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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

08
Jan17

Na primeira semana do ano...

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Para quem não via filmes novos há muito-muito tempo, na primeira semana de 2017 não estive nada mal: 16 filmes. Dá para acreditar? Assim quebrei o jejum - uhuhhh! -.

Ora, o que tenho a salientar destes filmes: Os dois últimos (Mortys e Piper) são curtas metragens e a última, da Pixar, é realmente deliciosa de tão querida. Tudo o que aí está são filmes que fui vendo ao longo da semana. Os últimos quatro filmes vi-os hoje. Esse Frozen, tanto quanto percebi, é algo baseado num livro e a inovação está no facto dos personagens serem em Lego. Como uma fan da Disney um bocado farta da música da Elsa, quer na sua versão original ou na portuguesa, tenho mesmo de dizer que foi um bálsamo divertido para o meu espírito ver as insinuações da música ao longo do filme sempre cortadas propositadamente. Fez-me pensar que não devo mesmo ser a única farta da música.

No dia de Natal? Quando deu o filme na Sic? Pensei que não seria capaz de o ver. Foi e ainda é um pânico para mim ver o Frozen e a música da Elsa a serem espremidos até ao tutano. Acreditei que a exploração da animação fizera com que eu não apreciasse o filme como tinha feito ao início, contudo, assim que o filme começou a dar na televisão eu fui acompanhando-o. Fui-me divertindo com a Anna na sua busca pela irmã e não só fui capaz de suportar a música da Elsa como cheguei a cantar um bocado. Fixe. Mas nada disto significa que não ache desesperante o mundo só ver Frozen à frente. Porque Frozen significa música da Elsa e isto é um pânico. Quer dizer, o filme tem mais músicas e muito mais giras! Mas enfim, entendo: a loirinha tem magia. Anyway, pontos para o filme do Frozen em Lego. Obrigada por não me terem atirado com a música da Rainha de Arendelle.

Na minha primeira semana de 2017 também fui finalmente capaz de ver o Arthur e os Minimeus 3 e assim encerrar o capítulo que ainda mantinha em aberto por ter visto o segundo filme. Surpreendeu-me pela positiva e sem dúvida que veio passar corrector na impressão de A Vingança de Maltazar que ficou no meu cérebro sem uma grande opinião a seu favor. No mesmo dia satisfiz a curiosidade relativamente ao Night at the Museum 2.

Cheguei a ver um filme em anime. Foi um tiro dois em um: tirar a barriga de miséria dos filmes e animes que há meses (muuuuuiiiittttoooooosssss meses) não era capaz de ver. Esse (descodificando o que aí está escrito): I Want to Let You Know That I Love You foi uma coisa querida, não muito longa (infelizmente) cujo título me faz MESMO pensar numa fanfiction inacabada que fiz e tenho a apanhar pó nos meus arquivos.

Da lista saliento dois com a mesma temática: After the Ball e A Cinderella Story (if the shoe fits): Ambos têm muitas raízes da famosa história da Cinderella e ambos me fizeram lembrar o filme She's the Man: o primeiro num sentido mais literal - não sei se isto conta como um spoiler a sério quando é algo que está no trailer (eu fui verificar) -.

So: o que tenho mesmo a salientar da lista dos primeiros filmes do ano? Tão fácil (e tão bom começar o ano a já conseguir recomendar filmes): Alexander and the Terrible, Horrible, No Good, Very Bad Day e Sing. Estava a par de ambas as ideias como base para os filmes e consegui ver, sair satisfeita de expectativas correspondidas. O Alexander e o seu péssimo dia conseguiu surpreender-me por ser melhor do que eu pensava e por trazer ideias e maneiras de pensar importantes. Gostei de ver um filme em que o filho mais velho não era um cabeça oca só com olhos para a menina bonita da escola e seu pau mandado. E o conceito de família que o filme dá é maravilhoso, além de uma lição importante. E Sing. Oh meu Deus. Foi muito melhor do que eu esperava! Estava mortinha por o ver. Andei a levar com o trailer na Comic Con de quarentena assim como com posters pelas ruas do Porto a fazer publicidade à longa metragem. Percebi, depois de ver o filme, que é uma publicidade totalmente justificada e acho mesmo que é um filme a ser visto. É tudo muito leve para as crianças, mas, for real: está ali algo com qualidade que espero que não passe ao lado por ser com animais. 2016 ofereceu bons filmes em que a civilização era composta por animais. Zootopia foi fantástico e superou as minhas expectativas. Com este Sing a situação foi igual. Muito bom. E super recomendado!

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