Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

10
Fev17

As sombras que ficaram mais escuras e de que posso falar porque já vi.

fiftyshadesdarkerposter.jpg

Depois de ter penado tanto tempo à espera que este filme saísse o meu espírito não ia aguentar ignorar o dia de estreia desta longa-metragem como se nada estivesse a acontecer. Estilo: Ai sim? Estreou? Que maravilha, quando me apetecer eu irei ao cinema, fora da confusão. Se isto acontecesse, num lugar secreto do meu cérebro eu desconfiaria que tinha sido abduzida. Mas não fui levada por ETs. Eu continuo eu e o meu eu morreu ontem à tarde na sala de cinema, tão animado que estava para ver o filme. Não me continha com tantas pulgas que não me deixavam sossegada. Isto é o que acontece quando uma pessoa sabe que estão a fazer filme de algo que já leu, gostou e fica ansiosa para ver o produto numa obra visual. Ontem pus fiz à minha tortura: vi um dos filmes por que mais esperava de 2017...eeeeeee iniciei outra porque agora que já o vi, desejo muito ver novamente e, desta vez, não consigo me dar ao luxo de ver mais do que só uma vez no cinema para meu desgosto.

Existem várias questões que eu quero abordar em relação àquilo que li. Vai ser inevitável dar alguns spoilers, mas nada ao ponto de me espalhar ao comprido e revelar tudo o que acontece página por página. Para o olho que já treme pela ideia de que terá de ler muito eu achei que não faria mal antecipar-me e deixar assente que todo o paleio que vai correr daqui para baixo, no fim, vai resumir-se a um: gostei, sim, e que aquele que estiver disposto a comprar bilhete para ir ver o filme não vai desperdiçar dinheiro porque o motivo que levará o curioso a comprar bilhete está lá (no quarto de infância dele, no quarto dela, no banho, no quarto vermelho...). Para o olho que se mantém atento e quer mais pormenores é saltar por cima do aviso de spoilers e avançar para o bloco de texto seguinte.

 

[Repetindo-me, a minha opinião irá conter (inevitavelmente) spoilers.]

 

 

 

08
Fev17

Amanhã é dia de sombras.

img_388x579$2017_01_10_15_17_01_278538.jpg

A contagem decrescente chegou ao fim e eu não tenho mais que esperar para ver o novo filme da trilogia cinquenta sombras. As minhas expectativas estão em ponto neutro, banhadas com a certeza de que aquilo que me for apresentado me vai agradar. Aí vem mais um filme sexy com algum mistério à mistura! Estou muito curiosa para ver o que andou a ser feito. Diz-se que houve muita coisa a melhorar em relação ao primeiro. E a banda sonora? Eu não andei a cuscar nada apesar de ter sido divulgada a lista de todas as músicas que farão parte da longa-metragem: será tão boa quanto àquela presente nas sombras de Grey? Mal posso esperar por constatar tudo isto por mim própria! 

03
Nov15

Afrodisíaco, dizem eles.

Comi pela primeira vez ostras. E nem a propósito: domingo tinha andado a ler Grey e passei pela parte (SPOILER (para quem não leu)) em que os dois vão jantar e uma das coisas que comem é precisamente ostras. Confesso que por muito bom que possam dizer que aquilo é, e por muita curiosidade que pudesse ter para experimentar o que dizem saber aos deuses, o seu aspecto é suficiente para eu pensar duas vezes antes de meter aquilo na boca. S o c o r r o. Pensei mesmo em mandar passear a curiosidade e permanecer na incógnita, mas no fim decidi não ser parva perante a oportunidade de experimentar.

O Mr. Grey ensina a sua Ana e diz-lhe que as ostras se devem regar com sumo de limão, meter na boca e engolir sem mastigar. Eu, por não saber se me devia guiar pelas palavras do senhor, perguntei a quem estava à minha volta. Uma pessoa afirmou-me que, por escolha, mastigava, mas, de resto, foi tudo a subscrever o Mr Grey: regar com sumo de limão, colocar na boca e engolir. Por ser a primeira vez que ia experimentar o bicho, decidi não me aventurar numa muito grande, mas tenho a dizer que me foi impossível colocar aquilo na boca e mandar garganta abaixo sem mastigar. Dei-lhe uns amassos com os dentes - nojento, mas foi isso mesmo que fiz - e engoli, degustando finalmente uma ostra. Sabe essencialmente a mar e até é agradável, mas não é algo que me veja a comer com sofreguidão - em grande parte graças ao aspecto: confesso -. E também há a questão de ser considerado um afrodisíaco. Antes de experimentar eu acreditava em tudo o que ouvia a respeito disso, agora...tenho as minhas dúvidas. O que querem dizer quando afirmam que é algo afrodisíaco? Referem-se ao sabor? O sabor dá calor? Ou ao ritual para degustar o molusco? Às consequências de se comer aquilo? Fui tirar satisfações com pesquisa e bem dizia que estimulava o desejo sexual. Ostras conseguem fazer isso? Porque eu não me apercebi de nada. E pensamentos... Pensamentos lá tive um ou outro mas acredito que as ostras não me chegaram ao cérebro ao ponto de mexer na minha mente. E, também, não conta realmente porque, repito, tenho andado a ler Grey. E Grey, um livro, não é um molusco. Então, é algo que se sente ao se comer a dois? Talvez. Na minha cabeça, comer ostras equivalia a deixar-te desinibida. Estilo: comes, ficas acalorada e com vontade de safadezas. Agora que comi percebi que não é nada disso. Uma ostra é uma ostra. Sem poderes afrodisíacos no que me toca. Mas...confesso que lá calor senti eu: tudo graças a um martíni, vinho e champanhe. Comemorações são assim, eheh.

12
Jun15

50 sombras no Tivoli.

Clarins-10Abri2015-01.jpg"Só vim avisar-vos de que é proibido efectuar qualquer tipo de registo do que aqui se vai passar. Tirar fotografias ou fazer vídeos. E se alguém estiver a usar o telemóvel durante o espectáculo a pessoa ao lado está autorizada a dar palmadas a quem tiver o telemóvel. Se mesmo assim a pessoa continuar...é porque está a gostar. E não é do telemóvel". Foi assim que as primeiras gargalhadas me foram arrancadas sexta-feira, na semana passada.

Quando soube que ia haver uma peça de teatro dirigida às 50 sombras de Grey - a um preço acessível ainda por cima - a minha cabeça começou a magicar para eu não perder o que li ser um sucesso no estrangeiro. Supostamente, deveria ter visto há dois fins-de-semana atrás, mas as sessões de Domingo foram todas canceladas. Queixei-me por ter ficado a chuchar no dedo mas acabei por festejar quando em compensação recebi um bilhete melhor, para a segunda fila da plateia, bem em frente ao palco.

Sabia que era uma comédia, que era um musical, e estava convicta de que ia gostar.

Não é um exagero se eu afirmar que desde o primeiro minuto da peça comecei a rir-me que nem uma perdida, chorando por vezes graças ao mesmo, e que isto durou até ao fim.

Eis do que se trata: três mulheres decidem ler as 50 sombras de Grey no seu clube de leitura e durante duas horas recebemos não só as suas impressões sobre o livro como uma Ana e um Grey que saem das páginas numa representação que exagera no ridículo na obra da E.L.James.

Foi melhor do que eu pensava.

Não consegui levar a paródia a sério. Se fiquei ofendida por se ter gozado com a história quando fui uma das pessoas a afirmar que gostou do que leu? Não. Ainda que seja uma peça que aponta as sombras de Grey como um livro badalhoco que tem muitas pontas por onde não se pode pegar, é tão bem disposta e divertida que isso é secundário.

O meu chapéu tirado? Vai sem dúvida para os actores. Já conhecia alguns da televisão mas ver ao vivo tem outro gosto. Além do mais, surpreenderam-me e muito com os seus dotes vocais. Não levei muito a sério aquela parte do musical, mas a verdade é que estive perante não só grandes actores como cantores. E as músicas eram tão divertidas... Vi a peça há uma semana atrás e ainda dou por mim a rir sozinha e a cantar as músicas.

E ficar com lugares tão bons claro que tinha de trazer bónus. Vários foram os momentos em que os actores saíram do palco e vaguearam pela plateia. Estava mesmo na pontinha da segunda fila, junto ao corredor central. Escapei-me de abordagens até ao fim, altura em que o Christian Grey me sorriu e piscou o olho e o Elliot/multipersonagens se debruçou sobre mim, apoiado no meu assento, e lançou o seu charme sobre mim e a Smartie.

Ainda que já se tenha passado uma semana não quis deixar passar a oportunidade de afirmar como foi algo que valeu a pena. Houve uma altura em que acreditei que se perdesse isto ia ficar ressentida e agora que já vi posso dizer que tinha razão. O espectáculo está bem construído, até com alguns improvisos estudados que dão vida a falsas interrupções na representação. Isso só melhorou e me fez gostar mais do que estava a ver.

Se tiverem a oportunidade de ver, crentes de vai ser algo giro, vão. A minha impressão sobre a peça foi deixada neste post enquanto eu me ria, relembrando o José, que foi só um dos melhores personagens dali.

20
Fev15

Third.

ANASTASIA-STEELE-FIFTY-SHAD_720x1080.jpg

Ai e tal, não estás cansada de ver isso? Quantas? Terceira vez (completa) no cinema? Não estás cansada de ver a mesma coisa? Ohh, nem por sombras - get it? sombras? ah-ah. -. Já me perguntaram várias vezes o porquê de ir ver tantas vezes e, socorro, não sei responder. Acho que ainda não me cansei porque sinto que não apanhei tudo o que tenho para apanhar no grande ecrã. E, ohmeudeus, ainda não me cansei de falar das cenas que mais me atrofiam os neurónios; e faço-o como se fosse a primeira vez.

Desta vez fui com a ∞ quinn. Ela adora a trilogia e eu a trilogoia adoro por isso juntámo-nos e fomo-nos deliciar com o Mr.Grey e o seu poder/sensualidade na sala de cinema. Já mencionei aqui que já vi/encontrei pessoalmente outras pessoas que acabei por conhecer a partir dos blogs, mas passar o dia? Planos? Nop. Foi a primeira vez - *thinkin about FiftyShades once again*. E foi um máximo. A ∞ quinn correspondeu à imagem que eu fazia dela; é uma querida. E eu adorei. E não me importo nada de repetir porque a companhia foi óptima e o filme continua a encher o meu copo sem chegar ao cimo e derramar. Não importa quantas vezes veja: aquele final continua a ser difícil de engolir. Apesar disso, sei que passei o filme inteiro sem tirar um sorrisinho tonto da cara porque cada momento era melhor que o anterior e... Aiiiiiiiiiii! Quem me dera que o próximo não demorasse tanto tempo a surgir. On repeat? Crazy in Love da Beyoncé, versão filme. Porque a música é sexy como o caraças e eu não a consigo superar.

Mais sobre mim

Mensagens

E-mail