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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

30
Jan17

SAG Awards 2017.

Ontem o mundo das celebridades assistiu ao desfile do tapete vermelho dos SAG Awards. Não, não sei as datas todas de cor, não faço a mínima ideia de quando se dá cada cerimónia a não ser quando o meu instagram começa a afogar com visuais de celebridades que foram a entregas de prémios. O que foi o caso destes SAG Awards (e tudo o resto (pronto, confessei)). Antes de avançar para qualquer tipo de comentário tenho mesmo de dizer que a coisa me decepcionou um bocado e que do muito que vi não houve um vestido que me saltasse à vista de um modo tão positivo ao ponto de eu vomitar arco-íris. Nop. Nem um. Espero mesmo que a coisa melhore na próxima cerimónia que se avizinha.

 

 

11
Jan17

Porque ainda está tudo a falar sobre isso...

Os Globos de Ouro abrem a temporada dos prémios e o mundo, é um facto, ainda não o ultrapassou. Ainda corre de boca em boca os melhores momentos da cerimónia: o beijo do Ryan Reynolds com o Andrew Garfield - o Deadpool beijou o Homem Aranha - a presença surpresa do Brad Pitt, o discurso estrondoso da Meryl Streep que revolucionou as redes sociais e arredores. Eu atirei-me para o costume: as roupas. No post não está tudo aquilo que encontrei mas um pouco disso. Achei que as secções criadas já diziam o suficiente, mas não deixei de fazer um comentário ou outro. Então deixo o meu contributo, atrasado, em modo de nota de rodapé em relação aos Globos de Ouro, assim como quem não quer a coisa.

 

 

06
Jan17

*Bati três vezes na madeira*

Esta noite tive três sonhos. Os três sobre coisas que gosto, com rumos maravilhosos, mas os finais foram um murro no estômago e fez-me pensar...

Na primeira fase da minha noite sonhei com os Tokio Hotel. Sonhei que, onde vivo, iria haver uma espécie de convívio da banda com os fans com direito a sessão de autógrafos, selfies e a um pequeno concerto. No meu sonho eu tive a sorte de estar numa primeira fila, bem junto a um palco minúsculo, numa espaço pouco maior que uma sala designada para um jantar com poucas pessoas, rodeada por, quanto muito, uma dúzia de indivíduos. Estava animada e equipada com um telefone quando foi anunciado que eles iriam aparecer. Assim que os rapazes entraram em palco o meu sonho ficou em mute. Eles pegaram nos instrumentos, começaram a tocar e eu não fui capaz de ouvir nada, rien: como se um extraterrestre tivesse silenciado o mundo. E eu acordei.

De um concerto passei para o aeroporto. Estava acompanhada por várias pessoas que conheço e juntas iríamos fazer uma excursão a um outro país. O que me lembro da segunda fase da minha noite foi de passear a minha bagagem de mão enquanto visitava as lojas do aeroporto. Lembro-me de alguém me avisar que estava na altura de ir e, na hora H, de eu descobrir que todos poderiam embarcar e que eu ficaria para trás. Porque me esqueci do BI. Sozinha, frustrada e desiludida voltei para trás e acordei.

Numa última tentativa de um sonho bom, voltei a adormecer e fui parar à Disney no Gelo. Estava no Pavilhão Atlântico, a ocupar lugares perto do palco. Tive a sorte de assistir a um desfile de personagens da Disney: crossplay. Antes do show começar, também, anunciaram a novidade de música ao vivo: o Diogo Piçarra estava no Pavilhão Atlântico e iria apresentar a sua nova música ao público. A minha mãe, que apareceu misteriosamente ao pé de mim, exaltou-se e quis aproveitar que o rapaz andava por entre o público a cantar para conseguir uma foto com ele para a minha irmã. Vi-a a tentar tirar uma selfie com o Piçarra e um momento depois estava ela a tentar tirar uma selfie com o meu pai - surgido do nada - e a tentar enquadrar o DP na foto, sem sucesso. Voltei a ficar sozinha quando anunciaram o começo do espectáculo. Foi nessa mesma altura que vi o Piçarra sozinho e decidi aproveitar a oportunidade para tirar uma foto e mandar para a minha irmã. Fui ter com o rapaz, pedi uma foto que me foi falsamente negada, entreguei-lhe o meu telemóvel e...nada. O telefone morreu. Tudo no pavilhão congelou e eu acordei por uma última vez.

Que raio de noite, que raio de sonhos. A determinada altura assimilei os pontos principais dos sonhos e..tipo: música silenciada, viagem perdida, telefone morto... Passei o dia a pensar em sonhos, no geral, e a evocar um lado positivo: a crença de que sonhar com coisas más significavam coisas boas na vida real - ou isso apenas é válido quando sonhamos com a morte de determinadas pessoas? -. Também tentei evocar o lado mais filosófico da questão: sobre os sonhos não serem mais do que a manifestação do nosso subconsciente sobre os nossos receios mais profundos. Mas, ainda assim, o Universo está a tentar dizer-me alguma coisa? É que também sou capaz de acreditar em premonições. Socorro...

11
Set16

Pizza para anti-sociais.

Desde que abriu uma pizzaria ao pé da casa da Smartie e eu conheci as pizzas que lá servem não voltei a querer outras. São realmente deliciosas, a massa nada enjoativa, e a combinação de ingredientes sabe tão a céu que, às vezes, quando penso nisso, o aumento de peso vale a pena. Contudo, perante a ideia de alguém de comer pizza, nada aliciada pelo pensamento do que tenho de fazer para ir buscar as deliciosas, aceito a sugestão de uma encomenda da telepizza. Ontem comi pizzas da telepizza. Soube-me bem. Antes as minhas opções resumiam-se a telepizza e pizza hut: a minha inclinação sempre foi para a primeira. Nunca fui daquele tipo de pessoa que se empanturra com pizzas com frequência. Não o sou no presente e não o era no passado. Algo que também não mudou foi o desgosto em telefonar para fazer a encomenda. Não gosto do processo de ter de me dirigir a alguém via telefone e dizer aquilo que quero. Não gosto de falar: ponto. Sou uma pequena anti-social que come pizza esporadicamente porque não gosta de fazer pedidos por telefone. Mas eis que já se pensa nos anti-sociais: duas palavras: aplicação telepizza. Foi uma coisa maravilhosa que desenvolveram e que sempre que surge a ideia de comer na telepizza eu instalo no telemóvel. Uma coisa simples que me deixa à vontade para ver as promoções em rigor, escolher o que quero, o tipo que quero, os ingredientes a mais, a menos ou a trocar, sem passar por problemas de comunicação com quem nos está a entender. Sempre que encomendar pizza na telepizza se encontra no meu caminho, fazer o pedido deixou de ser um problema e eu já não faço frete nenhum para tratar eu mesma do assunto, por não encontrar choques com o meu modo de ser. Isso é o que eu mais gosto: o facto de a aplicação ser uma afirmação de "Não queres falar? Então não fales". Carregar nuns botões é tão fácil. Adoro este modo operacional para os anti-sociais. Eu agradeço.

16
Jun16

Mas que raio?!

Ontem, enquanto fazia uma curta pausa desnecessária a meio de um trabalho, fui pôr os olhos no facebook para cuscar algumas novidades. Foi aí que dei de caras com um artigo sobre a Moana, uma nova princesa da Disney que vai ter o seu filme no grande ecrã por volta de Novembro. Era, por acaso, um artigo do Sapo e eu fiquei animada por estar a ver a longa-metragem já a ser publicitada em português. Contudo, caiu-me tudo ao dar atenção ao artigo e ao perceber que em vez de Moana estava assinalado "Vaiana". Eu, que não gosto muito dizer palavrões, soltei um. Vaiana? Ok, foi um erro no artigo. Acontece a todos. Fui ver o vídeo que lá disponibilizaram porque não me canso de ver o trailer com aquela música que grita OHANA e ALOHA por todos os lados. Vi-o até ao fim, assimilando já a tradução portuguesa bem feita ao ponto de eu perceber que aquilo já se tratava de algo oficial. Qual é o meu espanto quando ao terminar me atiram à cara o nome do filme e, em consequência, da miúda: Vaiana. Oh-meu-Deus.

Vaiana? Vaiana?! Mas que raio é que aconteceu aqui?! Fui investigar sobre o assunto e percebi que em alguns países mudaram o nome a propósito de conflitos de marcas - obrigada, Wiki! -, mas não consigo engolir a notícia. Isto é mesmo a sério? É assim que vai ficar?! Sinto-me frustrada, revoltada e até desanimada. Eu juro que irei pirar se, na altura, alguém me desmentir e disser que o seu nome verdadeiro é Vaiana. Mas isto tem algum sentido? Eu não consigo engolir o facto de estar a ser feito um filme que vai ser uma coisa num lado e outra noutro. É como se, ao mudar o nome da miúda, retirassem um bocado da essência do filme e eu não gosto nada disso. Argh. Não me parece que, entretanto, seja algo que mude, mas para marcar a minha posição deixo o trailer daquela que, de certeza absoluta, vai entrar no top das minhas princesas favoritas, com o nome verdadeiro.

 

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