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"I am different ... Equal to the rest of the world."

15
Jan17

Varekai.

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Há volta de uma semana atrás, a Smartie quis a minha presença para uma saída. Disse-me que sexta-feira 13 iríamos ao Pavilhão Atlântico ver o Cirque du Soleil. Disse-mo assim como quem não quer a coisa, como quem me avisa que para o jantar vai comer uma sandes quando na verdade se trata de um banquete. Abri a porta das idas ao Pavilhão Atlântico durante este ano e comecei em grande. Há dois dias, a Nexaa fez-me relembrar que a última vez que tínhamos ido ver um espectáculo do Cirque du Soleil tinha sido em 2014 e eu nem quis acreditar. Como assim já se passaram dois anos desde que eu vi o Cirque du Soleil? Esta passagem rápida do tempo deixa-me tonta.

Há dois anos tive a oportunidade de ver o Dralion e o Quidam e nesta sexta deixei-me envolver mais uma vez pelo talento desta companhia e assisti o Varekai. Estava muito curiosa em relação ao Varekai quando os outros me deixaram tão bem impressionada. Gostei muito do que assisti ainda que, confesso, para mim, não tenha ultrapassado o Quidam. Foi um espectáculo com essência, com vários componentes que me deslumbraram por completo. Rendi-me mesmo à magia, por vezes por com o coração na boca pelas muitas manobras que se faziam a metros do chão sem protecção alguma por baixo. E eu não conseguia tirar da cabeça a notícia de uma das acrobatas que tinha caído de um quando os via os artistas suspensos, seguros apenas por um pé ou pela nuca (socorro!). Tudo isto torna o que se vê mais emocionante e leva-me a valorizar ainda mais o talento pela disposição dos artistas ao risco.

As roupas eram originais, coloridas e chamativas e eu adorei-as. Tão criativas! Também continuo a apreciar imenso o facto de tudo o que a companhia oferece em show ser acompanhado por música ao vivo; gosto tanto como o facto de cada peça ter, de facto, uma história. Deixei-me embrenhar muito mais no Quidam mas consegui perceber e inteirar-me do que se passava no Varekai o que é um ponto à frente do Dralion. Desta vez fui brindada com o mistério de uma floresta encantada e se eu não fosse comprada com seres mágicos seria comprada com amor; foi isso que presenciei. Foi tão bonito. Além de divertido. O Cirque du Soleil é a única companhia que me atira palhaços para os olhos e eu consigo deixar-me contagiar pela boa disposição das suas cenas próprias para o público rir. Não estava à espera de ter esta oportunidade de ver o Cirque du Soleil neste ano, mas sem dúvida que fiquei contente por satisfazer a curiosidade em relação a mais uma obra deste circo talentoso.

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