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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

20
Mar15

#FourTris

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23.20h foi a hora que registei depois de ter visto o Insurgente. Tive a possibilidade de ir ver no dia de estreia graças à Smartie que, quase num sentido literal, me levou a reboque para o cinema. No ano passado eu disse como fiquei fascinada com o Divergente. Lembro-me que superou e muito as minhas expectativas e que foi tão fixe que depois da primeira ainda o cheguei a ver mais duas vezes numa sala de cinema.

Normalmente, quando se trata de filmes que mais tarde apresentam uma sequela, independentemente de o evoluir da coisa, fico sempre presa no primeiro. Confesso que foi o que aconteceu com o Insurgente. Já tinha visto o trailer, vi algumas imagens e uns pequenos vídeos que foram aparecendo, e ainda que me parecesse o abuso dos abusos estava convencida de que não superaria o meu espanto para com o primeiro e, em consequência, o gosto. Mas a vida é cheia de enganos, não é? É. E pois claro que me enganei com o Insurgente. Apesar de tudo o que tinha andado a ver, e a fazer braço de ferro com os cento e dezanove minutos antes mesmo de o filme começar, a verdade é que fui deitada por terra, tipo, na introdução. Notou-se e muito bem uma clara evolução em termos de efeitos, e de detalhes relacionados com os mesmos, antes mesmo de o título do filme aparecer no ecrã e a demonstração dos mesmos foi algo que não consegui ignorar até os créditos aparecerem no fim.

Falta pouco para fazer um ano desde que vi o Divergente pela primeira vez e até agora continuo sem ter lido a trilogia que está a servir de base para os filmes. Por isso, ainda que eu vá para o cinema com luzinhas proporcionadas por spoilers de quem leu, a coisa era e é novidade para mim. No fim do filme a Smartie disse-me que não está assim tão fiel ao livro mas que as mudanças feitas eram justificadas, que não tinha perdido o sentido e que o essencial tinha passado, e ela leu a trilogia e já sabe aquilo tudo de trásparaafrente e de frenteparatrás; as minhas conclusões são geradas por aquilo que vi do primeiro filme. Não pretendo dar spoilers e acredito que se disser que está UM ABUSO, ESPECTACULAR E TÃÃÃÃOOOO BOM QUANTO O PRIMEIRO acabo por fazer jus a um monte de cenas fantásticas que presenciei ontem à noite. A 3D, ainda por cima. Contuuuuuuudoooooo, não posso deixar passar algumas coisas relevantes que devem ser apontadas. Muito rapidinho:

1) Os actores. Estavam super hiper mega amazings. Estou prestes a dizer: melhores, até, do que no Divergente - pronto, disse-o mesmo -. Tinha ficado com memórias tão boas do primeiro filmes e eles arruinaram essas imagens ao substituí-las por umas ainda melhores. Bendita hora em que a Shailene Woodley começou a dar a sua cara em representação porque a miúda tem um talento gigante que está a ser muito bem aproveitado e trabalhado. E iguais a ela estão muitos outros, principalmente o Miles Teller que não deixa de me surpreender a cada trabalho seu que vejo. E este personagem em especial, o Peter, faz-me sentir tão bipolar quanto ele: tanto me dá para lhe querer apertar o pescoço como estou pronta a dar-lhe cincos e a rir-me com as suas tiradas. Perfeitinho. Mas pronto, Shailene. Estou a querer salientar muito a Shailene. Já cheguei a falar da maneira como ela expõe as emoções das suas personagens? Qualquer um pode pôr-se a chorar. Agora, passar sentimentos? Fazer-nos estar em sintonia com a dor/receio/alegria/(...)? Esqueçam. São poucos os que o conseguem. E...a Shailene? A Culpa é das Estrelas. Não preciso de dizer mais nada sobre o seu talento e habilidade para expor sentimentos após mencionar esse filme.

2) Ainda a tocar no assunto dos sentimentos: estou a tirar o chapéu ao Theo James. Porque além de ter saltado em frente a um comboio - não é bem spoiler, está no trailer -, o seu desempenho como Four é qualquer coisa. Plus, tão bom quanto transmitir felicidade e afins é, ainda, conseguir transmitir amor/paixão, o que até é mais difícil, na minha opinião. E, socorro, acho que ele o fez muito bem em relação à Shailene/Tris. De facto, adoro a combinação ShaileneTheo no ecrã. Muito bem escolhido! E a cena pseudo badalhoca entre os dois - também não é bem spoiler; eles estão a despir-se e na marmelada no trailer, para mim é bem claro -? Ou sou eu que ainda estou sob influência do erotismo das Cinquenta Sombras de Grey ou então bem que podiam ter prolongado um pouco mais da cena no ecrã. Humpf.

3) O Eric continua a merecer tautau por ser a peça que é MAS, meu Deus, continuo a achá-lo tão sexy. Pronto. Eu confessei. Que homem... E, já agora, a propósito do seu destino no Insurgente, posso só dizer como o Four foi o abuso dos abusos numa determinada cena entre eles os dois? Obrigada.

4) Definitivamente, se não fosse pelo Augustus Waters, o Ansel Elgort estaria marcado com um alvo, para o qual eu teria prazer em atirar dardos, devido ao seu papel como Caleb Prior.

Pronto. Super breve. Está super awesome e as poucas músicas cantadas que aparecem são tãããããoooo boas e fantásticas que pedem para ser arranjadas num modo-desespero. Estou ansiosa pelo próximo filme. Tenho muito tempo para me preparar para as coisas que aí vêm. Até lá, já tenho combinado a próxima ida ao cinema para (re)ver o Insurgente. Mal posso esperar! E, by the way, podemos falar de como os posters promocionais estão qualquer coisa? Adoro-adoro-adoro! O que anda por todo o lado é que está aí em cima e, por acaso, o que eu gosto mais. Top, mesmo. Vá, ide ver o Four e a Tris em preliminares de youknowwhat. Quem é que resiste àquelas costas tatuadas e à atenção e sentimentos que têm pelo outro? Eu não.

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