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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

21
Jul17

Quinta-feira de madrugada.

Não há nada melhor do que chegar a casa de madrugada, bem tarde, depois de ter estado a ajudar pessoas, a lidar com pessoas arrogantes e com falta de consideração pelos outros, cansada e encontrar, na cozinha, um saco de papel do McDonalds com uma mensagem e o desenho de uma coroa a indicar que o conteúdo do mesmo é para mim. Lembraram-se de mim. Trouxeram-me um mimo. Depois das últimas pessoas que ajudei na madrugada de quinta-feira eu bem estava a precisar de um gesto terno para comigo.

17
Jul17

Detalhes que refrescam o mundo.

Tenho a janela do quarto aberta. Já ouvi uma mulher a cantar os parabéns a alguém, oiço um ou outro cão a ladrar (nada muito grave) e, de momento, está uma criança na rua a cantar. Está a cantar uma música de Natal em pleno Verão. Isto parece tão certo. Como estar a chover e um homem encontrar-se na rua a grelhar peixe como se nada fosse, ou a miúda que vi na semana passada: com a mala do carro aberta, ela sentada dentro da mesma e a tocar guitarra e a cantar porque why not? Pensar neste tipo de coisas faz-me crer que a banalidade praticada por estas pessoas contém uma pureza necessária para lavar a cara do mundo. O miúdo está a jogar à escondidas com alguém e ainda não parou de cantar em alusão à época natalícia. Há coisas mesmo mágicas.

07
Jul17

Em horas tardias.

Chegar a casa de madrugada passou a ser sinónimo de ir à cozinha sem ignorar o estômago e atacar os restos de comida que descansam sobre o fogão. Há qualquer coisa de interessante - e que faz sentido - em atacar courgettes assadas e em penicar lasanha às três da manhã. Hoje a lua está cheia; e vê-la enquanto vinha para casa fez-me sorrir.

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