Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Miss Nothing

"I am different ... Equal to the rest of the world."

27
Dez15

Ho Ho Ho!

Se há coisa que não me importo de repetir é como este Natal, esta troca, esta recepção de presentes, foi especial e me tocou tanto. Não houve uma grande abundância de presentes mas isso, à medida que o tempo nos come, é algo que passa a ser normal, acho. O que marcou este Natal foram lágrimas. De certa forma, conseguimos acertar nos pontos fracos de cada um, o que foi para lá de bestial.

Eis os fios condutores para a cascata do Niágara sair pelos meus olhos:

 

Presents.jpg

A minha Alegria começou a rodopiar quando viu estas coisas. Pelos vistos eu não ia demasiado tarde para colocar na lista um CD do Frank Sinatra. Eu falei com a minha mãe sobre o dito cujo, informei a promoção, e ela disse para eu comprar que seria uma prenda sua. Não é o que eu tinha visto no site da fnac mas é Sinatra o que vai dar ao mesmo. Foi também ela quem me deu uma escova milagrosa para o meu cabelo - literalmente milagrosa - e um perfume. Obrigada, mãe!

 

Presents_Sisters.jpg

A prenda das minhas irmãs foi das últimas a abrir, por acaso. Primeiro dei de caras com essa espécie de carta que fez soar o alarme na minha cabeça. Recusei-me a ler de imediato e ainda precisei de respirar fundo algumas vezes para conseguir controlar a vontade de chorar; isto só de ver imagens de filmes da Disney e o "Princesa Ana Bê" escrito. Bem mais tarde, quando eu já chorava feita parva sem parar, li e dei continuidade ao meu choro. Há uns tempos elas tinham feito uma espécie de jogo comigo para descobrir quais os filmes da Disney onde eu acabava por chorar. E como só isso não bastava, chegaram a ir mais a fundo e a mencionar detalhadamente as partes para que nada lhes escapasse e eu no dia de Natal percebi porquê. Compuseram uma carta, inserindo engenhosamente as partes dos filmes que me fazem chorar. Dali só podiam sair lágrimas, mesmo. Ofereceram-me um candeeiro em forma de árvore que é um verdadeiro mimo de magia. Disseram que a ideia de me oferecer esse candeeiro pareceu ainda mais acertada quando foram à loja e viram que o nome do mesmo era Frozen. Já o tenho na minha secretária. Só me apetece cantar músicas de Natal a olhar para ele. Obrigada, meninas.

 

PicMonkey Collage.jpg

Recebi o livrito mensal da Nora Roberts da Harlequin da parte de uma amiga das minhas irmãs. Já tinha conhecimento dele mas que isso não diminuiu a minha animação para o receber. Quer dizer: é Nora Roberts e é um livro: é preciso dizer mais? E no verdadeiro sentido da palavra mimo, uma amiga da minha mãe ofereceu-me um bloco de notas em forma de queque. Sabe da minha pancada por objectos em formas de cupcakes e família e eu não me importo nada. Ela acaba sempre por desencantar alguma coisa engraçada que me deixa contente.

 

Presents_Nexaa.jpg

A Nexaa pediu-me para escolher entre um Funko Pop e um livro e eu parti para o livro depois da loucura que foi a Comic Con que me fez voltar para casa com quatro funko pop. Na lista de livros que lhe dei constava muita Sylvia Day e eu acreditei que ela se iria debruçar sobre isso, mas não: ela atirou-se a Nora Roberts e olha eu muito incomodada com isso, hihi. Estava à espera desse livro há mais de um ano e se não fosse a Nexaa continuaria em busca de uma oportunidade para o ter. E como ela não podia ficar por aí: não bastando o choque da minha vida quando no meu aniversário me ofereceu uma máquina polaroid, desta vez surpreendeu-me ao oferecer-me a possibilidade de ir ao Rock in Rio do próximo ano. Isto quer dizer que posso afirmar que vou estar presente num dos dias do Rock In Rio Lisboa 2016. Socorro! Com prendas tão fantásticas acabo por pensar que o que ofereço é uma treta porque não é tão grandioso e espectacular como o que ela oferece. Mas, hey, eu tento agarrar-me àquela noção de que a intenção é que conta e as minhas para com ela são mesmo boas. Obrigada mais uma vez, Smartie.

 

Presents_Cam.jpg

A minha mãe reservou o melhor para o fim. Entregou-me uma foto minha (a tirar fotos) e disse que era uma pista para a minha prenda. Já tínhamos estado a falar e já a tinha ouvido dizer que me queria dar uma máquina fotográfica. Disse-lhe que pelas conversas e pela foto era levada a dizer que era a máquina. Eu tinha a certeza de que ela me iria dar uma máquina xpto. Já tinha começado a fazer listas mentalmente sobre prioridades. Se eu tivesse uma máquina boa, logo trataria de arranjar objectivas e isso... Não fazia ideia de que os meus pais (com contributo da maior parte da família) me fossem oferecer tudo de uma vez. Uma máquina xpto, duas objectivas, cartão de memória, um saco para colocar o material... Eu chorei rios. Chorei, chorei, chorei porque é daquelas coisas que mesmo que a gente tenhas luzinhas sofremos sempre pela positiva com aquela sensação de: finalmente, consegui. Então eu por um bom bocado só chorei. Quer dizer, holy shit: já tenho uma máquina xpto! E se antes podia ser insuportável, agora ninguém me vai aguentar.

Depois de todos estarmos emocionados pensei que tinha terminado, pensei que todos os presentes estavam entregues e, então, estava na altura de os desfrutar. Mas na. A mãe virou-se para mim e disse para eu fechar os olhos porque a máquina fotográfica, ainda que seja minha, é inevitavelmente repartida pelas pessoas da casa e eu também tinha direito a uma coisa só minha, como todos tinham tido. E, sim, faltava o presente o pai. A fungar, fiquei atenta aos sons. Alguém saiu da sala e voltou, entregando-me um saco grande. Continuei de olhos fechados e quis abrir o presente assim porque, também, ninguém tinha dito para eu os abrir, mesmo. Todavia, só o olfacto chegou para eu perceber o que era e voltar a abrir a torneira. Ao tactear o saco, apalpava o que estava lá dentro. Era fofo. E o cheiro? Morangos.

 

All.jpg

Então que ficou mais uma vez provado que afinal há quem me oiça, há quem dê atenção ao que vou dizendo, levando-me a sério. O pai surpreendeu-me ao oferecer-me o Lotso, o urso do Toy Story 3 que acaba na grelha de um camião, nesse saco da Disney que também está na imagem de todos os presentes juntos. Quero-o há muito tempo e é um facto de eu vou atirando ao ar o quanto quero o peluche e que quando vou à loja voo para ele para sentir o seu cheiro, não estava era nada à espera que ele me fosse oferecido e muito menos já-já. Chorei tanto, contente para caraças, juro. É mais uma daquelas coisas que se quer muito-muito conseguidas e tenho mesmo de agradecer ao pai por isso.

Consigo sentir as caretas e a pergunta: Porque raio haverias de querer um peluche de um urso mau? A resposta a isso é: porque me deixo envolver demasiado nos filmes. A coisa é que não acho que o Lotso seja mau, apesar do que o filme mostra. Queria o seu peluche porque, de certa forma, mesmo sendo um boneco, relaciono-o com a realidade; eu consigo ver o que está além da maldade e percebo o seu porquê. Ele é um personagem mal amado e que sofre por isso. Vejo o seu posto de comando, aquela maldade, como uma carapaça para se defender porque tem medo de ficar só e de ser deixado para trás. Desejava ter o peluche porque sou uma tonta que se importa com bonecos. Queria-o para provar à imagem do Lotso que pode ser amado. E então aqui estou: com um peluche que cheira a morangos sobre a cama e volta e meia estou de fronha enfiada na sua barriga porque aquele cheiro torna-o irresistível! Like I said: tonta. Mas hey, tornando-me mais criança do que é costume: tenho tido pesadelos sobre fantasmas desde o dia de Natal e quando acordo sinto-me reconfortada com o cheiro a morangos. Muito bom. Presentes fantásticos. Só vejo motivos para chorar até mais não, mesmo: Livros, ida ao Rock In Rio, uma máquina xpto, um peluche de um personagem que não irá ser deixado para trás. Afinal: Ohana.

 

20151225_222105d.jpg

13
Abr15

grew up VS. get older

"I love things like this. Ellis Island, the Staten Island ferry, Central Park. What's the use of living in New York if you don't enjoy it? When's the last time you did this?" (...).
"I think I was ten." (...).
"Oh." (...) "You grew up. Too bad."
(...), "Don't we all?"
"Of course not. We all get older, but the rest is a personal choice."

----------

Na semana passada devorei super rapidinho um livro da NR - ai e tal, nada de novo - e desde então que este diálogo em questão, dos personagens principais, não me sai da cabeça. Esta noção super PeterPannesca lançou fogo de artifício pela minha mente, fez os meus olhos brilhar, além de me fazer sentir compreendida. Gostei tanto-tanto que num qualquer momento dos meus dias passados dei por mim a achar que daria uma tatuagem maravilhosa a combinar comigo. Vou arrumar a ideia ao pé de tantas outras porque foi top. Mesmo.

15
Mar15

(Acho que) abandonei o coração em Nova Iorque.

image.jpg

 

 

Há, praticamente, uma semana atrás - uma semana e um dia, vá - acabei de ler o livro que a Smartie me ofereceu no Natal. O livro que me deu é constituído por dois livros, anteriormente editados individualmente. Gosto muito de ler livros que buscam temas em que há crianças, principalmente quando estamos a falar de mães solteiras - ou mulheres prestes a ser mães solteiras - e os dois livros debruçam-se sobre isso mesmo. Em Uma luz na tempestade tínhamos a história de uma rapariga que daria à luz dentro de pouco tempo e que precisava de ajuda para escapar ao passado que não a largava. O que ela fez? Bem, nada. Tanto eu como os protagonistas chegámos, mais ou menos, ao mesmo resultado: foi o destino. Ela esbarrou com um homem disposto a ajudá-la e ela, em prole do futuro da criança que iria ter, aceitou essa ajuda. Foi uma caridade mútua, acho, que resultou maravilhosamente ao meu coração. Acho que a determinado momento cheguei a acreditar que iria gostar mais da primeira história do que da segunda.

Tenho por hábito esquecer sinopses e isto leva-me a duas situações: um) ler a sinopse, achar que não é grande coisa mas decidir que posso dar uma vistoria no livro mais tarde e perceber - séculos mais tarde - que estava errada; dois) achar que o livro é maravilhoso mas esquecer-me do que se trata e quando vou de novo em busca percebo que é melhor do que eu pensava. Esta última acontece-me com frequência por acaso e foi o que aconteceu em relação a Um herói em Nova Iorque, o segundo livro do livro. Na altura em que terminei Uma luz na tempestade estava completamente a leste do segundo livro. A única coisa que eu não me esqueci foi que ela era mãe solteira. Até acredito, agora que penso bem no assunto, que na altura em que descobri o livro não cheguei a dar a devida atenção à sinopse, tendo ficado encalhada no facto de a protagonista ser mãe e de ela e o homem principal serem vizinhos. Porque só isso já basta para eu querer ler. Eis o que me passou ao lado: a profissão de Mitch - o protagonista - era a coisa mais abusada e fantástica de sempre. A sinopse diz que é escritor, mas podia aprofundar e dizer que o homem é um criador de BDs. Ele é vizinho de Hester - cujo nome só me faz pensar em Páscoa - que tinha um filhote de quase dez anos. Gosto de bebés mas também gosto de ser presenteada com meninos a enfrentar as coisas fixes da infância.

(aparte: O meu primeiro contacto com o tipo foi com o terceiro volume da trilogia das Chaves, também da Nora Roberts, que recomendei na altura e recomendo de novo. Não apenas o último; a trilogia toda mesmo. Motivos? Basta irem em busca da review que está por aí nas entranhas da miss.)

O que posso dizer? O afecto entre o miúdo e o Mitch é imediata porque, óbvio: é uma criança que adora banda desenhada e, por acaso, o seu novo vizinho é o criador das suas histórias aos quadradinhos preferidas. Isto só por si é perfeito. O que também é de topo é como a Nora desenvolveu este Mitch que entrou para os meus personagens masculinos preferidos. Gosto de homens duros mas que têm sentido de humor, são inteligentes, atrevidos, lindos de morrer por dentro e por fora. A maneira como se deu a conhecer ao pequeno e à sua mãe divertiu-me e deixou-me pelo beicinho o suficiente para eu querer um para mim. Convenhamos: é potencialmente o goal de qualquer escritor do tipo: fazer com que as leitoras desejem ter um homem igual ao criado para si mesmas. Também gosto de histórias onde a relação amorosa acaba por se desenvolver naturalmente sem forçar nada, histórias em que não é imperativo que os protagonistas fiquem logo enamorados e a desejar ficar colados para sempre. A não ser que a história o peça. Porque não tenho problemas com atracção/amor à primeira vista, mas gosto quando as coisas são bem feitas e não se desenrolam só porque sim. Dei por mim a gostar mais do segundo livro do livro quando ao chegar ao fim estava pronta a lê-lo de novo. Acredito que o miúdo de dez anos teve muito a ver com o assunto porque, de certa maneira, fascina-me a opinião e a visão de uma criança para com o seguimento da vida da mãe com uma nova pessoa. A Nora fá-lo muito bem e sim, devo estar a puxar a brasa à minha sardinha. A leitura é das coisas mais rápidas e leves que há e sabe tão bem como um batido de frutas num dia de Verão quente.

Este ano tenho apontado o mês em que os livros são lidos e dado uma pontuação numa escala de zero a cinco, sem me importar de usar decimais, que é o que costuma acontecer na maior parte das vezes. Dei à história do Mitch e da Hester um bonito 4.8 e tenho-me perguntado durante toda a semana se a classificação que dei é justa. Eu não dou cinco a um livro qualquer. Posso ler livros muito bons mas poucos são os que acabam por me arrancar um cinco em classificação. Até então li vinte e dois livros e desses todos apenas três foram grandiosos os suficiente para chegar ao topo da escala com um destaque bonito a negrito e tudo. Sou muito comichosa e prezo muito a minha intuição. Se não dei um cinco bonito foi porque não foi o suficiente para chegar lá. Mas, ao mesmo tempo, toda a gente se engana, não é? O que precisa um livro de ter para eu lhe dar um cinco? Tem de me deitar por terra. Tem de arruinar as minhas emoções e de deixar perdida o suficiente para eu não saber de que terra sou. Tem de me deixar inapta a novas leituras e consumir a minha mente ao ponto de eu não fazer mais do que relembrar momentos do livro. Tem de me deixar numa senhora ressaca literária e mais umas coisas que só me lembro na altura.

Um herói em Nova Iorque cumpriu com os pontos afirmados, no geral. Deixou-me perdida e sem vontade de ler outra coisa porque a história tinha sido um mimo daqueles que sabem tão bem quanto algodão doce de morango. Deixou-me numa ressaca literária que não durou assim tanto quanto pensei por insistência minha, coisa que não é habitual porque sou contra leituras por obrigação. Ainda assim, o que fui ler depois teve de ser...ahm...peculiar para eu avançar nas leituras e teve resultado e é isso que importa.

Durante esta semana enfrentei diferentes picos de consciência: Blablabla, a pontuação que dei foi merecida; esquece, se não paro de pensar e estou assim tão mal é porque deveria ter levado mais! Mas alterar não é aldrabar? Se dei aquilo na altura foi porque quando dei era o que achava! Mas...raios, pensar que merecia mais não faz por merecer mais por si só? Enfim...lutas interiores constantes.

Até então, na lista dos livros lidos, o livrito em questão continua com os seus 4.8, mas já me mentalizei de que não existe regra nenhuma que me impeça de modificar o que lá está. Acho que é o primeiro livro que me deixa tão em dúvida em relação ao seu merecido valor, mas uma coisa está assente: foi mesmo bom. E posso só dizer que o começo foi genial? A maneira de como o livro foi iniciado, aquele primeiro capítulo, soube-me a tudo. Muito bom.

30
Nov14

WHAT?!

A Fnac está a vender o último CD dos Kings of Leon - QUE EU QUERO DESDE QUE SAIU - por apenas sete euros. Espera, eu repito: SETE EUROS! De quase vinte euros para sete. Socorro. Como fiz anos há pouco tempo, é difícil arrancarem-me desejos de natal. Normalmente não sei o que dizer, mesmo quando passo por um aniversário onde não recebi, realmente, o que queria. Mas, no último dia de Novembro de 2014, já são capazes de me arrancar duas coisas que eu quero tanto que até dói. Um: O CD dos Kings of Leon, o último - Mechanical Bull, portanto -; Dois: Um livro recente, edição especial com dois contos, que apareceu mesmo agora nos postos de venda - Fnac, porque não vi nos outros sítios - da Nora Roberts. Pronto. Percebam que isto faria o Natal perfeito. Perfeito-perfeitinho. Acho que não vou levar nem uma coisa nem outra mas, olha, desejar não faz mal. Vá lá, Pai Natal. Tenho vinte e três anos e ainda acredito em ti; só por isso, merecia um mimo.

31
Out14

Bday presents.

Hoje faz exactamente uma semana que juntei mais um à minha idade. Até agora? Not so cool. E a culpa não é da idade em si, a sério. Antes de dar o salto eu já não andava bem por isso ao colocar o pé na piscina dos 23 a minha primeira estreia foi...ficar doente. A minha primeira semana com 23 anos foi passada com bolinha baixa por causa de febre, tosse nojenta e falta de ar. Contudo, não foi por não estar bem que não fui tratar dos meus brindes/presentes de anos. Deram-me dinheiro e eu separei-o já a contar com Novembro, porque é o mês dos concertos, mas ainda me deu uma boa quantia para ir fazer compras do qual nem gastei tudo. Vamos a isto:

 

Pais

PicMonkey Collage2.jpg

Finalmenteeee!  Eu que penei tanto por passar a etapa do ter-apenas-uma-tatuagem. Foi desta que fiz as minhas estrelas com o bónus do cavalo marinho quando o tatuador disse que me ficava mais barato se me fizesse as duas de uma vez. Mais do que uma tatuagem e pagar menos: não era preciso mais para me ter na mão. E foi presente. Que foi a cereja no topo do bolo nisto tudo. Ahh, o pai também me ofereceu o CD da Gaga com o Tony Bennett. Eu andava a cair pelos cantos a conformar-me por não o ir ter tão cedo - por andar a vender tão bem - mas a verdade é que ele me surpreendeu e BAM. O saco foi-me passado para as mãos e lá estava a relíquia.

Irmãs

PicMonkey Collage3.jpgPicMonkey Collage1.jpg

As minhas irmãs são umas queridas e isso nota-se pela nota que se vê no envelope vermelho - a que eu fiz questão de tirar foto. A mensagem no envelope podia não ser sobre o Grey ou o Cross mas deram-me os dois primeiros volumes da trilogia das Sombras em inglês, que constava na minha wishlist, por acaso. Os dois livros pequenos da Nora foram bónus. Andaram em papelarias e tinha lá por isso foi mais um mimo para a mana. Eu não me queixei. Até porque eu não gosto nada de Nora, não é? Yupiiii!

Nexaa

PicMonkey Collage4.jpgA Nexaa andava preocupada com o meu presente e chegou a dizer-me para não ter as expectativas muito altas. Mas eu sou fácil de contentar. A nossa foto, tirada no Algarve, deixou-me contente o suficiente. Mas também é verdade que eu adoro espectáculo e ter a oportunidade de ir a um é sempre motivo para eu andar saltitante. No início do ano fui ver pela primeira vez o Cirque Du Soleil; em Dezembro vou ver mais um espectáculo da companhia graças à Nexaa. E se eu estava curiosa quando vi o presente, fiquei mais quando ela disse que falam muito bem deste Quidam. Que venha Dezembro para eu constatar por mim.

Avós/Tios/Primos/Amigos-de-Amigos/etc.

20141027_173515.jpgEu tinha posto os artigos um por um, depois em dois e, por fim, em grupo, para ilustrar este ponto mas depois nunca mais saía daqui. Por isso, por uma questão de organização - e estética - coloquei uma foto de todos os presentes em conjunto, até daqueles que falei em cima - menos as tattoos.

O CD do Lenny Kravitz constava na minha wishlist, assim como uns earphones - mesmo que eu não o tenha dito. O meu primo e a sua namorada ofereceram-mo e que bom que as minhas irmãs se preocupam para andarem atentas a estas coisas e darem bitaites. O que há a salientar no grupo «Avós/Tios/Primos/Amigos-de-Amigos/etc.»: as pantufas - que tive de comprar quando uma das minhas irmãs disse "Pocahontas!" e a outra disse "Kristoff!" -, o pijama do monstro das bolachas - que andei a namorar mentalmente antes de o comprar e que ainda não usei por causa da tatttoo -, as duas camisolas grossas e as mais finas - a azul escura, cuja parte de trás de abre toda, e a creme -, e as collants com ossos, que eu achei o abuso dos abusos, são artigos da Primark. O dinheiro que eu tinha - para compras - não era uma grande quantia mas deu para comprar isso e ainda três livros na Fnac - os dois da Nora Roberts da trilogia do Jardim (finally, I've them all!) e o último do Grey em inglês - e a caneca do Zangado.

Melhor do que isto é dizer que desse montante para compras ainda me sobrou dinheiro. Já sem contar, repito, com a quantia que separei desde logo para possível merchandising nos concertos a que vou em Novembro e sem contar com o que já tinha gasto para o visual de aniversário. O cabelo podia estar melhor mas, olha, tatuagens. Foi uma precaução necessária que valeu a pena. No geral, parece-me que foi mais do que óptimo. Estou ansiosa para usar as coisas novas. Porque, sim, daí o que usei - e uso constantemente - é a caneca do Zangado. E ainda não acabou! E enquanto tiver vestígios de aniversário na carteira isto ainda dura.

Mais sobre mim

Mensagens

E-mail