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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

10
Jul15

Contrastes.

"Hold on, what is that?

That is not brightly colored or shaped like a dinosaur, hold on guys... it's... broccoli!"

 

Inside_Out_Poster.jpg

No primeiro dia do mês, no aniversário das minhas irmãs, fui ver FINALMENTE o Inside Out. Demorei uma semana e uns dias para me pronunciar sobre isso mas, por fim, aqui está a minha pessoa a apresentar-se depois de ver um dos meus potenciais preferidos da Disney Pixar.

Se eu já andava curiosa pela temática a verdade é que tudo piorou quando o filme estreou e comecei a ver as opiniões de quem já o tinha visto. Além dos "oh meu deus, está tão fixe!" , "fantástico!" , "genial!" que eu já esperava, encalhei com algumas opiniões mais detalhadas que aumentaram o tamanho da minha pulga atrás da orelha. E o melhor de tudo é que tudo isso provinha de adultos. Cheguei a ler a opinião de um tatuador que tinha ido ver o filme por estar curioso e que tinha acabado por chorar até mais não por se ter identificado com o que tinha visto. O filme deixou-o um caco - num bom sentido - e eu piorei a minha ânsia em espera pelo dia um de Julho, temendo por mim própria, imaginando o que seria de mim.

Fiquei maravilhada desde logo com a curta-metragem Lava que passou antes de começar o filme; muito mimoso e piegas: ingredientes que me fazem cair por terra. Abriu-me o apetite para o resto. E eu sei o que me querem ouvir dizer. Sim, emocionou-me. Percebi os relatos de choros e dei um #hi5 mental ao tal tatuador depois de me esforçar para não chorar umas três vezes. Foi super divertido, com tiradas geniais, feito de uma forma fantástica que só me faz querer tirar o chapéu a quem quer que tenha tido a ideia para este filme. É que nem sequer se esqueceram dos amigos imaginários, oferecendo justificações para coisas tipo: memórias que são esquecidas, as músicas que nos ficam na cabeça e o que fantasiamos. É um filme recheado de pormenores inteligentes e que dá que pensar e isso, aliado aos personagens, só me fez gostar mil, recomendando-o mais mil.

 

"How much for the Cheetos and water?"

 

Magic-Mike-XXL-Final-Poster.jpg

 No início da semana fui lavar as vistas. Vi o primeiro Magic Mike no cinema e, sabendo do que se tratava, também não queria perder este no grande ecrã. É aquele tipo de filme em que não queremos saber da história ou, sequer, se faz sentido. A verdade é que é aquele tipo de filme que tem tudo para ter sucesso só pelos personagens, claro. Foi por essa razão que eu quis ir ver o filme ao cinema. Levar com um Channing Tatum, um Joe Manganiello, um Matt Bomer a tirar a roupa enquanto dançam são imagens que falam por si. Mas a verdade é que me surpreendeu. Não estava à espera de um filme com uma grande história, mas o que se arranjou satisfez-me e muito por fazer sentido.

Foi divertido até dizer chega: se eu não estava a lançar olhares sugestivos àquela cambada de homens semi despidos, estava a rir até me virem lágrimas aos olhos; e sexy, sexy até dizer chega. Se a impressão com que fiquei do primeiro filme foi que o foco estava no strip - SPOILER para quem ainda não sabia (não sei como) que Magic Mike se tratava disso: strip masculino; lamento -, o mesmo não se passou com este segundo. Estamos a lidar com o mesmo tema, claro, e isso é óptimo, claro. Mas o foco desde segundo Magic Mike esteve mais nos strippers que nos foram apresentados antes. Houve mais participação do resto do elenco, não dando apenas destaque ao Channing e eu adorei isso. Ahh, e posso só dizer que aquele Alcide é um pecado bem mortal? Eu já sabia que o homem era um deusquemeacuda, mas neste filme? Jesssuuuuzzzz. Tê-lo mais presente e participativo só me fez gostar ainda mais desta versão XXL.

Estou a recomendá-lo não por ser um filme genial mas por ser divertido, quente - if you know what I mean -, e por favor: 1) pela cena da loja de conveniência que ainda não me saiu da cabeça; 2) pela apresentação do grupo no final que é...uhuhuhhh; 3) pela visão do Channing Tatum, do Joe Manganiello e do Matt Bomer exactamente da forma que o mundo anseia ver. É preciso dizer mais? Também acho que não.

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