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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

03
Ago14

As últimas.


  • Esta sexta-feira tive as minhas duas últimas aulas de condução. Acabou. Estão finitas. Cheguei a quinta com a minha mãe sem achar piada à situação, as minhas irmãs a querer aniquilar o meu instrutor e o meu pai um poço de calma que foi uma maravilha. Porque ele já tinha tudo pensado e sexta-feira foi assistir às minhas aulas. É preciso dizer que o instrutor estava um amor de pessoa? A manteiga que me deu durante duas horas chegava para encher a Primark. Fiz mais do que o costume e acabei a aula dupla com o instrutor a dizer que eu só precisava de ter confiança mas que tinha a certeza que eu ia conseguir passar. Sim; depois de dizer que era o meu problema, disse que eu só precisava de confiança. E comentar a mudança radical? Quando está alguém presente a conversa é outra. É preciso dizer que ele nem sequer enfiou os olhos no telemóvel? Ah, pois.

  • O meu pai disse que estava muito satisfeito e deu-me os parabéns. Disse, também, que há algumas arestas que tenho de limar mas que era natural e que são coisas que isso vou conseguir com o tempo. Experiência; disse que era isso que me faltava.

  • Ontem tive a minha primeira experiência pós-aulas. Já tinha mexido no carro do meu pai, colocando-o em movimento tanto para a frente como para a trás mas isso não contou. Aí, eu nem as aulas de simulador tinha iniciado. Ontem o meu pai insistiu-insistiu e eu acabei por estacionar o carro na garagem. Ele deu-me indicações e foi tão estranho como a primeira vez que meti um carro em movimento. Os nervos fizeram-me suar que nem uma porca mas acabei com vontade de o voltar a fazer. O que custa mais é a primeira vez, não é? E essa já passou.

  • O meu exame de condução já foi marcado. Dia 19 deste mês. Estarei no Algarve na altura e venho a Lisboa de propósito para o fazer. Ainda estou calma, ansiosa e sobretudo curiosa quanto ao meu desempenho durante o tempo em que estiver a ser examinada. Nervos nem vê-los ainda por isso não há vestígios de coração na boca. Bom-bom é pensar que a fé que eu tinha em mim já voltou a sair dos valores negativos. De tudo, é nisso que estou mais aliviada. O resto...lima-se. Quem sabe, talvez volte a terras algarvias por mim mesma. Seria fixe.

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