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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

31
Dez17

Último post do ano!

(A ginástica que fiz para conseguir realizar dois posts no mesmo dia!)

Passei os últimos dias e em grande parte do dia de hoje a pensar nas coisas maravilhosas que obtive neste ano: experiências, memórias, bens materiais, os risos... é fácil pensar em 2017 e sorrir; esta ideia deixa o meu coração verdadeiramente cheio. Neste momento tenho toda a minha família na cozinha. Oiços a rir, a fazer piadas e a propagar a boa energia enquanto fazem os petiscos para a passagem de ano. Sentir as pessoas felizes deixa-me igualmente feliz e espero mesmo que a explosão de boas vibes que sinto seja um iman para coisas boas no próximo ano. É da praxe afirmar o desejo de que o próximo ano seja melhor que os seus antecessores, o que eu espero, e faço figas por obter, é um ano com tão boa carga como estes que passaram. 2018 ainda não chegou mas já o adivinho grandioso. Boas entradas!

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31
Dez17

2017 em meia revista. - II

A segunda parte do meu ano em revista, percebi, já desfolha os capítulos do melhor do meu ano. A segunda parte da história é dedicada às artes. O post deveria ser um evocar das coisas que gosto: filmes, livros, música... no entanto, ler tem sido uma mentira como já várias vezes disse. Este ano o meu goal de livros lidos ultrapassou, por pouco, a metade e com o pouco tempo que eu passei a ter decidi que em 2018 a minha meta de 50 livros irá passar a 20. O meu tempo é tão reduzido...se em 2018 conseguir ler pelo menos 20 irei ficar feliz.

Filmes, por acaso, tem sido o meu escape. Passei a usar os meus pedacinhos de tempo livre para ver filmes. Tenho-me desleixado com isso também e perdi a conta (e a memória) há quantidade e quais os filmes que vi desde Agosto. Foram vários. Vários e de diferentes estilos. Tanto me atirei a animação - como o Mune, guardian of the moon -, a filmes de acção - a memória falha-me por completo aqui - romance, drama, comédia - outras falhas de memórias profundas aqui - sem esquecer de terror. Na altura do Halloween andei a ver de quarentena filmes de terror e outros mais leves em alusão há época: em 2017 vi pela primeira vez o muito conhecido Hocus Pocus: adorei. Andei a servir-me em casa, portanto, daquilo que deixei de ir ver fora de casa. Se cinema era uma constante no início do ano isso parou após eu ver o Cars 3 e não por falta de vontade ou por desprezar os filmes que andavam e andam em exibição. Tudo se resume ao mesmo: se o meu tempo é apertado ao ponto de eu não conseguir pegar num livro e ler mais do que um capítulo de seguida, cinema é mesmo de quando em vez. Encerrei as minhas relações com o cinema por este ano e sinto-me satisfeita por as últimas idas terem valido a pena.

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O meu Novembro, este ano, trouxe-me uma data de coisas e memórias boas.Tratando-se de um mês de estreias para filmes Disney eu estava em pulgas para fazer parte do Universo da nova animação. A Disney deixa-me sempre com boas impressões dos seus projectos - já toda a gente o sabe -, ganhou infinitamente o meu coração no início do ano com o live action d'A Bela e o Monstro, despedaçou-me com o Cars 3 no Verão e amoleceu-me pela enésima vez com o Coco que é, de facto, uma das melhores histórias e um dos melhores produtos da marca. A fasquia está sempre a aumentar, é um facto. Achei um filme bem disposto e divertido que, além de dar que pensar, apela a belas noções de família que tocam até a um coração duro. A paixão do Miguel conquistou-me, a sua energia e a sua luta pelo que amava. É mais uma bonita história de amor da Disney/Pixar: amor para com a família, para com os amigos, para com o que sonhamos.

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Eis o último filme que vi este ano no cinema. Estava muito ansiosa pela estreia deste bichinho porque o Jason Momoa é um pedaço de homem que caiu do céu. Queria muito ver o Batman vs. Superman por pensar que ele já lá entrava. Depois veio a desilusão com a falta desse homem na longa-metragem e por fim a alegria pela vinda do filme que iria contar, de facto, com a participação de um pedaço de mau caminho. Sim, quis ver o filme só por aquele pecado. Quem não?! Entretanto, já conhecia o filme da Wonder Woman e estava ansiosa por a ver em acção novamente. Este filme surpreendeu-me, já agora. Pela positiva. Não costumo colocar as mãos no fogo pelos filmes DC no entanto este não me desiludiu. Uma longa-metragem DC não chega aos calcanhares da Marvel mas este produto não estava nada, mesmo nada mal mesmo.

 

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E música? Ohh, passei por experiências incrivelmente boas. Logo depois de vir de Braga eu tive a oportunidade de ir ao concerto do Ben Harper. Pensei que não iria ter possibilidade de assistir, mas fui surpreendida por um presente. Foi o primeiro concerto a que fui em que estava super descontraída com as horas e não senti urgência em estar na fila para entrar desde cedo. Cheguei ao Coliseu a meia hora de as portas abrirem e fiquem num bom lugar, não ficando na primeira fila junto ao palco por opção. Foi dos melhores concertos a que já assisti, fiquei completamente deliciada e apaixonada pelo talento do artista que, sozinho em palco com uma guitarra, me proporcionou mais de duas horas espectaculares. Curiosamente, nesse dia descobri que uma pessoa que me é importante chegou a conhecer o Ben Harper num bar. Deve ter sido fantástico.

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Sensivelmente uma semana depois fui ver o Diogo Piçarra pela terceira vez. Foi, até, a primeira vez que me atirei aos concertos das festas de Corroios e, ainda que não tenha gostado da confusão, o concerto proporcionou-me boas memórias. Foi à semelhança de concertos passados que já  tinha assistido do Piçarra com a diferença de este ter músicas novas. Ouvir uma das músicas que mais gosto ao vivo - só existo contigo - foi das coisas mais mimosas que eu assisti. Cheguei a tocar nele por várias vezes quando esteve junto ao público. Ainda que me lembre bem da sensação da pele fria do seu tronco nu é mesmo a ideia dele a cantar as partes das músicas que mais gosto que me lembro em prioridade.

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Outubro não me ofereceu o último concerto do ano, mas proporcionou-me a oportunidade de ver o John Legend pela segunda vez. Apesar da confusão que se gerou a meio do concerto com uma miúda que não tinha a mínima decência nem respeito pelas pessoas que também estavam a assistir ao concerto (ia havendo molho e tudo), este concerto foi bem-BEM melhor que o primeiro que assisti dele no Meo Arena. Com a saída do novo álbum, o concerto contou em grande parte com músicas novas (boas) mas os grandes clássicos da sua carreira não ficaram de fora (ainda bem!). Tenho a salientar o espectáculo visual que foi igualmente apresentado na exposição das músicas. A magia presa na minha cabeça associada ao primeiro concerto não foi perdida, mas este último concerto do John Legend foi mesmo muito melhor!

23
Dez17

2017 em meia revista.

As coisas têm demorado muito, muito, muito, (inserir mais uns mil "muitos") muito a sair. O facto de me ter habituado ao meu horário de ajudar pessoas não deixou os meus dias mais organizados. Continuo a sentir que os dias são demasiado curtos para o tudo que quero fazer. Ler livros? Tem sido mentira. Vir para o computador? Tornou-se raro pela escassez de tempo e o problema que tive com a máquina não ajudou nada. Se tenho tempo livre? Tenho, no entanto, quando este aparece, surgem igualmente milhentas coisas para fazer, coisas a que normalmente não me consigo dedicar. Há coisas que ficam para trás, como se vê. Tenho saudades de pegar num livro e de o devorar num instante, tenho saudades de transportar a minha ronha para o pc.

Tenho saboreado a definição de "escolhas" ao pormenor. Deixo coisas de parte e aproveito outras: passeios, ias ao cinema, concertos, viagens...coisas e momentos que não quero deixar de referir para mais tarde recordar e por isso mesmo esta meia revista. Desafiei-me a actualizar o meu 2017 na miss ainda no presente ano. Vai ser difícil (ando sempre com muitas coisas para fazer e o tempo é apertado) mas não é impossível. Bora lá!

A minha quebra para com a miss deu-se em Agosto, um mês que me trouxe uma data de memórias deliciosas. No início do mês aproveitei as minhas folgas e fui a Braga. Lembro-me frequentemente dos dois dias e meio em que lá estive e penso no impacto que a cidade teve em mim. Adorei experienciar o passeio não só com a Smartie como com as minhas irmãs também, adorei os cocktails ao final da tarde, gostei de conhecer mais um ponto do país que cada vez mais me leva a interiorizar as preciosidades que contém. É uma cidade extremamente povoada por turistas, coisa que me espantou por acaso. Infelizmente, o excesso de turistas atrai pessoal disposto a cobrar algo às pessoas: Braga está cheio de pranchetas destinadas a peditórios. A cidade não superou outras cidades que já tive a possibilidade de visitar, mas deixou-me com boas recordações e sempre que penso na viagem apetece-me fazer outra pelo país. O melhor de Braga para mim? Deixo em registo fotográfico. Primeira página de 2017 em meia revista? Check.

 

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Braga )

 

24
Out17

Hoje só oiço pó perlimpimpim.

Não estou a brincar. A confusão do quotidiano das pessoas são pózinhos de perlimpimpim. Os carros apitam e eu oiço pózinhos de perlimpimpim. Os vizinham gritam, insultam-se e começam o dia mal dispostos e eu só oiço pózinhos de perlimpimpim. O sol está demasiado quente mas o seu toque é uma caricia de pózinhos de perlimpimpim. O dia começou com o pé direito. Adoro como já fui abordada por tantas pessoas e na grande maioria das abordagens há uma coisa em comum: pózinhos de perlimpimpim. Não me sinto nada mais crescida e ainda nem um pouco envelhecida. Parabéns a mim.

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31
Jul17

Oceanário de Lisboa

E Julho chegou ao fim. Sinto que este mês passou a correr. Mas...não passam todos? Escolhi o primeiro fim-de-semana do mês para dar a minha prenda de aniversário às minhas irmãs. Ainda que no dia um de Julho eu lhes tivesse oferecido um pequeno mimo, o meu verdadeiro presente foi dado dias depois. Decidi, ainda em 2016, que este ano iria fazer os possíveis para oferecer como prenda uma ida ao Oceanário. As minhas irmãs não iam lá há imenso tempo e eu estava morta por regressar, principalmente depois de me ter sido oferecida uma máquina xpto. A última vez que lá meti os pés tinha sido há uns dois anos e todas as fotos que eu tirei foram com um telemóvel fraquito. Queria mudar a situação dos meus registos e envolver-me na magia daquele ambiente aquático porque não consigo cansar-me disso. Sobre os meus registos? Fogo, a coisa melhorou. Foi difícil arrancar-me de perto das lontras, das alforrecas, dos peixes palhaço. Sinto que dá para fazer melhor, mas o que consegui já está num patamar bem superior aos registos da última vez. Em baixo deixo a ponta do icebergue das muitas fotos que tirei. Melhor do que isto só mesmo pensar que ofereci uma prenda boa às minhas irmãs. Elas mereciam.

 

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