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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

12
Nov17

Não me sai da cabeça...

Este post é um até já. Tenho tantas palavras à solta na minha cabeça, tanta vontade de teclar e de lhes dar alma que o meu coração amolece com pena pela falta de tempo e de frustração pelo problema do meu computador ainda não estar resolvido. Hoje tenho um molho de coisas para fazer, mas, hoje, ainda espero voltar a dizer olá à minha miss.

11
Mar17

Stuck in my mind.

 

Só de pensar que antes de a ouvir eu ria porque achava o título tosco... O karma é mesmo lixado. Ri-me tanto e agora fico para morrer cada vez que a oiço. Pois é, pois é... Esta música foi feita para me apertar o coração e o esmagar sem permitir que eu recupere. ❤️

 

"There's something in your eyes
There's something 'bout you
In your kitchen lights
You can see all my wounds
But I'm not ready to feel

Stop, stop
Babe I'm not ready to love ya
'Cause I'm not fully healed
Stop, stop
Babe I will leave California
Yeah I am leaving for you
'Cause all I do
I do it for you

Way too many feels
Don't waste 'em on me
You are way too young
To settle for real
You know I like you a lot

Stop, stop
Babe I'm not ready to love ya
'Cause I'm not fully healed
Stop, stop
Babe I will leave California
Yeah, I am leaving for you
'Cause all I do
I do it for you"

09
Mar17

Dream Machine.

Tãooooo bom! Adeus tortura provocada pela espera, olá tortura provocada por o que se ouve ser demasiado bom. Isto é um post completo com viagens ao passado incluídas. Porque atirar-me a Dream Machine deu nisso. Estava tão entusiasmada que necessitei de experienciar a coisa dia-a-dia até sair da minha bolha. Por isso, antes do presente, antes de apreciações gerais, há passado (e depois, duas linhas que separam o passado do presente):

 

"Dia 3 de Março de 2017

 

- Saiu! Finalmente saiu! E está toda a gente a falar sobre isso. Decidi, mais uma vez, apenas ouvir tudo quando tiver o álbum em mãos, mas nada me impede de ser curiosa e cuscar reacções. A minha primeira impressão sobre a saída é que a banda bem tinha motivos para se orgulhar deste trabalho e o destacar em relação aos outros. As pessoas estão a passar-se: é cada reacção melhor que outra. Há tanta gente a dizer tanto com tão pouco: muita emoção pelo novo trabalho dos rapazes, é o que é. Eu estou tããããooooo curiosa que quase me arrependo da minha decisão! Mas coragem!

- Uma das gémeas não foi capaz de aguentar. Esteve a ouvir o álbum enquanto eu fazia bolo de aveia e crepes coloridos. Eu bem a vi a morrer à medida que as músicas avançavam. No fim, quando lhe perguntei o que tinha achado, a resposta dela quanto a sua opinião resumiu-se a gestos: um coração arrancado e lágrimas. Eu-estou-tão-feita.

 

Dia 4 de Março de 2017 (um dia depois da saída do álbum)

 

- Para que é que servem almoços de família? Para distrair uma pessoa e tornar possível não pensar no que se quer para não se cair em tentação. Bendito almoço! Bendita reunião de família com crianças por todos os lados e tios que não via há mil anos. Com três putos a portarem-se mal, a ignorarem os adultos como se fossem os reis do mundo, quem é que consegue um minuto para morrer ao pensar nas músicas que está a perder?

 

Dia 5 de Março de 2017 (dois dias depois da saída do álbum)

 

- Domingo devia significar limpezas, mas hoje foi uma saída para fotografias. E eu não podia estar mais despreocupada com o céu nublado. Que chovesse! Eu estava a desafiar! Ambas a gémeas ouviram música durante o caminho para Lisboa. Eu bem sabia o que uma delas estava a ouvir. Felizmente, a felicidade de tirar fotos ocupou a minha mente. Nada melhor do que isso para eu não pensar no álbum. Distrair-me do novo CD que ainda não ouvi é tão mais fácil quando o consigo fazer com coisas que gosto: é um facto.

 

Dia 6 de Março de 2017 (três dias depois da saída do álbum)

 

- Oh, merda! Merda, merda! Quase, quaseeeeeee arruinei tudo! Raios partam o vício do instagram! Estava tudo a correr tão bem...a espera estava a ser relativamente fácil de aguentar e BAM! Quase tudo por água abaixo por causa da porra de um vídeo. Nota mental: independentemente do que quer que seja o vídeo que me proponho a ver, o som tem de estar desactivado. É IMPERATIVO que esteja desactivado. Só por mais uns dias. Para quem esperou tanto tempo, sexta-feira está só a dois quarteirões de distância.

 

Dia 7 de Março de 2017 (quatro dias depois da saída do álbum)

 

- Está-tudo-espetado-em-todo-o-lado. Como é que eu posso sobreviver assim?! A gémea que já ouviu não faz mais do que ouvir o álbum e afirmar que quer cantar e que se não o faz é por minha causa. E as redes sociais? Oh meu Deus: as redes sociais! Elas são a minha desgraça. Se eu me arranjo com os vídeos ao tirar-lhes o som eu não o consigo fazer com fotos. Ceguei-me temporariamente. Teve de ser. As letras estão em todo o lado, fotos que vêm com a versão deluxe: um coração carenciado não aguenta. Tenho-me perguntado sobre que músicas vou gostar mais. Não me oriento com mais do que expectativa e imaginação. Mas sexta-feira está cada vez mais perto! Ahhh!

 

Dia 8 de Março de 2017 (cinco dias depois da saída do álbum)

 

- OH MEU DEUS, OH MEU DEUS, OH MEU DEUS! Chegou mais cedo! CHEGOU MAIS CEDO!

- Hoje, que a caixa me veio para as mãos, já mal aguento a ansiedade e a curiosidade. Estou tão entusiasmada, tão morta por ouvir o material novo! Infelizmente, ouvir-ouvir só depois do jantar. A outra gémea, por sua vez, já ceifou a sua espera e ouviu o CD. Disse-me de sua justiça e além do "É TÃO BOM" que eu mais tenho ouvido e por que esperava, disse-me tratar-se de uma mistura entre coisas antigas e o que já se ouviu no Kings of Suburbia.

- Ai meu Deus. Agora. A espera acabou agora. Depois de tanto tempo à espera saí da bolha que me isolava do resto do mundo e voltei a integrar-me no núcleo, sem ser estranha ao que é falado. Agora, que ouvi, percebo o que a minha irmã me disse mais cedo."

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Ora, apreciações mais esmiuçadas? (É tão óbvio porque estou a ser tão precisa. Não se trata da minha banda preferida nem nada):

 

1) Eu tinha uma ideia pré-concebida de determinadas músicas e nada correspondeu ao que eu esperava: é o que dá quando se está totalmente a zeros quanto ao que aí vem. Não saí desiludida com ne-nhu-ma. Uma vez que comprei a versão deluxe deste Dream Machine tenho em minha posse o álbum em instrumental e, depois de ter ouvido tudo, ter isso em minha posse só me deixa mais contente. Adoro ter uma melhor percepção do que está a ser tocado e adoro MUITO mais o facto de eu conseguir perceber mais do que sons digitais. Quer dizer: eles diziam que sim, mas porra: bateria, baixo e guitarra continuam mesmo a ser tocados! Quem diria que muitos sons que eu pensava ser de sintetizadores são na verdade guitarra. E, verdade seja dita: para mim, o jeito de quem a toca parece ainda melhor.

2) Ao contrário da opinião da banda, eu não acho que um CD com mais de dez músicas se torne cansativo quando estamos a falar de algo que gostamos mesmo-mesmo-mesmo-meeeeesssssssmmmmooooooooooooo muito. Por isso, se há algo a apontar em relação a este Dream Machine é que é pequeno! Dez músicas não são o suficiente. Dez músicas sabe a pouco e eu fiquei a morrer por mais. Não admira que depois de ontem eu já tenha ouvido o álbum por mais de dez vezes. Num próximo trabalho, espero que haja mais músicas: é que nunca são de mais.

3) Em comparação com trabalhos anteriores eu não consigo sobressair o Dream Machine e colocar os outros em planos inferiores. Vejo este trabalho como uma ramificação da evolução deles enquanto músicos e, raios, cada vez que olho para a contracapa do meu CD instrumental e vejo a ficha técnica sobre cada uma das músicas fico mesmo contente ao ver a quantidade de vezes que os nomes aparecem repetidos, tornando mesmo literal o tudo-feito-por-eles. É mesmo caso para um músico se sentir orgulhoso ao pensar no progresso que fez desde o começo até agora. Por isso: o que o Dream Machine tem de melhor em relação aos outros? O amor e orgulho da banda em relação a este trabalho em particular. São coisas que se notam e que passam para quem ouve. Pelo menos a mim passou.

4) Houve determinadas músicas em que não me escapei a associações com o que já conhecia. A Boy Don't Cry, por exemplo: o início da música faz-me lembrar a Fancy da Iggy Azalea; achei a Better com arranjos semelhantes à Stormy Weather, do álbum anterior, no refrão; e Stop Babe: a maneira como a música é cantada no início fez-me pensar na música Blue da Beyoncé.

5) Mesmo sem conhecer as músicas eu já tenho como dado adquirido o gosto pelo material novo porque, sei lá: trata-se da minha banda de topo dos topos desde há anos. Portanto, o que é o Dream Machine? Mais um álbum que ganhou um pedaço do meu coração. Ia dizer o nome de cada uma das músicas para afirmar como tudo tinha sido especial e me dito alguma coisa, contudo, atrás eu já tinha feito a declaração de como este trabalho me satisfez as medidas e encheu o meu coração. Mas, porque não aguento não fazer um destaque... Stop, Babe? Uma das músicas mais bonitas que já ouvi. Uma coisa pequena, tão simples, tão deliciosa e dolorosamente sentida (como a Elysa. Ai meu Deus: o que é aquilo?! Tão awesome!). Aquele tipo de música que é tão-tão bom que até custa respirar? Yap, that type. Arrancou e conservou o meu coração. E sem dúvida uma das minhas músicas favoritas de sempre. Arghh! Como é que ainda estou viva?! ❤

 

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08
Mar17

A ouvir...

Tokio-Hotel-Dream-Machine-2017-2480x2480.jpg

HOLY SHIT! Isto chegou a minha casa mais cedo do que eu esperava! O CD saiu no dia três deste mês mas eu estava à espera de ter o álbum em mãos para ouvir o novo trabalho dos Tokio Hotel. Estou tão entusiasmada! Estive desde dia três a escrever pseudo entradas de diários como se eu fosse uma reclusa à espera da liberdade - also known as ter-o-álbum-em-mãos -. Estou curiosa quanto à finalidade do escrito. So...agora? Agora vou carregar no play. E ser abduzia por Dream Machine.

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