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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

05
Set17

A minha ausência tem nome.

Sinto que cada vez que apareço na miss acabo a arrancar das paredes os cartazes que dizem "PROCURA-SE". Eu tenho o que dizer sobre isto. Primeiro: porque não se estende o tempo? São muitas coisas a fazer em pouco tempo: é o que me parece. Tento ter mãos para tudo mas não ainda não o consigo, é um facto. Segundo: Algarve. As minhas folgas têm sido tão bem aproveitadas que nesta última semana usufrui delas em terras Algarvias. Foram três dias mesmo bons. O Sol esteve sempre abrasador, mas a água um sonho. É tão engraçado... quanto menos tempo temos para usufruir das coisas, mais valor damos ao que experienciamos. A palavra do dia em todo o tempo que estive no Algarve? Magia.

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25
Ago17

A 200 km/h.

As vezes que eu já iniciei posts e estes acabam por ficar nos rascunhos, inacabados, contam-se pelos dedos da mão. O tempo não pára e quando dou por isso já está na altura de ir ajudar pessoas. E quando chegam as folgas? Não fico de rabo enfiado em casa, o que faz com que eu continue sem me agarrar ao tempo disponibilizado para fazer até uma das coisas mais fantásticas de sempre: nada. Desde as minhas folgas da semana passada o que é que já aconteceu? Fui a dois concertos, passei tempo de qualidade com a família, ajudei pessoas, fiz algumas compras, atirei-me a bebidas deliciosas (com e sem álcool), passear por Sintra e deixar mais um pouco do meu coração naquela vila. Amanhã? Recomeça tudo de novo com a diferença de ter conseguido uma abertura, hoje, para marcar o ponto na miss. Tenho passado os meus dias a 200km/h, a dormir pouco e a fazer mil e uma coisas. Bem se diz que se queremos: conseguimos fazer tudo.

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11
Ago17

Uma semana depois...

Eu não desapareci do mapa! Quer dizer: voltei há quase uma semana e estive até então sem dizer nada: tecnicamente desapareci, mas não deixei de estar por perto - não tanto quanto é normal, verdade -.O que se passou? Bem, voltei de Braga sábado e até então o meu pc esteve subterrado por roupas. O acesso foi impossível. Num dia decidia retirar o pc dos escombros, noutro momento desistia para ver programas de culinária ou já tinha outras coisas para fazer. Mas eu estou aqui. Voltei de Braga cheia de recordações e com um gosto especial por Mojitos de Morango. Quero tanto voltar a viajar...

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31
Jul17

Oceanário de Lisboa

E Julho chegou ao fim. Sinto que este mês passou a correr. Mas...não passam todos? Escolhi o primeiro fim-de-semana do mês para dar a minha prenda de aniversário às minhas irmãs. Ainda que no dia um de Julho eu lhes tivesse oferecido um pequeno mimo, o meu verdadeiro presente foi dado dias depois. Decidi, ainda em 2016, que este ano iria fazer os possíveis para oferecer como prenda uma ida ao Oceanário. As minhas irmãs não iam lá há imenso tempo e eu estava morta por regressar, principalmente depois de me ter sido oferecida uma máquina xpto. A última vez que lá meti os pés tinha sido há uns dois anos e todas as fotos que eu tirei foram com um telemóvel fraquito. Queria mudar a situação dos meus registos e envolver-me na magia daquele ambiente aquático porque não consigo cansar-me disso. Sobre os meus registos? Fogo, a coisa melhorou. Foi difícil arrancar-me de perto das lontras, das alforrecas, dos peixes palhaço. Sinto que dá para fazer melhor, mas o que consegui já está num patamar bem superior aos registos da última vez. Em baixo deixo a ponta do icebergue das muitas fotos que tirei. Melhor do que isto só mesmo pensar que ofereci uma prenda boa às minhas irmãs. Elas mereciam.

 

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10
Jul17

O que foi isto que eu li?

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Há uns tempos acabei o segundo livro dos novos que adquiri na feira do livro. Estive com ele por mais de duas semanas e a demora foi sustentada pela minha falta de vontade em lidar com algo que foi mais do mesmo. Só de pensar que na feira acabei por adquirir o resto da trilogia... O que o primeiro me proporcionou faz-me questionar sobre a qualidade dos seguintes.

Depois de eu ter lido o Protector, atirei-me ao Amante da mesma autora convicta da qualidade. Desta vez, em vez de um guarda costas e a menina bonita do papá eu iria ser brindada com uma designer de interiores e um homem podre de rico, aristocrata (acho que era o que estava apontado na sinopse), e eu pensei: que fixe, nunca li nada com uma rapariga com uma profissão destas. Já adivinhava o tipo de homem com que iria lidar mas estava de bem com isso: se a escritora soubesse o que estava a fazer, de algo que já está mais do que batido poderia sair algo agradável de se ler. A questão foi que aquilo que encontrei revelou-se exactamente o oposto depois de eu ter sido eludida com os primeiros capítulos.

Eu acreditei mesmo que iria gostar da história. O tipo de homem que o Jesse, o protagonista, é ficou à vista no início e eu fiquei satisfeita por me deparar com uma mulher com atitude, uma mulher que se impunha e não se deixava levar só porque o rapaz era bonito e poderoso. Contudo, o início do livro não passou disso mesmo: uma ilusão. Uma aldrabice bem diferente do que está mais para a frente.

Quebrei completamente o nível de leituras que andava a ter, passei de quatros (para cima) para um dois e meio; esse meio graças ao início e final do livro. O miolo? Tudo a mesma pasmaceira. Sexo, sexo e sexo. Foi uma história sem essência que em quinhentas e poucas páginas deu mais do mesmo e roda tudo o muito improvável. Foi mais um relacionamento repentino e isso leva-me a questionar se a autora conhece outro tipo de relações.

Este livro despertou uma data de sentimentos negativos em mim que eu às tantas fiquei confusa quanto àquilo que mais me desagradou: o livro ser mais do mesmo, a personagem feminina se ter revelado a coisa mais desenxabida ou o personagem masculino. Eu até então costumava apreciar a minha lista de personagens masculinos que adoro. Pela primeira vez criei uma categoria contrária. Achei este Jesse tão abominável que me é verdadeiramente complicado de entender como é que na sinopse está escrito que as mulheres se vão render a este homem. Ele é possessivo, obsessivo e, claramente, tem alguma perturbação mental para agir como agia para com ela. Vestir-lhe uma camisola à força porque não quer que o seu amigo a veja de top e calções, obrigá-la a fazer o que não quer, destruir-lhe um vestido em farrapos porque acha ser demasiado curto e não quer que os homens olhem para ela é a ponta do iceberg do terror que é este Jesse. E a miúda? Tão bipolar. Tão depressa está zangada como muda de atitude a um suspirar do homem - num sentido literal! - e já está a achar aceitável o facto de ele lhe estragar as roupas e de lhe comprometer o trabalho. Se houve coisa que este livro me ajudou a estabelecer foi o tipo de personagens que eu não gosto de todo.

Terminar este livro foi um alívio e deixou-me sedenta por um livro com cabeça, tronco e membros: uma coisa decente. O seguinte das leituras por que estava ansiosa foi o Dúvida Razoável. Um obrigada GIGANTE à Whitney G. por me ter ajudado a limpar a mente do desastre que foi o Amante. O Christian Grey ao lado deste tipo? É um santo. 

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