Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

02
Mar17

Terceiro mês do ano.

Como assim já estamos em Março? Claro que a Primavera já cá está há mais tempo, mas... Oh Meu Deus. Que comandos são esses que gerem a realidade? E como assim amanhã já é dia três e mais um álbum da minha banda favorita vai sair? Ainda ontem ele estava a ser anunciado. Ainda ontem saiu apenas uma música, ainda ontem saiu um vídeo, ainda ontem foi anunciada uma tour! Como. Pode. Amanhã. Ser. Já. Dia. 3?!

06
Jan17

*Bati três vezes na madeira*

Esta noite tive três sonhos. Os três sobre coisas que gosto, com rumos maravilhosos, mas os finais foram um murro no estômago e fez-me pensar...

Na primeira fase da minha noite sonhei com os Tokio Hotel. Sonhei que, onde vivo, iria haver uma espécie de convívio da banda com os fans com direito a sessão de autógrafos, selfies e a um pequeno concerto. No meu sonho eu tive a sorte de estar numa primeira fila, bem junto a um palco minúsculo, numa espaço pouco maior que uma sala designada para um jantar com poucas pessoas, rodeada por, quanto muito, uma dúzia de indivíduos. Estava animada e equipada com um telefone quando foi anunciado que eles iriam aparecer. Assim que os rapazes entraram em palco o meu sonho ficou em mute. Eles pegaram nos instrumentos, começaram a tocar e eu não fui capaz de ouvir nada, rien: como se um extraterrestre tivesse silenciado o mundo. E eu acordei.

De um concerto passei para o aeroporto. Estava acompanhada por várias pessoas que conheço e juntas iríamos fazer uma excursão a um outro país. O que me lembro da segunda fase da minha noite foi de passear a minha bagagem de mão enquanto visitava as lojas do aeroporto. Lembro-me de alguém me avisar que estava na altura de ir e, na hora H, de eu descobrir que todos poderiam embarcar e que eu ficaria para trás. Porque me esqueci do BI. Sozinha, frustrada e desiludida voltei para trás e acordei.

Numa última tentativa de um sonho bom, voltei a adormecer e fui parar à Disney no Gelo. Estava no Pavilhão Atlântico, a ocupar lugares perto do palco. Tive a sorte de assistir a um desfile de personagens da Disney: crossplay. Antes do show começar, também, anunciaram a novidade de música ao vivo: o Diogo Piçarra estava no Pavilhão Atlântico e iria apresentar a sua nova música ao público. A minha mãe, que apareceu misteriosamente ao pé de mim, exaltou-se e quis aproveitar que o rapaz andava por entre o público a cantar para conseguir uma foto com ele para a minha irmã. Vi-a a tentar tirar uma selfie com o Piçarra e um momento depois estava ela a tentar tirar uma selfie com o meu pai - surgido do nada - e a tentar enquadrar o DP na foto, sem sucesso. Voltei a ficar sozinha quando anunciaram o começo do espectáculo. Foi nessa mesma altura que vi o Piçarra sozinho e decidi aproveitar a oportunidade para tirar uma foto e mandar para a minha irmã. Fui ter com o rapaz, pedi uma foto que me foi falsamente negada, entreguei-lhe o meu telemóvel e...nada. O telefone morreu. Tudo no pavilhão congelou e eu acordei por uma última vez.

Que raio de noite, que raio de sonhos. A determinada altura assimilei os pontos principais dos sonhos e..tipo: música silenciada, viagem perdida, telefone morto... Passei o dia a pensar em sonhos, no geral, e a evocar um lado positivo: a crença de que sonhar com coisas más significavam coisas boas na vida real - ou isso apenas é válido quando sonhamos com a morte de determinadas pessoas? -. Também tentei evocar o lado mais filosófico da questão: sobre os sonhos não serem mais do que a manifestação do nosso subconsciente sobre os nossos receios mais profundos. Mas, ainda assim, o Universo está a tentar dizer-me alguma coisa? É que também sou capaz de acreditar em premonições. Socorro...

31
Mar15

Vício em comum.

M: O que estás a ouvir, Jó? - A gémea em questão, desconectou os auscultadores do computador e deixou soar em alto som a música que ouvia.

 

- And we fall from faith but we rise and rise again -

 

M: Ok. Ana, o que estás a ouvir? - Esbocei um sorrisinho estúpido porque não estava longe do que a gémea ao meu lado estava a ouvir. Usei os dedos para marcar a página do livro que lia e aumentei o som do computador para ela ouvir.

 

- Into the sunrise, falling away now, falling away and we feel it all -

 

M: Ok. Fixe. E a mim? Não perguntam o que estou a ouvir?

Bê: O que estás a ouvir, Fifi? - Com um sorriso parecido ao meu - imagino -, foi a sua vez de tirar os phones do portátil e de deixar soar a música antiga.

 

- I'm fighting all this power, coming in my way. Let it send me straight to you, I'll be running night and day. -

 

Eu chamo a isto gosto. E sintonia. Uma que dura há anos.

15
Out14

Kings of Suburbia.

 

Hoje faz exactamente uma semana que eu recebi o meu Super Deluxe. Por volta desta hora estava a ouvir pela primeira vez o CD porque teimei, até à última, ouvir tudo quando tivesse o trabalho da banda em mãos. Antes disso, por três semanas, uma música foi lançada, com o respectivo vídeo como cheirinho - os mesmos que estão aí em cima. Oh, eles deram que falar. Quer por tudo, quer por nada porque as pessoas nunca estão contentes com nada. O aperitivo só me deixou mais ansiosa pelo que aí viria. Fez-me perceber que, ainda que se avizinhasse uma mudança - óbvia porque, dah, as pessoas crescem -, aquela essência que me fez gostar e agarrar com unhas e dentes à música dos Tokio Hotel ainda lá estava.

Ainda que cada música seja um produto independente - ou seja, não relacionadas entre si - eu vi-as como um todo. Vi-as como uma amostra do que compunha o que andaram a fazer durante anos. Vi-as como uma forma de dizerem que podem ser versáteis e apresentar tanto baladas para chorar baba e ranho, como rock ou batidas electrónicas para - vejam só! - abanar o capacete e o rabo. Abanar o rabo. Tenho de repetir esta parte porque nunca acreditei poder afirmá-lo com a música dos rapazes mas a verdade é que também nunca imaginei o Bill a cantar Spice Girls e foi o que foi; só mais uma prova de que o impossível é possível.

Esta mudança evidente não me deixou de pé atrás nem a fazer caretas. Deixou-me orgulhosa por ver que são mais talentosos do que eu pensava - e, acreditem, a escala era bem elevada. Gostei porque a música não é toda igual; cada música é um rebuçado com o seu próprio sabor, com pormenores que as tornam únicas. Isso é tão bom. É fantabulástico ouvir um álbum e sentir que não são músicas vazias; há ali qualquer coisa. É fantabulástico ouvir um álbum e no fim desejar ouvir de novo porque as músicas têm essência - aqui, falo daqueles casos em que as músicas de um CD são praticamente todas iguais, sem nenhuma inovação, mais do mesmo.

Os rapazes surpreenderam-me. Fizeram-me rir com algumas músicas e cheguei à penúltima música a achar-me uma vencedora porque não tinha chorado uma única vez. Depois descambou tudo, confesso. A última música do CD - versão deluxe - pôs-me a chorar assim para o muito porque me fez pensar em coisas feias como, tipo, o fim da banda. Mas estou em trabalhos para mudar as minhas ideias iniciais e ser capaz de ouvir a Great Day sem abrir a torneira.

Já poderia ter feito este post há mais tempo mas achei que para o fazer teria de falar com conhecimento...que agora tenho. Ainda estou um bebé no assunto mas já consigo identificar músicas, já reconheço partes de letras e já dou por mim com as músicas na cabeça, cantarolando esta e aquela porque são qualquer coisa de espectacular. Gosto de não ser capaz de dizer que tenho uma preferida em todo o álbum. Há umas que ando a ouvir mais do que outras mas é daquelas coisas que hoje é e amanhã muda porque aquela não me sai da cabeça e só me apetece ouvi-la. De momento, The heart get no sleep é a minha perdição das perdições.

Enfim, vida de fan. Vida de super fan. Vida de alien que não quer nada além disto. É tão bom ter música nova. E é perfeito ouvir e sabê-los orgulhosos do seu próprio trabalho (!), coisa que acho mais importante que tudo. Ir para Los Angeles fez-lhes bem. Além de dar aos gémeos a vida que não tiveram por anos, foi o que proporcionou este CD e, mais importante ainda, o que os assegurou na música. Não percebo como há pessoas que fiquem revoltadas e que falem mal pelo lugar onde os rapazes decidiram montar o ninho. Podia ficar a filosofar sobre como essas pessoas não têm dois dedos de testa e não percebem o quão perto estiveram de ficar sem a banda que dizem amar mas...há mais para fazer. Como ouvir Never let you down. Um convite a palmadas que me enche o coração quando chega o refrão. Estou tãoooo pronta para mais, folks. E, espera, vou buscar o lenço para limpar as lágrimas de orgulho. Eu sabia que o regresso iria ser KABOOM. <3

09
Out14

Ai, olha...!

20141008_182007.jpg

Meu. Totalmente meu. Finalmente. Veio direitinho de Espanha mas assim que tiver dinheiro e me for possível, faço questão de comprar o CD cá para ter no carro, de forma a ajudar nas vendas de cá. Nem acredito...cinco anos depois do último trabalho de originais lançado dos TH, tenho finalmente algo novo e logo a edição limitada dos limitados. Socorro que eu não aguento isto, <3

Mais sobre mim

Mensagens

E-mail