tio e meio relembrou que este tinha tido algum contacto com ele. Foi aí que tive de me esforçar para não chorar. Estava eu emocionada pela lembrança, a minha mãe pelo mesmo, o meu pai idem-idem-aspas-aspas, e o escritor pela lisonja. Ele sorriu, emocionado, fez uma festinha ao meu pai em conforto e eu sorri, feliz pelo que o meu pai deveria estar a sentir naquele momento. Diz que não é muito comum o sr. ALA fazer tais demonstrações de carinho; fiquei contente por o meu pai o ter feito sorrir.

IMG_4682.JPGDomingo foi a vez do José Rodrigues dos Santos. O calor não era tanto como no dia anterior o que ajudou a que a espera na fila para receber um autógrafo não fosse muito penosa. O meu fim-de-semana foi passado em encontros com escritores e leituras o que acho ser a combinação perfeita. O meu pai esteve mais uma vez com alguém que admira, eu registei o momento e apreciei o facto de o meu pai estar feliz.

Desde que a feira começou adquiri já quinze livros, dois deles como ofertas. Já li dois destes quinze: o Perdida e o Amor por Encomenda e, ainda que esteja prestes a sufocar com trabalhos, já tenho o próximo livro pronto a ser devorado. Faço balanços positivos das minhas leituras. Ambas, histórias de amor com humor, lights, e que não me deixaram arrependida por os ter adquirido. O Amor por Encomenda foi só a marcar pontos comigo. Menções a Grease, Star Wars? As filhas do irmão da personagem principal possuírem o nome de personagens estrondosas da Irmandade da Adaga Negra? Melhor que isto só Disney. Estou realmente satisfeita; só instigaram o meu gosto pela leitura e neste momento só quero mais e mais. Que venha o próximo!

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