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Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

19
Nov16

Sobre o meu aniversário.

Vamos voltar atrás no tempo, quando ainda era Outubro e eu fiz anos. Nem acredito que daqui a pouco faz um mês, praticamente um mês em que eu me afoguei em carinho em forma de presentes, quase um mês a usufruir do que recebi. Este ano as coisas foram um bocadinho diferentes. Os mimos monetários não foram assim tantos e não porque há quem pense que estou mais velha ou assim e isso é uma treta. Quer dizer, pessoas que dizem que dão e no fim te deixam a ver navios é uma maravilha. Enfim. Não recebi muitos presentes no geral, mas o que recebi? Raios, superou muito as minhas expectativas e fizeram-me chorar rios. A começar logo à meia-noite.

 

Pais e Irmãs

PicMonkey Collage.jpgNo meu dia de anos juntei mais duas tatuagens àquelas que tinha no corpo. Por saber que eu estava decidida a fazê-las nos meus anos, a minha mãe falou comigo antecipadamente e puff: tornou-se uma prenda dos meus pais. Desta vez marquei o meu corpo com uma citação do Peter Pan - que eu já queria fazer há taaannnttoooo tempo! - e código Morse nas falanges que passou a ser aquela que mais me doeu até hoje. OhmeuDeus. Só de lembrar a dor, só de lembrar que tenho de retocar...só de pensar que é uma dor que vale a pena!

 

IMG-20161028-WA0003.jpgAs minhas irmãs começaram a mimar-me com super criatividade. Além de me terem oferecido mais do que eu esperava em quantidade, a coisa foi mesmo bem feita. A cada presente, entregava-me papéis com dicas. Então, sim, foi assim que fui adivinhando o que ia recebendo...ao mesmo tempo que iam chorando. Elas acertaram em tudo. Ai queres o CD dos Gorillaz? Ai este boneco articulado é uma coisa que sempre quiseste? Ai precisas MESMO de um kit de limpeza para a máquina fotográfica? Ai precisas de um sítio para colocar as fotos polaroids? Ai adoraste este livro? Ai adoras e queres Disney? Então BAM. Acertaram-me em todos os pontos. Estreei as meias do Nemo e cia quando fui a Coimbra e Santarém. O CD dos Gorillaz é a minha banda sonora agora sempre que pego no carro. Thanks God pelo sentido de oportunidade das miúdas que se lembraram de me oferecer algo para limpar a máquina porque a coisa estava mesmo a precisar! E Zootopia. Oh-meu-Deus. Elas esmeraram-se este ano e eu estou tão grata por tudo. Andaram a juntar dinheiro durante meses e a surpresa foi a melhor de sempre. Aliás, o aniversário deste ano foi marcado exactamente por isso: as melhores surpresas de sempre.

 

 Smartie

IMG-20161028-WA0022.jpg Talvez esta tenha sido a surpresa mor e aquela que me levou a um pranto gigantesco. Quando a Smartie me deu o meu presente de aniversário pediu-me para não a matar. Eu, depois disso? Estava por tudo...e curiosa mil! Abri o saco que ela me deu e deparei-me com papel amachucado. Lidei, em primeiro lugar, com o postal de parabéns por que espero sempre...e foi aí que comecei a abrir a torneira com uma citação sobre melhores amigos. Depois disso, veio o resto em patamares: primeiro, o envelopezinho com um avião: uma dica de viagem; depois, um envelopezinho com um alojamento: uma dica de alojamento. Uma viagem para o Porto, uma estadia num hotel que eu já conhecia...do ano passado. E as suspeitas confirmaram-se no fim, quando no fundo do saco estava o pack vip para a Comic Con. OhmeuDeus. Eu vou à Comic Con. Eu vou ao Porto, de novo! Ahhh! Eu só me lembro de a abraçar e chorar estupidamente sem saber lidar bem com o que tinha em mãos. Não sei o que me deixou mais emocionada: o facto de ir ou o facto de ela me ter proporcionado tudo e eu achar que não merecia tanto. A ida ao Porto ainda me parece uma fantasia. Ainda não consegui acreditar que vou lá meter os pés novamente, que o vou fazer em Dezembro quando o Natal já bate de porta em porta, e que vou usufruir da energia fantástica que possui um evento como a Comic Con. Painel do Harry Potter: aí vou eu!

 

Gente fofinha

IMG-20161028-WA0014.jpgPara mais tarde não ser repetitiva, coloquei uma foto com todos os presentes para esta secção. Duas novas camisolas vieram-se juntar-se à roupa que tenho no armário e ainda bem por isso! Assim como os ténis pretos: é impressão minha ou uma pessoa nunca tem sapatos suficientes? Houve mais pessoas a mandarem-me cartões de parabéns, mas nem todas as pessoas com que costumo contar. Como foi o caso de quem me deu um perfume da CK. Gosto muito do perfume - foi até o mesmo do aniversário anterior -, e fiquei contente por se terem lembrado de mim...mas sem o cartão... O que também cheguei a receber foi uma recarga para a minha polaroid e YEEESSSS porque a última recarga que eu tinha já estava a ser utilizada e não me restavam muitas mais. O que não se encontra na fotografia é o Funko Pop da Pocahontas que acabei, dias depois, por ter, graças ao meu avô. Receber prendas é mesmo bom, bolas. Melhor ainda quando esses presentes te acertam em cheio no coração.

Na próxima semana faz um mês que fiz anos e eu ainda me bambaleio encantada com o que recebi. Choveu a potes a 24 de Outubro. O dia que eu esperava que se mantivesse de céu azul tornou-se uma massa densa de onde só proveio humidade, que deixou o meu cabelo numa revolução, e chuva, que ajudou a piorar o estado dos meus caracóis. Contudo, ainda que tenha parecido cinzento, em nada afectou o meu estado de espírito. Usufrui do meu aniversário ao máximo, afogada em carinho pelas mensagens de parabéns que fui recebendo ao longo do dia. O sapato voltou a sair-me do pé à meia-noite, mas as horas no baile foram mesmo boas.

12
Jun16

Feira do Livro.

20160612_153034.jpgA Feira do Livro em Lisboa vai terminar amanhã e eu já fechei a minha loja, sem planear voltar. Para o ano há mais. Muito, muito mais, principalmente porque muitos dos livros que desejo vão ficar a metade do preço no próximo ano. Então, sim, preciso de ter um orçamento semelhante ao deste ano em 2017 - argh, estas projecções temporais fazem-me sentir como se o tempo escapasse por entre os meus dedos, socorro! -.

A última vez que lá coloquei os pés foi na quinta-feira, o último dia das promoções a metade do preço, acho; imagino que não o vão fazer amanhã, no último dia, certo? Porque isso já me aconteceu. Ir lá com o intuito de usufruir da Hora H e não ir haver porque a feira estava prestes a terminar. Anyway, fui depois de um ataque de nervos por causa de um trabalho que estava a fazer que me levou a um choro desgraçado. O meu pai teve de interferir e tudo para me ajudar a colocar a cabeça no lugar; levar-me à feira do livro também ajudou a apaziguar-me. Cheguei lá a faltar 15 minutos para a feira terminar e, em consequência, a Hora H, mas consegui o livro que queria. O melhor de tudo? Foi oferecido. O que levou a que eu ficasse com dinheiro no bolso.

Desde o meu último post sobre a feira do livro eu apenas li mais um - ontem, por acaso -. Estive a semana toda sufocada com trabalhos para entregar e por isso mantive os bálsamos para a alma afastados das minhas mãos. Ontem devorei o Paixão sem Limites e ainda que não tenha achado uma leitura de 5 estrelas, foi agradável e eu gostei muito. Gostei o suficiente para me ir pôr ir ler o segundo e terminar ontem também. Falta-me, então, o último relativamente ao casal deste Paixão sem Limites, no entanto, acho que em vez de me atirar já a ele vou ler um dos pequenos da Nora Roberts que eu comprei.

Ora bem, balanços: este ano concluí o meu saque à feira do livro com 16 livros. Oh-meu-Deus: 16. Porque, relembro, esse livro da Linda Howard corresponde, na verdade, a 5. Comprei tudo o que desejava e constava na minha lista como prioridade. A única coisa que acabei por não levar foi só mesmo Gerge R.R. Martin pelos preços. Mas várias são as vezes que há promoções em relação à saga de A Guerra dos Tronos: é manter-me atenta e, quiçá, até ao final do ano arranje o segundo volume (aka, a outra metade do primeiro livro).

Dos 16 livros, 3 foram ofertas, portanto, o que eu gastei corresponde à compra de 13 livros. Gastei mais em relação ao ano passado, mas trouxe mais livros em relação a 2015 e o meu orçamento também era maior. Os meus gastos ficaram acima dos 70 euros, o que me deixa azul. 77,42 euros, na verdade. Contudo, nada que um balanço de poupança para me acalmar o espírito: segundo a soma dos preços de editor de tudo o que adquiri, os meus gastos seriam exactamente 183,63 euros. (Pausa para recuperação). Subtraí o que na verdade gastei na Feira do Livro este ano e a poupança foi nada mais do que 106, 21 euros. Nada, nada, nada mal mesmo! Assim vale super a pena, uhuhhhhh!

07
Jun16

86ª edição da Feira do Livro - parte 2, 3 & 4.

No dia 1 de Junho aventurei-me na minha segunda ida à feira do livro. Era dia da criança e eu queria aproveitá-lo para dar mimos a mim mesma, depois de ter percebido que as coisas com as aulas e o trabalho que tenho tido com a escola tem, de facto, corrido bem e isto ser reconhecido por professores. Eu quis comemorar. Quis brindar o meu esforço com algo que eu gosto e nada melhor que livros novos para acarinhar o meu espírito.

20160603_001949.jpgFui com o propósito de usufruir da Hora H, aquela hora mágica em que determinados livros ficam a metade do preço. Eu estava com a minha lista: às 22h comecei a riscar. Pude levar mais do que contava porque o meu pai ofereceu-me um e o meu avô deu-me um mimo monetário por ser dia da criança. O resultado da hora H? Cinco livros. Um foi oferecido, o Emoções Proibidas, e outro, o Amor por Encomenda, saiu-me a preço de feira porque, além de ser recente, pertence à Topseller que não participa nesta hora-da-loucura. Poderia ter levado mais livros se não tivesse levado este último, contudo, estava muito ansiosa por o ter. Em casa, já tinha lido dois capítulos para saber o que o livro me iria reservar e acreditando que não iria levar mais livro nenhum que entrasse na hora das promoções, e fosse prioridade, eu comprei-o. Bem, enganei-me. Duplamente, por acaso: porque percebi que vou levar mais um livro na hora H e, sim, afinal vou comprar mais um livro da Nora Roberts.

Actualizei, finalmente, a minha colecção de livros cá em casa com Sylvia Day e faço planos de assim o fazer de novo no próximo ano com os restantes que não entraram na Hora H deste ano. Para minha felicidade, aquele que eu estava mais ansiosa por ler entrou na promoção dos 50% ainda este ano.

Como requisito obrigatório eu tinha o livro a Samantha Young. Infelizmente, que eu saiba, ainda não saiu mais nada desta autora cá em Portugal o que é realmente uma chatice. Fiquei tão bem impressionada com o seu Não te conto o meu segredo que estou mais do que ansiosa para me afiambrar a este Tatuado em mim. As minhas leituras não param e ainda que eu esteja mortinha para ler este último a verdade é que estou a tentar fazer render o peixe: quando mais tempo demorar a pegar no livro, por mais tempo ele me vai durar.

20160604_204859.jpgVoltei a colocar os pés mais duas vezes na feira depois de ter ido a esta Hora H. Sábado e Domingo. Foi no primeiro dia do fim-de-semana que trouxe mais um bichinho para casa. Quando este livro da Abbi Glines saiu eu mantive-me atenta a ele. Pareceu-me um livro light que eu haveria de gostar mas o facto de não ser muito grande e de se pedir quase 20€ por ele, e de ter continuação, desmotivou-me a fazer a sua compra. Nesta feira eu encontrei-o a 5€ na banca da Saída de Emergência na zona dos livros usados e sábado trouxe-o para casa. Como sou uma totó, só depois de o comprar é que me dei ao trabalho de ir à internet e constatar que, ao contrário do que eu pensava, foi o único livro da saga que foi editado em Portugal. Mas, ao mesmo tempo, desembaraçada, já solucionei o meu problema e já arranjei meios para ler a continuação.

Foi no sábado, também, que passei em vista por uma data de escritores conhecidos. O meu pai foi com os seus livros para a feira com três autores em mente que iriam marcar presença para sessões de autógrafos. Eu? Fui com a máquina fotográfica atrás, divertindo-me a registar-lhe as memórias em provas visuais.

IMG_4266.JPGTive o prazer de ver o Simon Scarrow a falar e a responder a perguntas sobre a sua escrita e os seus livros. A atenção que lhe dispensei não foi muita porque para poupar tempo aproveitei o seu tempo de antena para ir à banca da Saída de Emergência comprar o Paixão sem Limites. Perdi mil anos para levar um livros de 5€ porque os funcionários se lembraram todos de abandonar a ponta onde eu estava e a única funcionária que ali estava achou que seria muito mais pertinente pôr-se a contar dinheiro em vez de atender uma cliente. Depois, quando por fim achei que iria ser atendida, um velho passou-me à frente e ocupou a minha vez, ignorando completamente o facto de a rapariga que me ia atender ter afirmado várias vezes que eu estava ali há muito mais tempo e à frente do senhor. Estava um calor desgraçado, o sol queimou a minha pele o suficiente para me deixar os ombros castanhos, eu estava a derreter a olhos vistos e mesmo assim mantive-me na minha, à espera que alguma alma caridosa tivesse pena de mim e me viesse atender. Pelo tempo que estive à espera, recebi mais uma bolsa da Nora Roberts e um pacote de chá: obrigada.

IMG_4323.JPGTive igual oportunidade de voltar a ver o Domingos Amaral. O meu pai já tinha trocado dois dedos de conversa com o senhor numa outra edição da feira do livro, mas este ano estava precavido com os seus livros para assinar. Registei igualmente o seu tempo de antena com o escritor, pronta para o terceiro encontro com outro escritor: António Lobo Antunes.

IMG_4352.JPG Não estou familiarizada com o trabalho do senhor, mas sei o quanto o meu pai o adora, sei como o meu pai o considera seu ídolo. Estava nervosa por ele, por ir falar e desfrutar da companhia de alguém que significa tanto para ele. Até à vez do meu pai, eu fiquei a observar o sr. ALA para com os outros admiradores. Ri-me com a sua simplicidade e honestidade e assim que o meu pai se sentou a seu lado: click, click, click: registar tudo. Apercebi-me do momento em que ele falou ao sr. ALA do meu tio e meio relembrou que este tinha tido algum contacto com ele. Foi aí que tive de me esforçar para não chorar. Estava eu emocionada pela lembrança, a minha mãe pelo mesmo, o meu pai idem-idem-aspas-aspas, e o escritor pela lisonja. Ele sorriu, emocionado, fez uma festinha ao meu pai em conforto e eu sorri, feliz pelo que o meu pai deveria estar a sentir naquele momento. Diz que não é muito comum o sr. ALA fazer tais demonstrações de carinho; fiquei contente por o meu pai o ter feito sorrir.

IMG_4682.JPGDomingo foi a vez do José Rodrigues dos Santos. O calor não era tanto como no dia anterior o que ajudou a que a espera na fila para receber um autógrafo não fosse muito penosa. O meu fim-de-semana foi passado em encontros com escritores e leituras o que acho ser a combinação perfeita. O meu pai esteve mais uma vez com alguém que admira, eu registei o momento e apreciei o facto de o meu pai estar feliz.

Desde que a feira começou adquiri já quinze livros, dois deles como ofertas. Já li dois destes quinze: o Perdida e o Amor por Encomenda e, ainda que esteja prestes a sufocar com trabalhos, já tenho o próximo livro pronto a ser devorado. Faço balanços positivos das minhas leituras. Ambas, histórias de amor com humor, lights, e que não me deixaram arrependida por os ter adquirido. O Amor por Encomenda foi só a marcar pontos comigo. Menções a Grease, Star Wars? As filhas do irmão da personagem principal possuírem o nome de personagens estrondosas da Irmandade da Adaga Negra? Melhor que isto só Disney. Estou realmente satisfeita; só instigaram o meu gosto pela leitura e neste momento só quero mais e mais. Que venha o próximo!

27
Dez15

Ho Ho Ho!

Se há coisa que não me importo de repetir é como este Natal, esta troca, esta recepção de presentes, foi especial e me tocou tanto. Não houve uma grande abundância de presentes mas isso, à medida que o tempo nos come, é algo que passa a ser normal, acho. O que marcou este Natal foram lágrimas. De certa forma, conseguimos acertar nos pontos fracos de cada um, o que foi para lá de bestial.

Eis os fios condutores para a cascata do Niágara sair pelos meus olhos:

 

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A minha Alegria começou a rodopiar quando viu estas coisas. Pelos vistos eu não ia demasiado tarde para colocar na lista um CD do Frank Sinatra. Eu falei com a minha mãe sobre o dito cujo, informei a promoção, e ela disse para eu comprar que seria uma prenda sua. Não é o que eu tinha visto no site da fnac mas é Sinatra o que vai dar ao mesmo. Foi também ela quem me deu uma escova milagrosa para o meu cabelo - literalmente milagrosa - e um perfume. Obrigada, mãe!

 

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A prenda das minhas irmãs foi das últimas a abrir, por acaso. Primeiro dei de caras com essa espécie de carta que fez soar o alarme na minha cabeça. Recusei-me a ler de imediato e ainda precisei de respirar fundo algumas vezes para conseguir controlar a vontade de chorar; isto só de ver imagens de filmes da Disney e o "Princesa Ana Bê" escrito. Bem mais tarde, quando eu já chorava feita parva sem parar, li e dei continuidade ao meu choro. Há uns tempos elas tinham feito uma espécie de jogo comigo para descobrir quais os filmes da Disney onde eu acabava por chorar. E como só isso não bastava, chegaram a ir mais a fundo e a mencionar detalhadamente as partes para que nada lhes escapasse e eu no dia de Natal percebi porquê. Compuseram uma carta, inserindo engenhosamente as partes dos filmes que me fazem chorar. Dali só podiam sair lágrimas, mesmo. Ofereceram-me um candeeiro em forma de árvore que é um verdadeiro mimo de magia. Disseram que a ideia de me oferecer esse candeeiro pareceu ainda mais acertada quando foram à loja e viram que o nome do mesmo era Frozen. Já o tenho na minha secretária. Só me apetece cantar músicas de Natal a olhar para ele. Obrigada, meninas.

 

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Recebi o livrito mensal da Nora Roberts da Harlequin da parte de uma amiga das minhas irmãs. Já tinha conhecimento dele mas que isso não diminuiu a minha animação para o receber. Quer dizer: é Nora Roberts e é um livro: é preciso dizer mais? E no verdadeiro sentido da palavra mimo, uma amiga da minha mãe ofereceu-me um bloco de notas em forma de queque. Sabe da minha pancada por objectos em formas de cupcakes e família e eu não me importo nada. Ela acaba sempre por desencantar alguma coisa engraçada que me deixa contente.

 

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A Nexaa pediu-me para escolher entre um Funko Pop e um livro e eu parti para o livro depois da loucura que foi a Comic Con que me fez voltar para casa com quatro funko pop. Na lista de livros que lhe dei constava muita Sylvia Day e eu acreditei que ela se iria debruçar sobre isso, mas não: ela atirou-se a Nora Roberts e olha eu muito incomodada com isso, hihi. Estava à espera desse livro há mais de um ano e se não fosse a Nexaa continuaria em busca de uma oportunidade para o ter. E como ela não podia ficar por aí: não bastando o choque da minha vida quando no meu aniversário me ofereceu uma máquina polaroid, desta vez surpreendeu-me ao oferecer-me a possibilidade de ir ao Rock in Rio do próximo ano. Isto quer dizer que posso afirmar que vou estar presente num dos dias do Rock In Rio Lisboa 2016. Socorro! Com prendas tão fantásticas acabo por pensar que o que ofereço é uma treta porque não é tão grandioso e espectacular como o que ela oferece. Mas, hey, eu tento agarrar-me àquela noção de que a intenção é que conta e as minhas para com ela são mesmo boas. Obrigada mais uma vez, Smartie.

 

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A minha mãe reservou o melhor para o fim. Entregou-me uma foto minha (a tirar fotos) e disse que era uma pista para a minha prenda. Já tínhamos estado a falar e já a tinha ouvido dizer que me queria dar uma máquina fotográfica. Disse-lhe que pelas conversas e pela foto era levada a dizer que era a máquina. Eu tinha a certeza de que ela me iria dar uma máquina xpto. Já tinha começado a fazer listas mentalmente sobre prioridades. Se eu tivesse uma máquina boa, logo trataria de arranjar objectivas e isso... Não fazia ideia de que os meus pais (com contributo da maior parte da família) me fossem oferecer tudo de uma vez. Uma máquina xpto, duas objectivas, cartão de memória, um saco para colocar o material... Eu chorei rios. Chorei, chorei, chorei porque é daquelas coisas que mesmo que a gente tenhas luzinhas sofremos sempre pela positiva com aquela sensação de: finalmente, consegui. Então eu por um bom bocado só chorei. Quer dizer, holy shit: já tenho uma máquina xpto! E se antes podia ser insuportável, agora ninguém me vai aguentar.

Depois de todos estarmos emocionados pensei que tinha terminado, pensei que todos os presentes estavam entregues e, então, estava na altura de os desfrutar. Mas na. A mãe virou-se para mim e disse para eu fechar os olhos porque a máquina fotográfica, ainda que seja minha, é inevitavelmente repartida pelas pessoas da casa e eu também tinha direito a uma coisa só minha, como todos tinham tido. E, sim, faltava o presente o pai. A fungar, fiquei atenta aos sons. Alguém saiu da sala e voltou, entregando-me um saco grande. Continuei de olhos fechados e quis abrir o presente assim porque, também, ninguém tinha dito para eu os abrir, mesmo. Todavia, só o olfacto chegou para eu perceber o que era e voltar a abrir a torneira. Ao tactear o saco, apalpava o que estava lá dentro. Era fofo. E o cheiro? Morangos.

 

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Então que ficou mais uma vez provado que afinal há quem me oiça, há quem dê atenção ao que vou dizendo, levando-me a sério. O pai surpreendeu-me ao oferecer-me o Lotso, o urso do Toy Story 3 que acaba na grelha de um camião, nesse saco da Disney que também está na imagem de todos os presentes juntos. Quero-o há muito tempo e é um facto de eu vou atirando ao ar o quanto quero o peluche e que quando vou à loja voo para ele para sentir o seu cheiro, não estava era nada à espera que ele me fosse oferecido e muito menos já-já. Chorei tanto, contente para caraças, juro. É mais uma daquelas coisas que se quer muito-muito conseguidas e tenho mesmo de agradecer ao pai por isso.

Consigo sentir as caretas e a pergunta: Porque raio haverias de querer um peluche de um urso mau? A resposta a isso é: porque me deixo envolver demasiado nos filmes. A coisa é que não acho que o Lotso seja mau, apesar do que o filme mostra. Queria o seu peluche porque, de certa forma, mesmo sendo um boneco, relaciono-o com a realidade; eu consigo ver o que está além da maldade e percebo o seu porquê. Ele é um personagem mal amado e que sofre por isso. Vejo o seu posto de comando, aquela maldade, como uma carapaça para se defender porque tem medo de ficar só e de ser deixado para trás. Desejava ter o peluche porque sou uma tonta que se importa com bonecos. Queria-o para provar à imagem do Lotso que pode ser amado. E então aqui estou: com um peluche que cheira a morangos sobre a cama e volta e meia estou de fronha enfiada na sua barriga porque aquele cheiro torna-o irresistível! Like I said: tonta. Mas hey, tornando-me mais criança do que é costume: tenho tido pesadelos sobre fantasmas desde o dia de Natal e quando acordo sinto-me reconfortada com o cheiro a morangos. Muito bom. Presentes fantásticos. Só vejo motivos para chorar até mais não, mesmo: Livros, ida ao Rock In Rio, uma máquina xpto, um peluche de um personagem que não irá ser deixado para trás. Afinal: Ohana.

 

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08
Nov15

Bday Presents.

Duas semanas após ter entrado na casa dos vinte e quatro, estou finalmente a fazer este post. Dei uma volta pelos arquivos da miss e vi que no post a respeito dos meus vinte e três disse que tinha estreado a minha nova idade com tosse, febre e falta de ar. Este ano não houve mau estar à vista e ainda bem. Recebi bem mais coisas do que estava à espera - like I said -, além dos mimos monetários que sabe sempre bem receber. No ano passado fui fazer compras e separei parte porque o meu Novembro estava recheado de concertos a que ia. Este ano? Bem, está tudo reservado para Dezembro, o que quer dizer que não houve compras - que acabam por contar como prendas de anos - à vista, (por enquanto). Ainda assim, com o que reservo para comprar a minha roupa de anos, consegui fazer milagres. Vamos a isto:

 

Pais e irmãs

PicMonkey Collage5.jpgEles surpreenderam-me tanto! Foram exactamente aqueles que andaram a dizer-me que não podiam dar-me presentes uma vez que já me iriam ajudar na viagem ao Porto que vou fazer com a Smartie em Dezembro. No final de Setembro a minha mãe deixou-me encomendar a minha nova capa de telemóvel e disse que contava como prenda de anos. Eu fiquei do estilo: perfeito; ajudam-me na viagem e ainda tive bónus que me irá ajudar a livrar da capa que tenho que estava um nojo. Não acreditei que me iriam deixar sem nada-nada. Confiei que me iriam dar nem que fosse um postal e eles fizeram isso...e muito mais. Só presentes à minha medida: o DVD da Princesa e o Sapo - FINALMENTE É MEU! -, duas canecas - mais Disney! Yey! -, a capa de telefone, um postal e dois funko Pop. S o c o r r o. Fiquei contente quando vi a Ariel porque tenho uma relação especial com a sereia: é um facto. Mas flipei quando vi a Jessica Rabbit. Andava há tanto tempo atrás dela, sempre a pensar que iria ser complicado de arranjar porque não me parecia algo que houvesse em peso, e chega o meu aniversário e BAM: as minhas irmãs ofereceram-me a jeitosa e é ainda mais perfeitinha do que eu pensava. Na altura em que tirei a foto esqueci-me de juntar um saco da Disney com o Mickey e a Minnie que também me foi dado, mas fica apontado. E o postal? Com uma princesa? Foi-me entregue dentro de um mini envelope que estava cheio de citações da Disney (aí em baixo). Enfim, pessoas que me conhecem bem. Adoro.

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Smartie

PicMonkey Collage.jpgE por falar em gente que me conhece bem, a Smartie tem de ser mencionada. Quer dizer: OH MEU DEUS! Deu-me uma manta do Frozen - fofinha - o postal que não pode faltar - e de que espero sempre, confesso -, surpreendeu-me mil ao oferecer-me o Pack Vip que nos vai levar à Comic Con em Dezembro - e por que estou suuuuppppeeeerrrrr ansiosa - e chocou-me ao oferecer-me uma máquina instantânea. Eu nem quis acreditar que ela o tinha feito. Uma vez passei um Natal no Algarve, com a minha família que vive lá, e uma das memórias que eu tenho disso é o meu primo vestido de Pai Natal, a minha prima a passar-se porque tinha recebido o CD dos Toranja e o momento em que olhei para ela sentada no sofá e a apanhei a tirar uma selfie polaroid. Lembro-me de ficar fascinada e, secretamente, com uma inveja profunda. Isto para dizer que desde há muito que quero uma e que aos 24 anos isso finalmente aconteceu. Era um daqueles sonhos que estava bem entranhado e que finalmente se tornou realidade. Já se passaram duas semanas e eu ainda nem acredito que tenho uma. Partilhei as minhas primeiras polaroids no insta, mas vou deixá-las apontadas aqui [x] & [x]. Obrigada, Smartie!

 

Gente fofinha

PicMonkey Collage3.jpgPara não me repetir acabei por não colocar fotos de determinadas coisas individualmente e preferi expor tudo junto, já. Daqui ainda há a salientar determinadas coisas que me foram oferecidas: um cartão, o DVD do Toy Story 3 e um perfume. Fora as coisas que já apontei em cima, o que acabei de salientar - tendo-me esquecido, mais uma vez do saco do Mickey e da Minnie para a foto -, fica a restar a roupa e os dois livros que aí estão. Livros que já li, por acaso - o amor cruel? Confirma-se: deixou-me num caco. Adorei -. Dois pares de calças, duas t-shirts e dois livros: foram as únicas coisas que comprei, com uma modesta quantia que andava a guardar para isso desde finais de Agosto. Tudo o resto permanece guardado à espera da loucura que vai ser a Comic Con no Porto. E já agora ainda me vejo a receber mimos de aniversário: um pijama de corpo inteiro cheio de cupcakes e o Funko Pop da Rapunzel dos Entrelaçados que não se encontram na foto. Nada-nada-nada mal para quem não esperava presentes, hã? Eu diria perfeito mesmo. Só tenho a agradecer do fundo do coração pelos mimos e por me fazerem sentir especial. É que não há nada que seja melhor do que isso. Nada, nada, nada. ❤

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