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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

21
Nov15

Breve.

Eis-me em casa num sábado quando uma das minhas irmãs manda um berro e a meio de um telefonema diz-me: "Ana, o Diogo Piçarra está na Fnac".

Oi? O Diogo Piçarra?! Na fnac? Na fnac perto da nossa casa?!

Há uns meses ele deu um concerto no mesmo centro comercial e eu não pude ver porque estava no Algarve. Desta vez, a meio de um almoço familiar - comemoração dos meus anos, vejam bem (sim, quase um mês depois) -, ele estava aqui ao pé, mais uma vez. Eu e as minhas irmãs reunimos rapidamente as nossas coisas e fomos a correr para o centro comercial - ave, carta de condução! - e ainda mais rápidas para a Fnac. Ele estava lá; o mini concerto é que já tinha terminado, infelizmente.

Eu sei o que estão a pensar: Então mas tu gostas de Diogo Piçarra desde quando? Mas tu ouves música portuguesa sequer? A resposta é: ouvir, de facto, não é coisa que eu costume fazer, mas não posso negar que o Piçarra tem qualquer coisa. Tem o suficiente para eu ter o seu álbum no computador e para me fazer sair de casa numa correria para o apanhar na Fnac.

Estava na esperança de ganhar um autografo ou até tirar uma fotografia e consegui uma delas. Mesmo antes de ir ter com o rapaz foi-me dito por uma mulher que só era permito entregar CDs para autografar, mas eu desconfio que tinha um problema na vista: com certeza algo que a obrigou a fechar os olhos para a quantidade de pessoas que se chegou ao Piçarra de papéis, postais, cartas de baralho e/ou as capas de telefone para levar a assinatura do homem. Enfim.

Eu já tinha uma boa impressão do Diogo porque quem faz músicas daquelas, com uma poesia bonita, só pode ser bestial. Reforçou impressão que eu tinha, confirmando-me que é mesmo simpático. Dei-lhe dois beijinhos e um abraço e mantive-me agarrada ao moço para duas fotos onde fiquei com uma cara de parva esperada porque não estava a usar o meu melhor lado. Antes de me posicionar para a foto ainda troquei dois dedos de conversa com ele onde o Diogo foi um pouco mais fofo, perguntando-me se eu tinha esperado muito e se tinha vindo de muito longe ao que lhe respondi que vivia a cinco minutos, de carro, dali. Uma experiência querida: tenho de o dizer.

Este ano fui um zero total em concertos mas estou a dar-lhe (como quem diz...) com artistas que vão dando o ar da sua graça num café ou outro. No Algarve apanhei um que entrou nos Ídolos e, além de o ter ficado a ouvir e ter ido falar com ele, ainda ganhei uma foto com o moço. Agora foi com o Piçarra. Eu sei, eu sei: não é nada de mais. Mas este tipo de encontros é fixe e até nos fazem sentir especiais, quer dizer: eu falei e colei-me ao Piçarra para uma foto: é qualquer coisa quando já me dá a oportunidade de dizer: "ah, eu já estive com ele e gostei".

Agora só falta mesmo ouvi-lo ao vivo. Foi erro meu não saber que ele estava ao pé da minha casa. Vou andar mais atenta. Eu preciso de ouvir a Breve e a super conhecida Tu e Eu ao vivo.

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21
Nov15

Invisibilidade.

Há qualquer coisa a apontar quando as luzes automáticas do meu prédio não acedem quando me mexo, (mas que estão a funcionar; antes de eu abrir a porta do edifício estavam acesas). Não tenho nem uso o manto da invisibilidade do Harry Potter. Sou ninja.

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